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Westvleteren Extra 8

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Mauricio Beltramelli 14 de Agosto de 2008
 
4.5 (50)
22433   0   8  

Avaliações dos usuários

19 avaliações com 4 estrelas

50 avaliações

 
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Avaliação Geral 
 
4.5
Aroma 
 
9/10  (50)
Aparência 
 
4/5  (50)
Sabor 
 
18/20  (50)
Sensação 
 
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Avaliação Geral 
 
4.1
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7/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Tomada na fonte.
Cor marrom com um colarinho denso e fino de cor bege de curta duração.
Aroma com notas de ameixa seca, caramelo, leve lúpulos florais frescos, um pouco de pinho, castanhas e algo de chocolate.
Sabor com notas de lúpulos florais e medicinais, algo de cacau, leve açúcar invertido, ameixa seca, pinho, castanhas, especiarias, madeira, casca de laranja, coentro, frutas silvestres, figo, baunilha e abacaxi verde. Retrogosto seco com um amargor decente.
Corpo médio com carbonatação um tanto efervescente. Álcool de 8% está completamente ausente.
Seu aroma foi um pouco decepcionante, mas a boca foi muito gostosa dado seus lúpulos frescos e complexidade fazendo esta Dubbel tão atrativa quanto pode ser. Claro, ela não se compara a seu irmão mais velho, a 12 (o que é injusto pois são estilos diferentes), mas eu tive que continuar subindo a nota uma vez que ela foi esquentando.
Ap.3,5 Ar.3,5 Sab.4,25 Sens.4,25 Cj.4,25

Detalhes

Degustada em
13/Agosto/2019
Envasamento
Onde comprou
Westvleteren (In De Vrede)
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Avaliação Geral 
 
4.1
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
7/10

Detalhes

Envasamento
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Avaliação Geral 
 
4.3
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
3/5
Sabor 
 
18/20
Sensação 
 
5/5
Conjunto 
 
9/10
Aroma frutado, condimentado e tostado.

Na taça ela é marrom escuro, bem turva. Espuma beje, de média altura e curta duração.

É a mais tostada das três e isso lhe confere uma personalidade diferente.
Ameixa, passas, chocolate amargo e pimenta. Uma mistura rica de sabores. Doce e tostada.
Final frutado e citrico.
Complexa.
Me agradou muito!

Detalhes

Envasamento
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Avaliação Geral 
 
4.3
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
5/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Na minha opinião melhor que a Westvleteren 12.
Como dito em alguns dos reviews é uma cerveja com sabor bem complexo. Frutado mas sem perder o amargor característico do lúpulo, que eu sinceramente acho essencial. Ao contrario da 12 não traz traços de sabor amargo decorrente do teor alcoolico.

Detalhes

Degustada em
21/Fevereiro/2015
Envasamento
Volume em ml
301 ml
Onde comprou
Abadia de Sint-Sixtus
Preço
3,40
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(Atualizado: 13 de Fevereiro de 2015)
Avaliação Geral 
 
4.2
Aroma 
 
8/10
Aparência 
 
4/5
Sabor 
 
17/20
Sensação 
 
4/5
Conjunto 
 
9/10
Fundada em 1831 na vila de Westvleteren, parte integrante do município belga de Vleteren, a Abadia de Saint Sixtus vem desde 1838 fabricando cerveja como uma forma de arrecadar fundos para a manutenção do monastério. Pertencentes à "Ordem dos Cistercienses Reformados de Estrita Observância", os monges que ali habitam, conhecidos também como "trapistas", seguem o princípio fundamental do "ora et labora", ou seja: oração e trabalho. Diferente das demais cervejarias trapistas que possuem explícito apelo comercial, a "Westvleteren" não tem a pretensão de aumentar a produção frente à crescente demanda, nem de distribuir ou ainda fazer propaganda. Muito pelo contrário, continua produzindo em pequena escala e vende apenas com hora marcada para quem se dispor a buscar as cervejas na abadia*. Completamente sem rótulo, as garrafas 'nuas' refletem a despreocupação com qualquer tipo de "marketing". Desse modo, as cervejas "Westvleteren" acabaram se tornando desejadas por degustadores de todo o mundo tanto pelas qualidades intrínsecas quanto pela dificuldade em obtê-las. Por causa de todos esses fatores é grande a mítica que envolve as cervejas da abadia, principalmente a da mais forte delas - "Westvleteren Abt 12" - celebrada por muitos como "a melhor cerveja do mundo".

Aparentemente, porém, algumas pessoas e pequenos empórios têm conseguido se apropriar de algumas garrafas com o intuito de revendê-las (apesar disso ser expressamente proibido segundo os termos da abadia). Mas foi graças a esse pequeno "delito" que pude adquirir o exemplar num pequeno bar chamado "Corsendonk", incrustado meio as ruelas da "Grote Markt" (Grande Praça) no coração de Bruxelas. Com validade marcada para junho de 2015, a mantive guardada durante 29 meses para somente hoje degustá-la.

*Há registros de algumas raras importações formais. Também é possível degustá-la oficialmente num Cafe próximo a abadia.

Líquido castanho claro meio avermelhado e levemente enevoado. Na taça exibe dois dedos de espuma bege escura de média retenção.

A primeira coisa que chama a atenção no aroma é um suave traço selvagem representado por sutis notas de couro - algo comumente encontrado em 'Lambics', mas não esperado aqui. Para mim, uma feliz surpresa. Suave acidez emerge meio a notas de licor de jabuticaba e cereja em calda. Reminiscências de tâmaras e ameixas cristalizadas conferem ares de confeitaria. Mesmo não sendo tão intenso, como um todo é maravilhoso!

De corpo médio e carbonatação intermediária, o sabor traz uma curiosa mistura entre elementos ácidos e tânicos lembrando jerez, compota de cereja e licor e jabuticaba. Apesar de evidente, o álcool não incomoda ao imprimir uma agradável picância licorosa. Discreto amargor incide no final predominantemente agridoce e salpicado por taninos. Sugestões de jerez , ginja e madeira permeiam o retrogosto. A 'drinkability' é mediana.

Soa bastante provável que o tempo de guarda tenha tenha alterado as características sensoriais originais do exemplar, tornando-o, de certa forma, bastante parecido com uma espécie de 'Flanders Red Ale' fortificada. De qualquer maneira - velha ou nova - aprecia-la é, sem dúvida, uma experiência mais do que gratificante.

Detalhes

Degustada em
11/Fevereiro/2015
Envasamento
Volume em ml
330 ml
Onde comprou
Corsendonk - Grote Markt, Bruxelas
Preço
10 Euros
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19 resultados - mostrando 1 - 5
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