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André Rodrigues escreveu: Acho que por isso que colocam o "extra" na breja. Pra dizer: "olha, é sim uma pilsen, mas a gente deu uma incrementada nela".
Renato . escreveu: Seria nada mal heim Gustavo huahauauhuah
Mas se nem a linha toda da Leffe eles trazem o que dira de Goose Island.
Alexandre Marcussi escreveu:
André Rodrigues escreveu: Acho que por isso que colocam o "extra" na breja. Pra dizer: "olha, é sim uma pilsen, mas a gente deu uma incrementada nela".
O termo "cerveja extra" é uma exigência da legislação brasileira para brejas com extrato primitivo entre 12% e 14% do peso. Ela fica entre a "cerveja comum" e a "cerveja forte".
Quanto à linha do Bohemia, eu não concordo que seja de todo má. Elas têm bom preço, o que é uma porta de entrada importante para curiosos, e apresentam versões suavizadas de seus estilos originais, mas ainda assim promovem uma variedade que praticamente inexiste nas outras marcas do mesmo segmento de mercado. Eu posso dizer que a Bohemia Confraria foi uma das minhas portas de entrada para o universo cervejeiro (muito antes de haver toda essa informação disponível que temos hoje), então não cuspirei no prato onde comi.
Só que a Goose Island ta perdendo (leia "já perdeu") seus principais figuras sendo trocados por pessoal da AB/INBEV.Gustavo Guedes escreveu: Ontem eu li uma reportagem e soube que a Goose Island é da AMBEV já há algum tempo.
Podiam trazê-la p/ o Brasil! rsrsrs
www.businessweek.com/articles/2012-10-25...roy-americas-beer#p1
Alexandre Marcussi escreveu: Eu posso dizer que a Bohemia Confraria foi uma das minhas portas de entrada para o universo cervejeiro (muito antes de haver toda essa informação disponível que temos hoje), então não cuspirei no prato onde comi.
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