De coloração alaranjada (SRM ~6), turva. Espuma branca, de bolhas médias e sem persistência. Bom aroma remetendo a malte de trigo e fermento. No sabor, início levemente doce e final amargo, notas de malte de cevada, trigo, lúpulo, frutas amarelas e álcool. Bem ácida. Efervecente, mas ainda assim com uma carbonatação baixa. Encorpada.
Sua forte ácidez e presença de álcool (suficiente para anestesiar a língua) me incomodaram, mas é uma excelente exemplar de Belgian Golden Strong Ale. Deve ser degustada por todos.
Boa formação de espuma levemente amarelada, mas a duração é baixa. A cor é amarela escura levemente puzado para o laranja, e com média a baixa turbidez. Bonita!
No aroma o lúpulo floral se destaca, junto com um cítrico (casca de laranja) muito bom! Refrescante! Dulçor frutado de fundo (damasco, ameixa) e o álcool bem inserido dando as caras. Também sinto um leve tutti-frutti e leve especiarias. Delícia!!!
O sabor é uma porrada bem dada! Intensa, mostra bem o álcool. O início do gole traz um bom dulçor, mas que some num instante e deixa o final amargo e frutado.
Sensação também é intensa. Uma cerveja de corpo médio pra alto, licorosa e "quente". O álcool aquece a boca. O legal é o amargor meio que inusitado que toma conta do retrogosto e deixa uma boa lembrança, tirando um pouco a atenção do álcool. Interessante e muito bom!
Uma cerveja potente e de grande personalidade. Não passa despercebida em seu sabor. Boa pra aquecer no outono. Creio que faltou um pouco de equílibrio, mas com certeza vale muuuuito ser degustada!!
Que delícia!
Coloração dourada, com boa formação de espuma de baixa duração. Aroma muito bom, que lembra uma weiss, porém com maior frutado (damasco). Corpo médio, com percepção do alcool bem inserido no conjunto. O sabor acompanha o aroma, puxando bem o frutado. Final longo e doce. Carbonatação alta, mas bem inserida. Drinkability boa.
Ótimo conjunto, ótima pedida!
Coloração amarelada, bem turva, com espuma branca de média formação e duração.
Aroma maltado e cítrico, sem percepção de lúpulo.
Sabor bem agradável de malte e cítrico, gostosa de beber, com o álcool totalmente imperceptível.
A Grand Cru me pareceu uma versão turbinada da Hoegaarden tradicional.
Elas são bem parecidas no aroma, na cor e no sabor, porém a Grand Cru é mais alcóolica e bem mais encorpada, além de um pouco menos refrescante.
Graças aos preços altos de cervejas importadas aqui no Brasil, uma boa solução para os amantes da boa bebida, acaba sendo cervejas importadas por grandes empresas. Uma das reclamações mais frequentes do pessoal cervejeiro é, "por que diabos a AMBEV não expande a importação da sua linha premium?". A Hoegaarden Grand Cru se encaixa nessas aí. A mais clássica Witbier de todas, vem em uma versão mais bombada, trazendo os aromas cítricos e picantes já conhecidos da versão original, mas sem o caráter leve das Witbier.
Mostrou coloração, amarelo, bem pálida e com bem pouca traslucidez, assim como sua irmã mais nova. O creme é de coloração branca, formando-se em grande volume, mostrando boa persistência e textura cremosa.
Os aromas cítricos se sobressaem, lembrando laranja e abacaxi, fazendo contraponto com o robusto maltado que remete a mel e aveia. Ao fundo, notas frutadas de banana e damasco, e tons de pimenta e flores.
A doçura dos maltes, mostra-se bem evidente, contrastando com uma acidez cítrica e frutada e até um pouco de amargor. A picância do coentro e dos fenóis também é bem intensa, mais evidente do que na Hoegaarden tradicional. O álcool acabou mostrando-se muito evidente, prejudicando a leveza do conjunto, perdendo bastante para a Hoegaarden regular neste quesito. Ainda tem alta carbonatação, corpo médio e macio.
Não dá para negar que é uma Hoegaarden. A cerveja deixa na cara o DNA da família, mas com um perfil menos sutil, chegando até a desequilibrar um pouco, principalmente para quem está acostumado com a leveza da tradicional Witbier.