Blog do BREJAS

Entrevista com Mike Siegel, cervejeiro da Goose Island (EUA)

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MikeSeigel

Estrela da Goose Island virá ao Brasil em julho apresentar suas cervejas

Na semana passada, este Blog revelou com exclusividade, em entrevista com Maurício Landi, gerente de marketing da AmBev, os rótulos que aportarão em julho no Brasil da cervejaria americana Goose Island, de Chicago (EUA), uma das mais representativas da nova escola cervejeira americana.

Juntamente com elas, virá ao país Mike Siegel, o badalado cervejeiro da marca. Na entrevista que Siegel concedeu também com exclusividade para o BREJAS, ele conta mais sobre as cervejas, além de revelar detalhes sobre a colaborativa que virá fazer na mineira Wäls usando barris de cachaça mineira, sua relação com a AB-Inbev, criações maturadas em barris de bourbon e outros bichos.

Com vocês, Mr. Mike Siegel!

GooseIslandCervejas

BREJAS – Na semana passada, o executivo da AmBev Maurício Landi nos adiantou que vocês vão começar a história da Goose Island no Brasil com as cervejas IPA e a Honkers Ale. Você poderia nos contar um pouco mais sobre essas cervejas?

MIKE SIEGEL – Primeiramente gostaria de agradecer o convite para esta entrevista e também dizer que é um prazer lançar a Goose Island no Brasil. Temos acompanhado o cenário do mercado de cerveja artesanal no seu país há alguns anos, e ver como ele está crescendo e mudando em tão pouco tempo é algo muito legal. Falando sobre as cervejas, a Honkers foi a primeira cerveja produzida pela Goose, é uma autêntica English Standard Bitter. É um estilo de cerveja que o John (Hall, fundador da cervejaria) era, e é, um grande fã, mas era super difícil de encontrá-la nos EUA naquela época. Então, quando ele abriu o brewpub da marca em 1988, começou a fazer este e outros estilos europeus. Ela tem um bom equilíbrio entre malte e lúpulo, com 4.2% de teor alcoólico. Sobre a Goose IPA, é um mix entre as IPAs americanas e a tradicional IPA inglesa, trazendo lúpulos dos dois países. É produzida com o malte Backbone, que permite que o lúpulo possa ser a estrela da cerveja. Para realçar ainda mais, nós usamos o método dry hopping na produção, com os lúpulos Cascade e Centennial, uma combinação que gera notas cítricas e aromas que lembram pinho. É uma cerveja que ganhou medalha de ouro no World Beer Cup de 2010 e outras seis medalhas no Great American Beer Festival.

Goose & Wäls

BREJAS – É verdade que a Goose e a Wäls farão uma cerveja colaborativa? Poderia nos contar mais sobre isso?

M.S. – Sim, é verdade, e fico muito feliz em falar que eu estarei pessoalmente no lançamento no Brasil em Julho. Vamos eu e mais três pessoas do time, e vamos aproveitar a visita para produzir a cerveja colaborativa com o Zé Felipe, na cervejaria Wals, em Belo Horizonte. Ainda estamos discutindo o estilo e os ingredientes, mas já posso falar que ela será envelhecida em barris de cachaça mineira, e isso é muito legal e intrigante para mim. Estou pronto pra explorar os ingredientes do seu fantástico país e experimentar as cervejas maravilhosas daí. Darei mais detalhes em breve.

BREJAS – A Goose Island é conhecida no mundo todo por dominar a técnica de envelhecimento de cervejas em barris, sendo uma das primeiras marcas a desenvolver essa técnica no mundo, a qual, hoje, é mais comum. Você poderia nos dizer mais sobre o programa de envelhecimento em barris da Goose? Como isso surgiu?

M.S. – A prática de envelhecimento em madeira é feita há séculos. Na Goose Island envelhecemos cervejas em muitos tipos de barris, mas a maioria é de vinho ou bourbon. Os tipos de cervejas que fazemos nestes barris são muito diferentes, e a cerveja que vai bem em barris de bourbon não vai bem em barris de vinho. Nossos barris de vinho são apenas fermentadores secundários, e como é a segunda vez que eles são utilizados, dão menos aroma de carvalho à cerveja. Estas cervejas que fazemos são inspiradas pelas cervejarias belgas que fazem que fazem estilos intencionalmente azedos, como as Lambics. O que começou com a Goose Island em 1992, foi o envelhecimento em barris de bourbon. Foi algo completamente inovador, nunca tinha sido feito por uma cervejaria. Greg Hall, mestre cervejeiro e filho do fundador John, estava em um jantar sentado ao lado de Booker Noe, mestre destilador. Greg estava curioso, conversando sobre o envelhecimento de cerveja em barris de carvalho, e na conversa conseguiu alguns barris de bourbon, que anteriormente eram de propriedade de Booker. Greg fez uma cerveja especial, uma Imperial Stout, a colocou nos barris e, pronto, a história foi feita: o resultado foi a Bourbon County Stout, e deixou os cervejeiros tão surpresos que eles nem sabiam o que fazer com ela. Ela foi inscrita em competições que a rejeitaram, por ser muito fora do comum na época. Mas não demorou muito tempo para os apreciadores e aventureiros perceberem que a complexidade da cerveja era inigualável e única. Ela foi vendida comercialmente em 2005, e ganhou prestígio e popularidade desde então. Nós liberamos a Bourbon County Stout, juntamente com variantes como a nossa Bourbon County Barleywine e Coffee Stout, para alguns estados dos EUA, na Black Friday, no final de novembro. No ano passado, em Chicago, tivemos 1000 pessoas fazendo fila do lado de fora da cervejaria em temperaturas abaixo de zero, alguns por até 15 horas, tudo isso para ter a oportunidade de comprar alguns exemplares. Tivemos centenas de pessoas que vieram de Los Angeles, São Francisco, Nova York, e muitas outras cidades. Hoje em dia, o envelhecimento de cervejas em barris de bourbon é praticado por quase todas as cervejarias dos EUA.

GooseIsland Logo

AB-Inbev incomoda?

BREJAS – Sabemos que a Anheuser-Busch Inbev possui o controle da Goose Island desde 2012. Quais foram os impactos positivos e negativos disso para vocês? Criaram-se barreiras para inovações?

M.S. – Ainda operamos de maneira independente em Chicago, mas é claro que temos laços estratégicos e respondemos para a Anheuser-Busch Inbev. Foi algo muito importante para viabilizar nosso crescimento. Ganhamos força na distribuição de nossas cervejas e também viabilizamos a aquisição de diversos equipamentos e ingredientes que nos permitiram aumentar ainda mais nossas inovações e produção das cervejas que estão em linha. A Goose tem a paixão pela cerveja enraizada em sua história nos funcionários, isso foi o que John nos ensinou e continuamos fazendo, sempre inovando e mantendo o prazer em produzir cervejas cada vez melhores.

BREJAS – Vocês tem alguma inovação planejada nos EUA? Poderia nos contar algo em relação a isso?

M.S. – Nosso espírito de inovação está mais forte do que nunca! Acabamos de lançar uma cerveja dourada, a Fulton Street Blend, elaborada com o método que chamamos de “dry-beaned”, com café torrado. Ao deixar o grão inteiro recirculando na produção da cerveja através de uma pequena embarcação que os segura, extraímos grande aroma e sabor, sem influenciar na cor. A resposta tem sido fantástica. Nós também acabamos de lançar um Radler, que é uma mistura de cerveja e refrigerante, originalmente um conceito da Alemanha. Fizemos com pepino, limão, hortelã e refrigerante, e misturado com a 312 Wheat. É uma bebida de verão perfeita. Desde fevereiro deste ano, a Goose Island mantém uma pequena planta que é usada para experimentações e inovações, rodando separadamente do resto da cervejaria.

Passeie também pelo Goose Island Brewpub, de Chicago, nessa visita do BREJAS a um dos Bares que Amamos!

Salão da Cerveja recebe apoio governamental

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SalaoDaCerveja

CAMPINAS SP – Em reunião acontecida ontem, 16, na Prefeitura de Campinas, o Salão da Cerveja recebeu apoio oficial institucional do município. Segundo Samuel Rossilho, secretário de desenvolvimento social, econômico e de turismo da cidade, o festival não será importante apenas para Campinas, mas para todo o Estado. “Acreditamos na cerveja como cultura e turismo. Nossa Região Metropolitana, que engloba 3 milhões de habitantes e 19 cidades, espera todos os amantes de cerveja de São Paulo e do Brasil. Já incorporamos o Salão da Cerveja no calendário de eventos de Campinas”, pontuou Rossilho.

O evento acontecerá nos dias 15, 16 e 17 de outubro, no recém-inaugurado Expo D. Pedro, que dispõe de 11.500 m² de área interna. Nesta semana também aconteceu, no Bar Brejas, reunião com os operadores dos food trucks que operarão na área externa, que será coberta com tendas. Todos os 60 stands de cervejarias foram comercializados em tempo recorde. Também estão programadas palestras, rodadas de negócios, debates, além de atrações musicais com bandas variadas.

As cervejas de estreia da Goose Island no Brasil

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Maurício Landi (AmBev, em entrevista exclusiva para o BREJAS)

Maurício Landi (AmBev, em entrevista exclusiva para o BREJAS)

Em primeira mão, pelo BREJAS

SÃO PAULO – Maurício Landi, da gigante AmBev, é atualmente a “cara” das cervejas importadas para o Brasil pertencentes ao vasto portfólio da multinacional. Declara-se um apaixonado pela cervejaria americana Goose Island, de Chicago, uma das mais representativas da nova escola cervejeira americana, cultuada por 10 entre 10 apreciadores da bebida. Com exclusividade para o BREJAS, entrevistei Landi, que anuncia quais os rótulos de estreia da cervejaria no Brasil, e dá novos detalhes. Confira!

BREJAS – Pode dar detalhes do lançamento dos rótulos Goose Island no Brasil?

MAURÍCIO LANDI – Claro! Ainda não temos a data exata, mas a ideia é trazer todas as cervejas e inovações de Goose para o Brasil. Óbvio que não conseguiremos trazer tudo desde o início, mas os lançamentos vão acontecer no decorrer dos próximos meses/anos. Pra começar, lançaremos a ultra premiada Goose Island IPA e a Honker´s Ale, uma Bitter. Ainda sem o dia exato, mas já posso afirmar que em julho elas estarão disponíveis no Empório da Cerveja (n. do e.: site exclusivo da AmBev) e nos principais pontos de venda de SP, RJ e BH. Na capital paulista, por exemplo, já temos até o local de lançamento fechado, faremos primeiro uma palestra/bate-papo com o Mike (Seigel, cervejeiro da Goose Island) e mais alguns integrantes da Goose, no Instituto da Cerveja, e depois lançaremos no Empório Alto dos Pinheiros. Se você é apaixonado por cerveja, já se sinta convidado!

IPA e Honkers Ale, as cervejas de estreia

IPA e Honkers Ale, as cervejas de estreia

BREJAS – A empresa tem planos para trazer mais rótulos ao Brasil? Há estratégias definidas nesse sentido?

ML – Sim, ainda estamos fechando o que traremos, mas neste ano quero lançar pelo menos mais duas cervejas além destas. Uma delas será a colaborativa que faremos entre a mineira Wäls e a Goose Island. O estilo ainda é segredo, mas será uma cerveja ultra complexa envelhecida em barril de cachaça mineira. O Zé (Felipe, da Wäls) o Mike já estão se falando e, nesse caso, eu só palpito e torço para degustar o quanto antes!

BREJAS – Por ser um ícone cervejeiro, quase um Santo Graal do mundo da cerveja, a pergunta é inevitável: Há algum plano para trazer a mítica Bourbon County ao Brasil?

ML – Sim, há planos, mas nada confirmado. A produção da Boubon County é mega complexa e restrita, e mesmo nos EUA é difícil encontrá-la. Há duas semanas eu estava em Chicago fechando os últimos detalhes do lançamento e vimos um vídeo do lançamento da última “safra” Bourbon. É impressionante, a fila era imensa, pessoas virando noite na rua no frio do inverno de Chicago. Ver todo mundo neste nível de expectativa é contagiante. Só uma cerveja com nota 100 no site Ratebeer e 4,8 no BREJAS consegue ter tanta força. Ainda não há data, mas vou trabalhar para trazê-la para o Brasil assim que possível.

BREJAS – Como você se tornou o “homem-chave” da Goose Island no Brasil? Como foi a decisão da AB-Inbev e como você a recebeu?

ML – Há um ano sou o responsável pelas marcas importadas de cervejas especiais de AMBEV (Leffe, Franziskaner, Hoegaarden e Patagonia). Vim de um outro mercado, com características muito diferentes, mas a adaptação foi fácil, nada como trabalhar com algo que você ama, que é a cerveja. No início, o trabalho foi arrumar a casa, entender e criar as estratégias, estudar o portfólio ideal, desenhar as ações e processos. Agora, comecei a colocar o carro na rua. Sobre a Goose Island, desde que a conheci, me apaixonei, virou a minha protegida fácil, fácil… Visitei a cervejaria duas vezes para conhecer mais sobre sua história, aprender mais sobre a produção de suas cervejas e também sobre a cultura de Chicago que está tão enraizada na marca. Sinceramente, parece um sonho trazer essa cerveja ao Brasil, está sendo um prazer!

BREJAS – O novo presidente da Ambev, Bernardo Pinto Paiva, declarou que a empresa está focada no “share of throat”, ou seja, na participação da empresa no total de bebidas consumidas no País. Nesse sentido, a “briga” não é com as outras cervejarias – artesanais ou não -, mas sim com a “garganta” dos consumidores de outras bebidas, como vinho, whisky, vodka, etc. Como você vê essa diretriz?

ML – Eu entendo menos como uma briga contra outros tipos de bebidas alcoólicas e mais como uma ampliação do território da cerveja! E no fim, só quem tem a ganhar são os consumidores que terão acesso a cada vez mais tipos e estilos de cerveja, além dos outros tipos de bebidas já conhecidas. Um bom exemplo para mim é a Wäls Brut, ela é a Champangne da cerveja! Para produzi-la, seguimos o autêntico método “Champenoise”, mega artesanal e, pode demorar até 1 ano e meio para finalizar o processo.

BREJAS – Sua atuação na empresa está focada unicamente na Goose Island ou também em outras frentes?

ML – Eu cuido de todas as Importadas, muito trabalho, mas quando você trabalha com o que gosta fica fácil. Hoje, trabalho com a alemã Franziskaner, as belgas Leffe e Hoegaarden e começaremos um bom trabalho com a Patagonia, marca Argentina que queremos crescer muito no Brasil.

ATENÇÃO, LEITOR! Na semana que vem, publicaremos também com exclusividade entrevista com o mestre-cervejeiro da Goose Island, Mike Seigel. Aguarde!

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Porque uma associação pode nos representar mais do que lutarmos sozinhos

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Gente, confesso que não tinha muita crença nesta Abracerva. Para mim, durante todo este tempo em que a associação foi criada, pouco mais de um ano, nada vinha sendo feito em prol do segmento cervejeiro artesanal. Ouvia críticas e acho que corroborava com elas, mesmo sem ter feito esforço para ajudar na criação ou fortalecimento do grupo. Até que durante uma discussão em Buenos Aires, durante a South Beer Cup, envolvendo vários microcervejeiros, produtores e players do mercado brasileiro, fiquei sabendo das ações semanais da diretoria da Abracerva, pagando do próprio bolso para ir a Brasília fazer lobby pelas causas mais prementes do setor, tais como a carga tributária desonesta e insana que incide sobre ele. Foi a partir daí que caí em mim e vi que existe força somente onde depositamos nossos esforços e nossa confiança. Somado a isso, percebi que as pessoas envolvidas no direcionamento da Abracerva pensam com espírito de corpo, e não com a cabeça de lucrar sozinhas. Acho que podemos e merecemos ter uma associação forte, que represente o setor cervejeiro artesanal. Necessitamos disso, do contrário o setor será engolido.

Eu não sou cervejeira, não produzo, não represento marcas, não vendo cerveja, mas tenho transitado neste meio nos últimos 8 anos colocando meu ofício de jornalista à disposição. Meu interesse é que sejamos fortes como uma cadeia, em que até mesmo simples jornalistas como eu interessados na causa tenham lugar e voz. Por isso desde o dia 1 de junho coloquei o canal de comunicação que administro , a Rádio Pão e Cerveja, à disposição da Abracerva. A partir de então, todas as segundas-feiras, às 17 horas, colocarei no ar o programa Abracerva em Ação, para divulgar todas as atividades, conquistas, batalhas e ações dessa associação. Convido todos a ouvirem e, mais que isso, participarem com sugestões, perguntas, avaliações e críticas construtivas.

Aqui vai o link para a Rádio Pão e Cerveja – www.paoecerveja.net.br

E para quem perdeu o primeiro programa, com o editor deste site e diretor de Comunicação da Abracerva, Maurício Beltramelli, ouça e baixe  por aqui: https://soundcloud.com/paoecerveja/radio-pao-e-cerveja-abracerva-em-acao-1-20150601

 

ABRACERVA em ação

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Logo_abracerva

A ABRACERVA – Associação Brasileira da Cerveja Artesanal, entidade que reúne as microcervejarias em nível nacional, acaba de publicar em sua página do Facebook um boletim sobre as atividades que estão em andamento em prol da classe.

Mesmo com a atual diretoria haver tomado posse há cerca de apenas três meses, os trabalhos estão a pleno vapor. Além de estarem estruturando a organização (Secretaria, Tesouraria, organização de cadastros de associados, controle de pagamentos etc.), o presidente Jorge Gitzler tem feito inúmeras viagens a Brasília em reuniões com a Receita Federal e outros órgãos governamentais. Todos os membros da diretoria vêm ajudando nessas incursões.

Acompanhe o teor do último Boletim aos associados:

“Chegamos novamente até você para noticiar o que a Abracerva vem fazendo, e de que forma vem atuando em benefício da classe.

– LEI 13.097

Nos últimos dias, estivemos presencialmente em várias reuniões em Brasília, tando no Setor de Bebidas quanto na Receita Federal. Elas aconteceram em razão dos desdobramentos da Lei 13.097.
Ocorre que, em razão de puro desconhecimento governamental, vem havendo uma grande dificuldade dos entes do governo na definição do termo “cerveja especial”. É preciso notar, ainda, que há forças políticas e econômicas atuando fortemente para perpetuar essa ignorância, de forma a prejudicar a maioria das microcervejarias de qualquer benefício fiscal federal. Nossos esforços para que isso não aconteça estão sendo intensos.

– DIA DA CERVEJA ARTESANAL SEM TRIBUTOS

Para os próximos dias, estamos preparando a divulgação do “Dia da Cerveja Artesanal Sem Tributos”. Contaremos com a colaboração de cervejeiros e donos de pontos de venda para promover vendas de cervejas artesanais sem impostos. A ideia é chamar a atenção da população para o que vem ocorrendo, e nossas reivindicações serem mais bem-vistas.

– REGULARIZAÇÃO DOS ASSOCIADOS

Admitimos o atraso nesse particular. Todavia, estamos envidando esforços para que a situação se regularize nos próximos dias.

– SIMPLES

Estamos reiniciando nosso trabalho em Brasília em prol da inclusão das microcervejarias no sistema tributário do Simples Nacional.

– MAPA

Nos próximos dias iremos iniciar trabalho junto ao Ministério da Agricultura para que uma nova legislação concernente a cervejas especiais seja regularizada de imediato, sem esperar posicionamento por parte do MERCOSUL.

Sentimos-nos na obrigação de alertar que iniciativas regionais no sentido de abordar políticos ou outros entes governamentais, embora bem-intencionadas, serão mais efetivas e representativas se estiverem apoiadas pela ABRACERVA, a qual representa toda a classe a nível nacional. No momento, tudo o que mais precisamos é de UNIÃO, e todas as sugestões e colaborações são mais que bem-vindas. As portas desta entidade estão abertas a todos os debates construtivos e iniciativas positivas.

Reiteramos nosso pedido de confiança e apoio a esta nova diretoria, que em tão pouco tempo em atividade (3 meses), já realizou e vem realizando muito em prol do setor microcervejeiro. “

A ABRACERVA ainda conclama os microcervejeiros a se aliarem a essas lutas associando-se à entidade, de forma a garantir a sua legitimidade, e fortalecer as reivindicações.

Para este Blog, a entidade anunciou também uma nova forma de comunicação não apenas com os associados, mas com o meio cervejeiro em geral, abrindo mais canais de comunicação e publicizando tudo o que vem feito em benefício da classe.

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