Blog do BREJAS

Avaliador +1000: Jota Fanchin Queiroz

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Dando continuidade à serie de bate-papo com os avaliadores do Brejas que passaram de 1.000 avaliações, hoje vamos conhecer um pouco mais o Jota, o segundo a chegar nesta incrível marca. Além de avaliar as cervejas aqui com a gente, ele também posta em seu próprio site, intitulado O Contador de Cervejas, que vale uma visita.

Jota Fanchin Queiroz

Perfil no Brejas: http://www.brejas.com.br/perfil/jota-fanchin-queiroz
Cidade: Curitiba/PR
Blog: 
http://bardojota.blogspot.com.br/

Participa do Brejas desde: 27 Fevereiro de 2009
Cadastro de número: 523
Primeira avaliação: 27 Fevereiro de 2009
Completou 1.000 avaliações: 15 de marco de 2014
Dias para 1.000 avaliações: 1842 dias (média de 0,54 cervejas por dia)

Estilo Favorito: Barley Wine
Cerveja pra ter na geladeira: Way APA

1. Como você conheceu o Brejas?
Quando embarquei no mundo das cervejas de verdade, isso lá pelo final de 2009, automaticamente encontrei no Brejas uma referência. Durante muito tempo ao degustar uma cerveja comparava minhas percepções com as de confrades mais graduados. Aprendi muito com o Brejas. Continuar lendo ‘Avaliador +1000: Jota Fanchin Queiroz’

Avaliador +1000: Francisco Lima

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Começaremos com o Francisco Lima, vulgo Kiko, a nossa série de bate-papos com nossos quatro avaliadores que passaram a marca de 1.000 avaliações aqui no Brejas.

O Francisco foi o primeiro a chegar nesta marca e uma das coisas que me chamou a atenção foi que ele vivia incluindo cervejas que estavam na lista das 1001 cervejas para beber antes de morrer.  Também foi o que conseguiu o feito de forma mais rápida, em apenas 505 dias.

Conheça agora um pouco mais deste beer hunter.

Francisco Lima

Perfil no Brejas: http://www.brejas.com.br/perfil/francisco-lima
Cidade: São Paulo/SP

Participa do Brejas desde: 07 Agosto de 2012
Cadastro de número: 12954
Primeira avaliação: 9 de Outubro de 2012
Completou 1.000 avaliações: 26 Fevereiro de 2014
Dias para 1.000 avaliações: 505 dias (média de 1,98 cervejas por dia)

Estilo Favorito: American IPA, American Amber Ale e RIS
Cerveja pra ter na geladeira: Uma IPA bem amarga e aromática e alguma novidade para experimentar.

1. Como você conheceu o Brejas?
Provavelmente foi por alguma procura relacionada com cerveja, o site da Brejas sempre aparece. Continuar lendo ‘Avaliador +1000: Francisco Lima’

Avaliadores +1000

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mil-cervejas

O primeiro semestre de 2014 vai ficar marcado em nossa história para sempre. Foi quando o Brejas atingiu uma das marcas mais bacanas desde que começamos, lá atrás, em agosto de 2007. Uma marca que tem um valor todo especial pra gente, talvez muito mais do que qualquer outra que tenhamos divulgado até hoje. Foi nada mais nada menos quando tivemos 4 avaliadores não fundadores do Brejas batendo a marca de 1.000 avaliações no nosso Ranking de Cervejas. Os donos desta façanha são:

Reconhecimento

Como forma de celebrar a marca inédita e também reconhecer o trabalho destes amantes da boa cerveja, vamos ajudá-los um pouquinho no trabalho, que nem sempre é fácil, de postar suas avaliações. A partir de hoje, as cervejas adicionadas pelos TOP10 avaliadores do Brejas serão publicadas automaticamente, sem necessidade de passar por moderação. É o nosso reconhecimento pela bagagem acumulada depois de muita, muita litragem.

Conhecendo um pouco mais cada um dos Avaliadores +1000

Ao longo desta semana poderemos conhecer um pouco mais sobre estes 4 avaliadores +1000. Vamos postar, aqui no Blog do Brejas, um bate-papo rápido com cada um deles. Fique ligado!

Nosso agradecimento

Quero, em nome do Brejas, agradecer ao Francisco, ao Jota, ao meu xará Ricardo e ao Anderson pela ajuda, pela dedicação, pela resiliência, por compartilhar um pouco de suas vidas com a gente e de suas descobertas com o mais de 1 milhão de pessoas que visitam o Brejas todos os anos. Agradeço também por incluirem centenas, talvez milhares de novas cervejas em nosso ranking. E como o Brejas é um grande trabalho em equipe, levado adiante pela nossa comunidade super participativa, nosso agradecimento se estende também a todos aqueles que contribuem, de uma forma ou de outra, com o nosso trabalho, ajudando a difundir a cerveja aos quatro cantos do Brasil. Fazendo avaliações, participando do Fórum, adicionando cervejas, bares e cervejarias, publicando fotos, compartilhando nosso conteúdo nas redes sociais. Sem vocês, o Brejas seria, com certeza, bem mais monótono.

MUITO OBRIGADO!

 

O ranking geral dos avaliadores vocês podem conferir aqui: http://www.brejas.com.br/degustadores

Uma ilha chamada São Paulo

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IlhaSaoPaulo

Cervejas artesanais paulistas são as mais tributadas do país

Na seção “Política” da edição de agosto da revista Last Call for Beer (que ainda vai ser distribuída aos sócios do clube de cervejas Have a Nice Beer), o jornalista Roberto Fonseca restabelece uma discussão pertinente: quais os limites quantitativos – ou, vá lá, éticos – segundo os quais uma cervejaria pode ser chamada de “artesanal”? A questão está longe de ser meramente filosófica ou especulativa, já que revisões de regimes tributários para as cervejarias devem ser feitas em razão dessa definição.

De fato, nos últimos tempos, vários estados brasileiros têm reposicionado legislações tributárias de suas competências para desonerar o setor cervejeiro artesanal. Esse salutar movimento acontece em estados das regiões Sul e Sudeste, caso de Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina, os quais reduziram o ICMS para o que cada qual considerou ser “microcervejarias” ou “cervejarias artesanais”.

O leitor sentiu falta de alguém nessa lista?

Se respondeu “São Paulo”, acertou. O estado é o único do eixo Sul-Sudeste – tradicionalmente um reduto cervejeiro artesanal –, onde ainda não há qualquer atrativo para o pequeno empreendedor cervejeiro. Nenhuma redução de ICMS à vista. Nenhum deputado estadual engajado na questão. Nenhuma lambuja. Nada. Justamente onde há o maior aumento no número de cervejarias artesanais no Brasil, São Paulo é uma ilha de intolerância fiscal em relação ao setor, rodeada de estados nos quais há avanços.

Há, porém, escapatórias factíveis, e a curto prazo, para esse apagão. As eleições estaduais se aproximam, e urge efetuar-se um trabalho de campo para delimitar, por entre as cabeças de cada candidato a deputado estadual e governador, quais deles poderão se comprometer com os cervejeiros artesanais. A partir desse esquadrinhamento, divulgar listas que poderão servir de estímulo ao voto para os favoráveis à causa.
A recém-criada Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) pode ser a grande instrumentadora desse trabalho de mudança de atitude por parte da classe política paulista.

Não há momento melhor do que agora.

Não vai ter Kaiser Bock neste inverno. #Voltakaiserbock!

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KaiserBock

Produção da cerveja foi suspensa pela Heineken

Minha história com a cerveja Kaiser Bock começou numa noite gelada da década de 90 em São Tomé das Letras, cidadezinha mineira no alto da Serra da Mantiqueira. Era lá que iam (ou ainda vão, não sei) moleques que, como eu, ainda preservavam a crença em ovnis e consideravam que a vida ideal poderia consistir em tomar vinho barato diante da fogueira, olhando as estrelas e fazendo outras coisas menos publicáveis. Lembro que, no boteco do camping, havia aquela cerveja mais escura e com sabor tostadinho que não me enjoava como as outras então disponíveis, e que esquentava a palavra e a cantoria raul-seixeana ao redor do violão. Tomei cântaros dela.

A vida correu e jamais desapeguei da Kaiser Bock, uma das poucas e honradas cervejas brasileiras “de massa” que, a cada inverno, informavam o brasileiro sobre a existência de novos estilos cervejeiros diferentes da velha standard lager do boteco. Por causa dela, aliás, até hoje tem gente acreditando que só existem duas categorias de cervejas, a “pilsen” e a bock. Não é verdade, mas, a bem da cultura cervejeira, pelo menos é um começo. Não me lembro de ter falhado sequer um ano, tomando pelo menos uma garrafinha pra sentir como a breja estava.

Pois que, nesse ano, senti falta da danadinha. Procurei e não encontrei. Resolvi mandar um e-mail pra Heineken Brasil, que a produz, mesmo com pouca esperança de resposta, que, pro meu espanto, chegou:

“Boa tarde Sr. Mauricio

Agradecemos o contato e ficamos satisfeitos em atendê-lo!

Informamos que por questões mercadológicas, a cerveja Kaiser Bock não será distribuída este ano. O motivo dessa decisão é o de que a HEINEKEN Brasil está reavaliando o portfólio de seus produtos.

Estamos sempre à disposição.”

É isso, simples assim. Nesse ano, #naovaiterkaiserbock e pronto.

A despeito das diretrizes da Heineken Brasil, permitam-me lançar um lamento. Estão matando a boa e velha Kaiser Bock, uma cerveja pioneira que, desde 1993, ajuda a ensinar os brasileiros que há algo mais no árido horizonte das cervejas clarinhas, fraquinhas, levinhas. Uma das pouquíssimas cervejas mainstream brasileiras a aliar baixo preço e boas percepções de aromas e sabores.

Campanha #voltakaiserbock

Cervejeiros nostálgicos de todas as plagas, uni-vos! Ouso lançar aqui, mesmo que de brincadeira, a campanha pela volta da breja, espalhando a hashtag #voltakaiserbock. Não sei se serei ouvido nem apoiado, mas faço a minha parte pela volta dessa cerveja tão marcante — e importante para a educação cervejeira.

Enquanto a breja não volta, chore comigo lembrando o velho e inesquecível comercial da breja:

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