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Organização do Concurso Brasileiro de Cervejas divulga apresentação dos jurados

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Menos de um mês após anunciar a seleção de jurados da quarta edição da principal competição cervejeira do país, a organização do Concurso Brasileiro de Cervejas formalmente apresenta os jurados, todos escolhidos entre profissionais ligados ao setor.

Veja quem são os 48 homens e mulheres que escolherão, em março, as melhores cervejas do Brasil:

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ALEJANDRO BALDENEGRO (Uruguai)

Atualmente trabalha como gerente de produc?a?o em uma fa?brica de transformadores (Partuluz SA). Comec?ou com Homebrew em 2006 e e? um dos so?cios fundadores da Davok Brewmaster desde 2008. A marca ja? ganhou três medalhas em 2011 e 4 em 2012.

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ALEX CAMPANINI (Itália)

Sócio desde 2008 da cervejaria Doppio Malto (Itália), onde é mestre cervejeiro e biersommelier. Formado com excelência em biersommelier pela Academia DOEMENS de Munique.

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ALEXANDRE BAZZO (Brasil)

Engenheiro de alimentos, cervejeiro responsável pela cervejaria Bamberg (Votorantim-SP), mestre em estilos de cerveja, jurado internacional e sommelier de cerveja.

ALEXANDRE WECKL (Brasil)

Biersommelier pela Doemens  Akademie (Alemanha), Mestre Cervejeiro pela VLB Berlin e assistente técnico da maltaria Agrária.

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ANA CAROLINA ODA (Brasil)

Uma das primeiras profissionais formadas em gastronomia a se especializar em cervejas do Brasil. Fez seu primeiro trabalho com cerveja em 2005, mas naquela época ainda não imaginava que esse seria o seu futuro. Somente depois da faculdade de gastronomia e de alguns estágios em cozinha, em 2008, começou a trabalhar, quase que sem querer, no mundo dos copos e maltes. Após experiências como assistente de consultoria – com Cilene Saorin, bar – Melograno , importadora – Tarantino e uma expedição gastronômica de 90 dias na Europa, atua hoje no mercado como gerente de cerveja na Cia. Tradicional de Comércio, sommelière do Ici Brasserie e professora do Science of Beer Academy.

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ANA PAULA ALMEIDA (Brasil)

Mestre-cervejeira graduada em Engenharia de Alimentos pela PUC-PR. Participou do Curso Técnico em Cervejaria no Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas – SENAI – Vassouras – RJ, especializando-se também no Siebel Institute of Technology nos Estados Unidos e Doemens Academy na Alemanha. Trabalhou por 12 anos na Ambev em coordenac?a?o de a?reas do processo de elaborac?a?o de cervejas em diversas plantas no Brasil e também no Centro de Desenvolvimento Tecnológico, atuando em pesquisa e desenvolvimento de novas mate?rias- primas, novos processos e novos produtos. Tem passagens pelo grupo Imerys como gerente te?cnica divisa?o de Filtrac?a?o e atualmente trabalha para a Novozymes como Especialista em Cervejaria na America Latina. Participa como jurada de concursos nacionais e internacionais de cervejas como o Festival Brasileiro de Cervejas, World Beer Cup e European Beer Star.

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ANA PAULA NOGUEIRA NICOLINO (Brasil)

Engenheira de Alimentos e Mestre em Química de Alimentos. Realizando doutorado em Alimentos e Nutrição – Análise Sensorial. Sommelier de Cerveja e Mestre em Estilos. Degustadora líder de painel, treinada desde 2001 pelo Dr. Bill Simpson, Consultoria Cara Technology. Professora eventual em cursos de Pós Graduação. Experiência de 18 anos em Indústria de Bebidas com passagens pela AmBev e Brasil Kirin e atualmente no Grupo Petrópolis.

ANTONIO LUIZ DE ALMEIDA MACEDO (Brasil)

Engenheiro químico e mestre cervejeiro pela Faculdade de Agronomia da Universidade Católica de Louvain, Bélgica, com 34 anos de experiência em grupos cervejeiros nacionais, 3 anos de experiência em indústrias de alimentos e professor de Tecnologia Cervejeira.

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CARL KINS (Bélgica)

Renomado jurado, presente nas principais competições internacionais como World Beer Cup, Great American Beer Festival, Birra Dell’Anno, Champion Beer of Britain, Australian Beer Cup, Beer Challenge UK, European Beer Star, Mondial de la Bière, Dutch Beer Challenge. Escreve sobre cervejas para as publicações, Zytholoog (Bélgica), Fermento Birra (Itália) e Beer Connoisseur (EUA).

Carlos Ruiz

 

CARLOS RUIZ (Venezuela)

Braumeister, graduou-se pela Weihenstephan em 1993. Mudou para a Alemanha, trabalha como Gerente Internacional de Vendas e Prokurist no HVG eG. Realiza palestras sobre vários temas cervejeiros em congressos e instituições de ensino. Viaja pelo mundo para promover a qualidade e variedades de lúpulo alemão.

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DANIEL WOLFF (Brasil)

Sommelier de Cervejas, juiz internacional, fundador e diretor da rede de lojas de cervejas especiais Mestre-Cervejeiro.com. com mais de 50 pontos de venda em todo o Brasil.

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DANIELA DE CASTRO DEZORDI (Brasil)

Engenheira Química com mestrado em cervejaria na Bélgica – UCL e sommelier de cerveja pelo Senac/Doemens. Iniciou sua carreira na AmBev onde permanece até hoje. Trabalhou em 3 diferentes plantas e responsável pelo desenvolvimento de novas matéria-primas e suporte técnico para redução de perdas no processo cervejeiro. Atualmente, é Gerente Corporativa de Qualidade Interna da Ambev que abrange Brasil e Caribe. Faz parte do painel técnico de degustadores corporativos, degustando produtos de todas as cervejarias.

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DANIELA VALVERDE (Brasil)

Formada em Relações Públicas, com pós graduação em Marketing. Com oito anos de experiência no mercado de bebidas e cerveja, e passagem pelo Sistema Coca-Cola, atualmente é responsável pela área de Comunicação Corporativa da HEINEKEN Brasil e Sommelier de Cerveja.

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ELI COELHO JUNIOR (Brasil)

Sommelier de cervejas, distribuidor Saint Bier, Coruja e Barco para região de Blumenau e representante Beer Maniacs para o estado de Santa Catarina, com as marcas Brooklyn, Harviestoun, Tennent’s, Magner’s entre outras. Atua no meio cervejeiro desde 2002, sendo pioneiro na comercialização de cervejas especiais em Florianópolis. Juiz em concursos como os da Acerva, Weyermann, Eisenbahn, Bierland e Festival Brasileiro da Cerveja.

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ELISABETH PIERRE (França)

Jurada internacional, palestrante, instrutora de cervejas do Hotel School da Universidade de La Rochelle no DU Brasseur. Como autora, participou de edições de bolso do Beer Book, escreveu o primeiro Guia Beer Hachette, que tem segunda edição prevista para 2016.

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FABIANA ARREGUY CORREA (Brasil)

Sócia-diretora da Academia Sommelier de Cerveja de MG e criadora e editora da Rádio Web Pão e Cerveja. Colunista diária na Rádio CDL FM de Belo Horizonte onde apresenta a coluna Pão e Cerveja. Colunista do Jornal Estado de Minas onde assina a coluna Líquido e Certo. Professora do curso de pós graduação em Tecnologia Cervejeira da universidade UNI-BH.

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FERNANDO CAMPOY OSSET (Espanha)

Bioquímico, fundador, mestre cervejeiro e designer de todos os equipamentos de Domus Brewery em Toledo, Espanha. Professor no curso especial “Expert in Microbrewery” Universidade de Alicante. Jurado internacional.

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GIL LEBRE ABADE FRANCO (Brasil)

Criador do blog A Perua da Cerveja, Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos. Gil Lebre é atual vencedor do Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas e recentemente disputou o IV Campeonato Mundial de Sommelier de Cervejas.

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GUSTAVO MIRANDA (Brasil)

Engenheiro químico, mestre cervejeiro diplomado pela VLB – Berlin, pós-graduado em Engenharia Econômica e Administração Industrial, MBA Executivo e Sommelier de Cervejas pelo SENAC/Doemens. Profissional com mais de 30 anos de atuação na área de bebidas e cervejaria. Trabalhou no Centro de Tecnologia SENAI Alimentos e Bebidas (SENAI RJ) com serviços técnicos e de consultoria. Atualmente desenvolve trabalhos de treinamento e consultoria no mercado cervejeiro é professor do Science of Beer Institute.

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HERBERT SCHUMACHER (Brasil)

Sommelier de cervejas, professor da Escola Alemã de cervejas, diretor da Cervejaria Abadessa.

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HUMBERTO FRÖHLICH (Brasil)

Engenheiro pela UFRGS e cervejeiro caseiro desde 2005. É juiz BJCP nível nacional e sócio-proprietário da Cervejaria Babel, de Porto Alegre (RS).

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JAIME OJEDA (Chile)

Criador da ConEspuma.com, espaço de difusão da cultura cervejeira no Chile. Proprietário e cervejeiro da LOOM BrewPub / Assessor Técnico GeCorp. Experiência de 10 anos no mercado de cervejas. Fez alguns cursos no Siebel Institute (EUA), especializando-se em maceração, fermentação e tecnologia de fabricação de cerveja. É juiz de competições internacionais como Copa América, South Beer Cup e Concurso Brasileiro de Cervejas.

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JAN LICHOTA (Polônia)

Jan Lichota é cervejeiro e repórter. Depois de seus estudos na Espanha, Alemanha e Bélgica, passou uma década na The Brewers of Europe trabalhando com a comércio internacional. Membro do Conselho Executivo da União Europeia e Polish Beer Consumers.

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JOS BROUWER (Holanda)

Membro da organização cervejeira PINTA e editor-chefe da revista PINT. Jurado em competições internacionais, incluindo World Beer Cup, European Beer Stars, International Beer Cup (Japão), Brussels Beer Challenge, Birra Dell’anno, Mondial de la Bière. Jos é engenheiro de software especializado em automação industrial.

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JOSHUA OAKES (Canadá)

Editor do site Ratebeer.com, é a pessoa encarregada de todas as informações sobre cerveja no sítio. Nativo de Vancouver, Josh viaja o mundo em busca de cervejas.

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JUNGHOON YOON (Coreia do Sul)

Vice-presidente da Platinum Craft Brewing Co., Ltd. na Coreia e China. É formado pela UNLV – Hotel Management & UC, Davis e trabalhou em várias microcervejarias nos EUA, Coréia e China. É membro do The Institute & Guild of Brewing no Reino Unido e jurado do World Beer Cup, European Beer Star e International Beer Cup.

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KÁTIA JORGE (Brasil)

Química, mestre e doutora com ênfase em cervejaria, Sommelier de Cerveja, Consultora e Professora em Tecnologia Cervejeira e Gestão Sensorial.

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LEONARDO SEWALD (Brasil)

É sócio-proprietário da Cervejaria Seasons (Porto Alegre/RS), cervejeiro formado pelo Siebel Institute of Technology de Chicago (EUA), é consultor de mercado para novos negócios, membro da Brewers Association, da American Society of Brewing Chemists (ASBC) e Master Brewers Association of Americas (MBAA). Sócio-fundador da ACerva Gaúcha e homebrewer há mais de 10 anos.

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LEONARDO BOTTO (Brasil)

Cervejeiro artesanal, consultor de microcervejarias para elaboração de novas receitas, sommelier de cervejas e empresário, Leonardo Botto é fundador e ex-presidente da ACervA Carioca , além de professor de mais de 1600 alunos pelo Brasil, seja em cursos de formação de sommeliers ou de produção de cervejas.

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LUC DE RAEDEMAEKER (Bélgica)

Tasting Director & Project Manager do Brussels Beer Challenge. Responsável por organizar eventos de degustação e harmonização. Jurado em concursos internacionais, sommelier de cerveja pela Doemens Akademie, de Munique.

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MARCO FALCONE (Brasil)

Cervejeiro e sócio da Falke Bier, vice presidente do Sindbebidas/FIEMG, presidente do Conselho Deliberativo da Acerva Mineira, Marco Falconi é Sommelier de Cerveja pela Doemens Akademie de Munique e SENAC/SP, Membro da Associação dos Sommeliers de Cerveja da Alemanha, Sócio e fundador da Academia Sommelier de Cerveja, professor do curso de Sommelier de Cerveja do Science of Beer Institute, Escola Superior de Cerveja e Malte e Doemens Akademie, membro e fundador do NEC – Núcleo de Estudo da Cerveja, criador, desenvolvedor e professor do Curso Introdução ao Estudo da Cerveja – SENAC/MG e juiz internacional de cerveja.

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MARCUS VINÍCIUS DAPPER (Brasil)

Mestre Cervejeiro e Malteiro pela Doemens Akademie – Munique – Alemanha. Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos de Cervejas pelo Instituto da Cerveja Brasil. Em 23 anos de profissão, acumula experiências em grandes grupos cervejeiros (AB InBev, Brasil Kirin), atuando nas áreas de Processos Industriais, Qualidade Assegurada, Projetos e R&D. Foi o Mestre Cervejeiro da Baden Baden (Campos do Jordão – SP) de 2012 à 2014. Atualmente, é o Mestre Cervejeiro da Dama Bier (Piracicaba – SP) e Docente no Instituto da Cerveja Brasil.

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MATEO SANZ SANTOS (Espanha)

Co-proprietário e mestre cervejeiro da Cerveza San Frutos (Espanha). Consultor em cerveja, jurado internacional no IBC Japão e CICA-Espanha e membro fundador do ICAI.

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MAURICIO BELTRAMELLI (Brasil)

Autor dos livros “Cervejas, Brejas e Birras” e “As 100 Melhores Cervejas Brasileiras”, sommelier e mestre em estilos de cervejas, juiz internacional de cervejas, docente de sommeliers de cervejas, editor do site Brejas.com e sócio-proprietário do Bar Brejas.

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PABLO CARVALHO (Brasil)

Sommelier de Cerveja pela Academia Sommelier de Cervejas, instrutor dos cursos Produção de Cervejas, Produção de Cervejas Caseiras, Degustação e Harmonização de Cervejas. Consultor de cervejas e cervejeiro caseiro com várias cervejas premiadas, finalista do “I Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn” 2008 com a cerveja “La Roche Sarsgaard Blonde” e jurado internacional.

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PATRICK ZANELLO (Brasil)

Mestre cervejeiro pelo Siebel Institute (EUA) e pela Doemens Akademie (Alemanha). Juiz Certificado BJCP, tendo julgado campeonatos nacionais e internacionais. Mestre Cervejeiro pela Cervejaria Colorado (Ribeirão Preto/SP) e Schornstein (Holambra/SP) e Beltway (EUA). Trabalha atualmente como mestre cervejeiro na Cervejaria Schornsten.

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PATRICK JOHNSON (Inglaterra)

“Paddy” é mestre cervejeiro qualificado através do IBD (Institute of Brewing and Distilling), tendo trabalhado em 9 grandes cervejarias do Reino Unido. Em 2010, ele começou sua própria cervejaria Craft – Windsor e Eton Brewery que agora produz casks, kegs e produtos engarrafados para o Reino Unido e outros países.

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PEKKA KÄÄRIÄINEN (Finlândia)

Jurado internacional, tendo participado quatro vezes do European Beer Star.

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RICARDO CANABRAVA FRANÇA (Brasil)

Bacharel em ecologia pela UFMG, mestre cervejeiro na Université Catholique de Louvain, Bélgica. Há 27 anos atuando em indústria cervejeira, com passagem por grandes grupos, como Brahma, Femsa e cervejaria artesanais. Atualmente gerente da fábrica da Wäls em Belo Horizonte – MG.

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RICARDO ANDRES SOLIS IBACACHE (Chile)

Engenheiro de Alimentos pela Universidade de Sunderlad. Está há mais de 12 anos na indústria de cerveja, e hoje é o Diretor Acadêmico do Instituto Cervezas de América, Jurado BJCP e representante chileno do BJCP.

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RICHARD HODGES (Alemanha)

Formado em Ciência pela Universidade do Texas (EUA) com passagem de dois anos pela Weihenstephan. Mestre cervejeiro pela Doemens e Mestre cervejeiro pela Trade Association of Munich and Upper Bavaria. Tem passagem pelas cervejarias: Hub City Brewery (Texas), Gasthaus Brauerei Alt (Alemanha), Fabbrica Birra Busalla (Itália),
CREW Republic/Crew Alewerkstatt (Alemanha). Atualmente é mestre cervejeiro da Berliner Berg Brauerei (Alemanha). Tem treinamento sensorial em Weihenstephan e Doemens e é juiz internacional de cervejas.

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ROBERTO ALVES DA FONSECA (Brasil)

É jornalista formado desde 1998. Já trabalhou na Folha de S. Paulo e Jornal da Tarde, nas áreas de Esportes e Política. Escreve sobre cerveja desde 2006, tendo publicado artigos no caderno Paladar, de O Estado de S.Paulo, Revista Menu e em blog no site da VejaSP.

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RODOLFO MARIO ANDREU VALDES (México)

Sócio fundador e mestre cervejeiro na Cervecería Primus, no México. Tem participado como Jurado de Cerveja em competições internacionais, tais como: European Beer Star Awards (Alemanha), World Beer Cup (EUA). Membro e organizador da maior competição de cerveja na Cidade do México, “Cerveza México.”

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RODOLFO VARGAS REBELO (Brasil)

ngenheiro químico, mestre malteiro/cervejeiro e Biersommelier pela Doemens Akademie. Trabalhou no Grupo Petrópolis e é consultor de microcervejarias desde 2011. Atualmente é Professor da Escola Superior de Cerveja e Malte, estudante de mestrado em Engenharia Química na Universidade Regional de Blumenau e sócio-fundador da Malteria Blumenau, gerenciando produção e desenvolvimento de maltes especiais.

Sady Homrich

SADY HOMRICH (Brasil)

Engenheiro Químico desde 1989, homebrewer desde 1983, consultor de cervejas especiais das redes SONAE e Wal-Mart de 2005 a 2011, curador do Projeto Extra-malte de 2007 a 2014, colunista de cervejas da Folha de São Paulo de 2012 a 2014; colunista da Revista da Cerveja e consultor cervejeiro d’Os Destemperados. Jurado do Concurso Brasileiro de Cervejas e do Mondial de la Bière, entre outros.

Simonmattia Riva

SIMONMATTIA RIVA (Itália)

Campeão Mundial do Campeonato de Sommelier de 2015. É sommelier de cerveja pela Doemens Akademie e jurado internacional do European Beer Star, Birra Dell’Anno e importantes concursos italianos de cervejeiros caseiros.

SUNSHINE KESSLER

SUNSHINE KESSLER (Estados Unidos)

Nascido e criado em Miami Beach, Flórida. Sunshine apaixonou-se por cerveja durante a década de 90. Desde então, tem degustado milhares de cervejas de todo o mundo. Já visitou cervejarias, destilarias e bares em todos os continentes habitáveis.

Theo

THEO FLISSEBAALJE (Holanda)

Autor para Pint-Magazine (Holanda) fundador e executivo nacional da PINTA , co-fundador e presidente da StiBON (Instituto Holandês de Educação em Cerveja). Tem experiência como jurado internacional em competições como World Beer Cup, European Beer Star, Birra Dell’Anno, Brussels Beer Challenge – The Beer Cup Internacional (IBC) Tóquio / Yokohama, Dutch Beer Challenge e Killarney Beer Awards (Irlanda).

Mais informações na página oficial do Concurso Brasileiro de Cervejas.

10 perguntas e respostas sobre o Concurso Brasileiro de Cervejas

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ConcursoBrasileiroCervejas

O Concurso Brasileiro de Cervejas é a principal competição do mercado cervejeiro da América Latina, elegendo todos os anos as melhores cervejas produzidas em solo nacional. Porém, por desconhecimento ou desinformação, muita gente ainda tem dúvidas sobre vários aspectos do concurso. Como membro do Corpo de Jurados da competição, recebo muitas perguntas. Nesse post, respondo às mais comuns.

1. VI QUE HÁ JURADOS CERVEJEIROS. ELES JULGAM AS PRÓPRIAS CERVEJAS?
R.: Não! Jamais! A organização sempre cuida para que os cervejeiros não julguem nem sequer os estilos cujas cervejas estão concorrendo. Em todos os concursos sérios é assim (até na World Beer Cup dos EUA, da qual também sou julgador). Não podemos prescindir do valioso conhecimento dos cervejeiros pra ajudar a eleger as melhores cervejas do país, bastando apenas tomar esse cuidado.

2. O QUE SIGNIFICA A NOVA CATEGORIA “CERVEJA EXPERIMENTAL”?
R.: São as receitas que ainda não foram lançadas no mercado (ou, de outra forma, as que ainda não são vendidas pelas cervejarias), as quais concorrerão, a partir de 2016, a premiações em separado, embora julgadas juntamente com as demais. Elas não concorrerão ao prêmio de Cervejaria do Ano.

3. O QUE SIGNIFICA A NOVA CATEGORIA “CERVEJA BRASILEIRA”?
R.: Trata-se de uma inovação exclusiva do Concurso, que premiará cervejas que utilizam técnicas de processo ou ingredientes (frutas, condimentos, especiarias, leveduras, lúpulo e madeiras) característicos do Brasil.

4. OS ESTILOS DE CERVEJAS A SEREM JULGADOS SÃO DO BJCP?
R.: Não. O Guia de Estilos do BJCP (Beer Judge Certification Program) é utilizado para competições entre cervejas caseiras. Nas competições entre cervejeiros profissionais, o guia mais utilizado no mundo é o da Brewers Association (BA). Os 48 juízes são selecionados pela organização em função de suas capacidades reconhecidas entre os profissionais de cerveja (mestres cervejeiros, sommeliers e profissionais da área com notório saber). Portanto, o Concurso Brasileiro não segue as regras ou é credenciado pelo BJCP.

5. AS FICHAS DE JULGAMENTO SÃO POR PONTUAÇÕES EM CADA QUESITO?
R.: Até 2014, o Concurso Brasileiro utilizava um critério de pontuação numérica conferida para cada quesito (aroma, sabor, etc.). Hoje, segue-se o padrão da World Beer Cup (EUA), no qual não há pontuação numérica nas fichas de avaliação, e os juízes debatem e escolhem as amostras que serão ou não classificadas. É a forma mais justa de premiar.

6. HÁ POSSIBILIDADE DE FRAUDE NAS AVALIAÇÕES?
R.: Não. As avaliações são feitas por meio de amostras numeradas e sem qualquer identificação da cervejaria – o chamado “teste cego”. Nenhum jurado possui acesso à sala onde os copos das amostras são enchidos. Nenhum jurado possui qualquer condição de relacionar o número da amostra à cerveja ou à cervejaria. Um jurado que, a partir das suas percepções sensoriais, estiver certo de que conhece determinado rótulo em julgamento, deve levantar-se da mesa e declarar-se suspeito para julgar (eu mesmo já fiz isso algumas vezes).

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7. OUVI DIZER QUE A MESA DE JULGAMENTO DAS CERVEJAS QUE CONCORREM AO PRÊMIO “BEST OF SHOW” É COMPOSTA APENAS POR JURADOS ESTRANGEIROS. PORQUE?
R.: Justamente para minimizar que algum jurado brasileiro conheça sensorialmente alguma cerveja concorrente. Os jurados estrangeiros, que não têm familiaridade com as cervejas brasileiras, conferem credibilidade ainda maior à competição mais importante da América Latina.

8. UM CERVEJEIRO PODE ENVIAR UMA AMOSTRA DE CERVEJA FEITA SÓ PARA O CONCURSO?
R.: Em tese, pode. Mas quem seria tão estúpido de fazer uma receita inteira de cerveja só pra enviar 15 garrafas e jogar o resto fora? E qual seria a legitimidade de ganhar uma medalha nessas condições?

9. OUVI PESSOAS DIZEREM QUE O CONCURSO “NÃO PREMIA A INOVAÇÃO”. ISSO É VERDADE?
R.: Depende. Concursos cervejeiros premiam, antes de tudo, a conformidade. Como se trata de um concurso do mercado para o mercado, o que se quer é justamente premiar cervejas que traduzem à perfeição os estilos da bebida internacionalmente propostos, fiéis às suas descrições sensoriais. Há, por outro lado, várias categorias de estilos que são “abertas”, sem quesitos técnicos muito específicos e engessados, que convidam à inovação. Cervejeiros que buscam reconhecimento à inventividade devem buscar adequar e inscrever suas amostras nesses estilos.

10. PORQUE O CONCURSO BRASILEIRO DE CERVEJAS É TÃO IMPORTANTE PARA O MERCADO DE CERVEJAS NACIONAL?
R.: Por inúmeras razões, sendo três, a meu ver, as principais, a saber: A) Coloca o mercado cervejeiro em evidência, fazendo com que mais pessoas conheçam o trabalho dos cervejeiros; B) Ter uma medalha do Concurso estampada no rótulo é uma forma de alavancar as vendas e ajudar a aquecer todo o mercado. Uma medalha que você dá (ou que você tira), influencia financeiramente em várias famílias de gente que vive disso, e; C) É um baita reconhecimento pra quem empreende, paga altíssimos impostos, sua a camisa, rala muito e “bate barril” o ano todo numa profissão muitas vezes mal reconhecida. Pra quase todos esses caras, uma medalha vale muito, mas muito mais que dinheiro.

ATUALIZAÇÃO: PERGUNTA SUGERIDA POR INTERNAUTA

11. OUVI DIZER QUE TODAS AS CERVEJAS GANHAM MEDALHAS. É ISSO MESMO?
R.: Não. Na edição de 2015, haviam 874 rótulos para 117 categorias. Cada categoria premia com 3 medalhas (ouro, prata e bronze). Assim, são 351 medalhas em jogo, sendo que muitos estilos não recebem premiações por suas amostras não atingirem o nível de excelência requerido. Então, embora pareça uma “enxurrada” de medalhas, apenas uma minoria das cervejas ganha prêmios.

Espero ter sanado as dúvidas da galera que me pergunta e me escreve a todo momento. Se tiverem outras dúvidas, podem perguntar ou então consultar o regulamento da competição.

Peço a todos para apoiarem o Concurso Brasileiro de Cervejas, uma competição séria e importantíssima pro nosso mercado.

Como degustar e avaliar suas primeiras cervejas

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O Brejas não para de crescer. Recentemente divulgamos a chegada às 100 mil avaliações em nosso ranking de mais de 8.000 cervejas. Mas o que também não para de crescer é a nossa comunidade de avaliadores. Vários já passaram a marca de 1.000 avaliações e centenas de outros chegam todos os dias buscando por referências, aprendizado e até mesmo inspiração para fazer sua primeira degustação de verdade.

Pensando justamente neste público ávido por dicas de como começar no mundo das cervejas especiais e como fazer uma boa avaliação do que está bebendo, resolvemos resgatar algumas regrinhas básicas que usamos aqui no Brejas, reforçando alguns pontos importantes para os iniciantes.

cervejas-degustacao

Créditos: James Palinsad | https://www.flickr.com/photos/99329675@N02/9441217757

1. Os 5 critérios de avaliação devem ser observados um a um

Aroma, aparência, sabor, sensação e conjunto são os 5 critérios de avaliação que utilizamos no Brejas e servem para nos guiar na avaliação de uma cerveja, não somente na questão da nota. Ao parar para analisar cada quesito separadamente, podemos entender melhor o que cada cerveja tem de bom e o que nos faz gostar mais de uma que de outra.

2. Não tenha medo de errar

Você provavelmente não é um profissional da área, um juiz de cervejas ou um mestre-cervejeiro. Portanto, não se cobre demais. Não sabe ainda os termos técnicos? Sem problema, use o vocabulário que vier à cabeça. Não tem certeza do que está identificando na cerveja? Tente descrever da melhor forma possível ou então foque seus comentários nas partes que você se sente mais à vontade.

3. Colar é fundamental

No começo, vale sim colar. Ler a descrição da cerveja, a lista de ingredientes e até a ficha técnica, que pode trazer índice de amargor e estilo, nos ajudam e muito a saber o que esperar e o que procurar em cada cerveja. Dar uma olhada nas avaliações de outros confrades também pode ser um bom guia e muitas vezes nos ajuda com o vocabulário que ainda nos falta. Só não vale fazer copiar&colar da avaliação dos outros hein?

4. Siga seus instintos e seu gosto pessoal

Não é porque todo mundo gosta que você também tem que gostar. Cada um tem um paladar próprio, que muda ao longo do tempo. Tudo bem se você não aprecia um determinado estilo e, pra você, ela nao figura entre suas preferidas e não leva uma boa nota. O objetivo de avaliar cervejas é primordialmente de manter um registro do que já provamos, então lembre-se que você escreve primeiramente para você e não para os outros.

5. Cada cerveja tem seu estilo, sua história e seu propósito

Sempre vamos gostar mais de algumas cervejas e menos de outras. E isso se reflete no seu ranking pessoal. Tudo bem dar nota menores para cervejas que você achar menos complexa. E tudo bem também dar notas altas para cervejas menos complexas e que você adora. De novo, o critério do seu próprio ranking quem define é você.

Porém, lembrem-se que cada cerveja tem sua melhor hora. Cervejas muito alcoólicas e pesadas não são as melhores companhias para um dia na praia. Cervejas muito amargas podem ainda não ser a melhor opção para levar numa reunião com amigos. Considerem isso também na hora de avaliar uma cerveja.

Vamos começar? Que tal um teste cego?

Quer começar a avaliar suas primeiras cervejas de uma maneira bem descontraída? Então faça um teste cego!

Testes cegos são divertidos e reveladores. Rendem boas risadas e muito aprendizado. E nos leva a rever muitos dos preconceitos que temos, acumulados por anos e anos de comentários dos amigos e das propagandas da TV.

Propomos, então, um desafio: na próxima vez que estiver no boteco, combine com o garçom de servir 4 cervejas diferentes, dentro daqueles recipientes que mantém a breja gelada por mais tempo para esconder os rótulos. Certifique-se de pedir ao garçom para retirar o rótulo que vem no gargalo e também trazer as cervejas já abertas, sem tampa. As tampinhas podem vir na bandeja, para ajudá-los a saber quais são as 4 brejas a serem identificadas. Reparar na coloração e na espuma, no aroma, no sabor mais doce ou mais amargo, no retrogosto que fica na boca e até mesmo em qual tem mais ou menos gás é bem revelador.

Quer aumentar um pouco o nível de dificuldade? Coloque uma breja nova, que pouca gente tomou, como a recém lançada puro malte Adriática. Com certeza vai dar nó na cabeça da galera.

Cervejarias artesanais no Simples: Recomeçando a campanha

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Simples_Senado

O projeto para a aplicação do regime tributário do Simples Nacional para as cervejarias artesanais foi aprovado na Câmara, e essa vitória, mesmo que parcial, teve muito da SUA participação, que enviou e-mails aos deputados. Agora, ele pode ir à votação no Senado nos próximos dias.

Por isso, conclamamos mais uma vez a nação cervejeira, a todos que admiram e se entusiasmam pelas cervejas artesanais, a enviarem e-mails também aos senadores, PEDINDO A VOTAÇÃO E A INCLUSÃO DAS CERVEJARIAS ARTESANAIS NO SIMPLES NACIONAL. O texto pode ser redigido por cada um, livremente.

Eles têm que entender que cervejas artesanais são feitas por pequenos e independentes produtores, que estimulam o consumo moderado e responsável, e que fomentam o turismo nos locais onde estão implantadas. Hoje, mais de 60% do preço da cerveja é constituído de impostos, os quais penalizam de forma muito mais pesada e injusta as bebidas artesanais, que são elaboradas em muito menor quantidade e com insumos bem mais caros.

Então, mãos à obra! Vamos encher as caixas postais dos senadores! Ajude também compartilhando esta postagem!

Aí vão os endereços (evite enviar para todos os e-mails numa só mensagem, para que não caia nas caixas de spam do Senado):

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Concurso Brasileiro de Cervejas anuncia novas regras para 2016

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Dentre as principais mudanças está a criação da categoria experimental e do estilo Cerveja Brasileira. Competição terá também mais jurados internacionais.

O Concurso Brasileiro de Cervejas, maior e mais importante competição de cervejas da América do Sul, chega a sua quarta edição em 2016. Desde a primeira edição o crescimento em cervejas inscritas vêm superando expectativas e mudanças no regulamento tem sido fundamentais para acompanhar a evolução do concurso.

As mudanças foram realizadas com base no feedback dos jurados, das cervejarias e também em questões observadas pela própria organização no decorrer destes anos. “Todos os e-mails e sugestões encaminhadas foram analisadas e discutidas exaustivamente para que no final tenhamos a melhor formatação de regulamento para o Concurso Brasileiro de Cervejas de 2016”, comenta Amanda Reitenbach, diretora técnica do concurso.

Dentre as principais alterações está a criação da categoria experimental, destinada a cervejas que ainda não foram lançadas pela cervejaria, porém devidamente registradas no MAPA. Estas cervejas serão avaliadas pelos jurados junto com as outras inscritas no estilo. A premiação do estilo também continuará da mesma forma. “Teremos a The Best of Show que escolhe a melhor cerveja do concurso e o The Best of Show Experimental, entretanto as cervejas inscritas na categoria experimental não serão contabilizadas para a escolha da Melhor Cervejaria”, explica a diretora técnica.

Outra mudança é com relação a premiação da The Best of Show. Neste ano, as cervejarias devem indicar até cinco rótulos inscritos para participar da escolha da melhor cerveja do concurso. Além da indicação, os rótulos precisam ter recebido medalhas de ouro ou prata na avaliação dos jurados.

Outra grande novidade é inclusão do estilo Cerveja Brasileira, criado pela comissão organizadora do concurso. “Buscamos valorizar a grande variedade de ingredientes brasileiros que podem ser adicionados à cerveja”, comenta Amanda.

Além disso, a comissão organizadora destaca outros pontos importantes do novo regulamento como a mudança no número de garrafas enviadas; a obrigatoriedade de identificação em todas as garrafas enviadas para que cerveja inscrita não seja desclassificada; a proibição de inscrição da mesma cerveja em diferentes estilos e a importância de enviar junto com a cerveja condimentos, especiarias, frutas e qualquer outro ingrediente diferenciado utilizado na produção da cerveja, seja em formato de geleia, ou extrato ou outra forma que preserve as características do produto. “Este procedimento é de fundamental importância na análise da cerveja que está sendo julgada, principalmente se ela for avaliada por um jurado internacional”, destaca.

Para avaliar o grande volume de cervejas que devem participar do concurso, a comissão organizadora anuncia também um corpo de jurados maior e com mais participações internacionais. Nesta edição, são 21 convidados internacionais de 16 países. Juízes da Espanha, Bélgica, Coréia do Sul, Estados Unidos, Japão, Itália, México, Chile, Finlândia, Uruguai, Venezuela, Polônia, Inglaterra, França, Holanda, Canadá e Alemanha irão compor as mesas do júri ao lado de 27 brasileiros.

O novo regulamento do VI Concurso Brasileiro de Cervejas já está disponível no site do concurso www.festivaldacerveja.com/concurso. Esclarecimentos e maiores informações no [email protected] .

Lista de jurados

ALEJANDRO BALDENEGRO (Uruguai)

ALEX CAMPANINI (Itália)

ALEXANDRE BAZZO (Brasil)

ALEXANDRE WECKL (Brasil)

ANA CAROLINA ODA (Brasil)

ANA PAULA ALMEIDA (Brasil)

ANA PAULA NOGUEIRA NICOLINO (Brasil)

ANTONIO LUIZ DE ALMEIDA MACEDO (Brasil)

CARL KINS (Bélgica)

CARLOS RUIZ (Venezuela)

DANIEL WOLFF (Brasil)

DANIELA DE CASTRO DEZORDI (Brasil)

DANIELA VALVERDE (Brasil)

ELI COELHO JUNIOR (Brasil)

ELISABETH PIERRE (França)

FABIANA ARREGUY (Brasil)

FERNANDO CAMPOY OSSET (Espanha)

GIL LEBRE ABADE FRANCO (Brasil)

GUSTAVO MIRANDA (Brasil)

HERBERT SCHUMACHER (Brasil)

HUMBERTO FRÖLICH (Brasil)

JAIME OJEDA (Chile)

JAN LICHOTA (Polônia)

JOS BROUWER (Holanda)

JOSHUA OAKES (Canadá)

JUNGHOON YOON (Coreia do Sul)

KÁTIA JORGE (Brasil)

LEONARDO SEWALD (Brasil)

LEONARDO BOTTO (Brasil)

LUC DE RAEDEMAEKER (Bélgica)

MARCO FALCONE (Brasil)

MARCUS VINICIUS DAPPER (Brasil)

MATEO SANZ SANTOS (Espanha)

MAURICIO BELTRAMELLI (Brasil)

PABLO CARVALHO (Brasil)

PATRICK ZANELLO (Brasil)

PATRICK JOHNSON (Reino Unido)

PEKKA KÄÄRIÄINEN (Finlândia)

RICARDO CANABRAVA FRANÇA (Brasil)

RICARDO ANDRES SOLIS IBACACHE (Chile)

RICHARD RODGES (Alemanha)

ROBERTO ALVES DA FONSECA (Brasil)

RODOLFO VARGAS REBELO (Brasil)

RODOLFO MARIO ANDREUS VALDES (México)

SADY HOMRICH (Brasil)

SIMONMATTIA RIVA (Itália)

SUNSHINE KESSLER (Estados Unidos)

THEO FLISSEBAALJE (Holanda)

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48 JURADOS

16 PAÍSES

27 JURADOS BRASILEIROS

21 JURADOS ESTRANGEIROS

Fonte: Science of Beer

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