Fernando M Pacheco escreveu:
Fabian Ponzi escreveu: Já que anteriormente deram uma sugestão de leitura, eu aproveito e deixo a minha também. Afinal, blogueiro não é jornalista. Ou seria melhor dizer, "bloguista"?
Jornalistas, blogueiros, jornaleiros e bloguistas.
Fernando, eu já falei publicamente que não gosto da Rauchbier da Eisenbahn. Subi no teu conceito? 
Publicado antes da caravana dos bloguistas não conta. 
Eu sugiro que você analise a totalidade do trabalho de um blogueiro (ou bloguista) para ter uma avaliação mais correta. A crítica tem que ser pontual e não dizer que um blogueiro (ou bloguista) é honesto ou não por causa de um post, mas pelo seu trabalho. Conceituar todo um trabalho de anos por causa de um elogio ou de uma crítica negativa isolada é de uma pobreza de inteligência digna de choro compulsivo.
Pra ilustrar - e te mostrar que as coisas não são tão "preto no branco" assim - se lermos os dois posts linkados abaixo sem levar em consideração quem foi na "caravana", eu diria que você foi o convidado e eu não.
Post 01
Post 02
Pra você ver, Fernando, que o que é digno de elogio tem que ser elogiado, assim como o que é errado tem que ser apontado. O que não dá é pra ser vazio no que se fala. Gritar aos quatro ventos que é isento qualquer um grita. Mas a isenção não está no discurso, está na atitude.
Ah, e um elogio sem isenção é a mesma coisa que uma crítica sem isenção, certo? E a falta de isenção não está necessariamente ligada a algum favorecimento. Pode ser um simples ressentimento. De qualquer forma, a isenção está comprometida.
Assim como um blogueiro (ou bloguista) que foi na caravana vai subir no teu conceito se falar mal de um produto da Eisenbahn, você também vai subir no meu conceito quando elogiar alguma coisa que a Tarantino faça. Ou eles não fazem nada de bom e são mesmo o diabo e um câncer para o mercado cervejeiro?
P.S. O meu post sobre a São Sebá foi escrito depois de ter participado do
evento
de lançamento dela que fui convidado. Acho que isso entra nos teus critérios de credibilidade, não é, Fernando?