Blog do BREJAS

Banco Imobiliário da cerveja

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brewopoly

Gosta de jogar Banco Imobiliário? E de cerveja? Se o leitor respondeu sim às duas perguntas, o Brew-Opoly agradará em cheio.

Nele, o jogador pode negociar ações de sua microcervejaria, com o objetivo de alavancar seu preço. Pode-se também comprar e vender brewpubs. Podem jogar até 6 pessoas, e ganha aquele que “dominar o mercado”.

O jogo é vendido nos Estados Unidos ou pela internet neste endereço. E sorte nos dados…

Harmonizando cerveja e boa mesa: Chef Mané

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chefmane

Manuel Alves Filho é jornalista por vocação e paixão e gourmet por deleite e inclinação. Figura carimbadíssima em Campinas e simpático que só ele, é assessor de imprensa da Unicamp e escreve regularmente para jornais, revistas e sites do país.

Quando não está lapidando palavras, está pesquisando ou executando algo no campo da gastronomia. Cozinheiro autodidata, mas com vários cursos livres no currículo, aprendeu a lidar com ingredientes e panelas com o pai, homem dado a festas e comilanças, ao observá-lo no comando do fogão. Preparou sua primeira refeição aos 12 anos. O cardápio, se não era exatamente uma criação da alta gastronomia, continua sendo bastante representativo do estilo brasileiro de se alimentar: arroz, feijão, abobrinha refogada e bife acebolado. De lá para cá, ampliou exponencialmente o seu repertório, mas não deixa de recorrer com certa frequência aos chamados pratos de resistência.

Atualmente, Manuel Alves Filho, ou Mané ou Manu para os íntimos, tem se dedicado a projetos de valorização da cultura gastronômica, ora botando a mão na massa, ora prestando consultoria. Entre os mais meritórios, considera, está o “Pratos & Brejas – Harmonização com cerveja”, do qual é curador, em razão do seu conceito, alcance e ineditismo.

Em se tratando de comida, admite praticamente tudo, menos a afetação. “Não confio no caráter de quem não sabe compreender que o acarajé vendido nas ladeiras de Salvador tem, em determinadas ocasiões, muito mais valor do que uma lagosta servida no mais requintado bistrô de Paris”.

Essa simpatia toda será esbanjada no dia 25/04, eis que o Chef Mané nos dará o deleite de provar algumas de suas criações, harmonizadas com brejas de estirpe. Ainda há convites para o “1º Pratos & Brejas – Harmonização com cerveja”, os quais podem ser adquiridos no no Bar do Italiano, localizado na Rua Conceição, 860, Cambuí. Pode-se também reservá-los, ligando para o telefone (19) 3294-4842, ou enviando uma mensagem para o e-mail pratosebrejas@bardoitaliano.com.br.

1° PRATOS & BREJAS – Harmonização com Cerveja

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pratosebrejas1

Idealizado pelo BREJAS a fim de inaugurar oficialmente o seu Guia de Harmonização, acontecerá no próximo dia 25/04 (sábado), às 13 horas, no Bar do Italiano, em Campinas, 1º PRATOS & BREJAS – HARMONIZAÇÃO COM CERVEJA.

O evento conta com dois nomes de peso na matéria. A curadoria gastronômica está a cargo de Manuel Alves Filho, jornalista (Correio Popular e Diário do Povo) e gourmet inveterado. A nutricionista Fabiana Panobianco foi a consultora do BREJAS para a escolha dos rótulos a serem harmonizados com os pratos.

E que pratos! E que brejas!

Após um welcome drink com bruschettas de berinjela e Devassa Loura, terão vez, como entrada, bruschettas de abobrinha, as quais terão a companhia da Baden Baden Weiss. A breja, no estilo German Weizen (trigo), proporciona um delicioso sabor frutado e floral, característica que a torna uma parceira mais do que adequada para o prato.

Na sequência, será a vez do prato principal, composto por cordeiro com polenta cremosa. A breja selecionada para valorizar a criação está entre as melhores do mundo: a belga Achel Trappist Brune, do estilo Belgian Dubbel. Segundo Fabiana Panobianco, a complexidade e corpo da breja trapista são perfeitos para acompanhar um prato com características assemelhadas. “A carne de cordeiro é levemente adocicada, com médio teor de gordura, a qual é combatida pelo teor alcoólico [8%] e pela alta carbonatação da bebida. Isso permite que as papilas gustativas fiquem limpas para assimilar os sabores deste perfeito casamento, enquanto o malte faz o equilíbrio com o sabor único da carne”, analisa.

Para finalizar o menu-degustação, será servido um pain perdu [pão perdido, em português], sobremesa típica de bistrô que leva purê de banana, pão, creme inglês, rum e gotas de chocolate. “Para harmonizar com o prato, escolhemos a Colorado Demoiselle, do estilo Porter. Os sabores de malte torrado e café desta breja reforçam a doçura dos ingredientes, enquanto o seu amargor convida para uma nova garfada”, acrescenta a nutricionista.

Durante o evento, bateremos um papo com os participantes sobre as características e histórias das brejas degustadas, bem como dicas de degustação e harmonização. Trata-se de uma oportunidade única em Campinas e região para o apreciador de boas cervejas.

As brejas selecionadas para estrelarem o 1º PRATOS & BREJAS – HARMONIZAÇÃO COM CERVEJA são da loja de comércio eletrônico Nono Bier, bem como da Cervejaria Colorado e do Grupo Schincariol.

Os convites individuais ao preço de R$ 60,00 podem ser adquiridos a partir de hoje no Bar do Italiano, localizado na Rua Conceição, 860, Cambuí. Pode-se também reservá-los, ligando para o telefone (19) 3294-4842, ou enviando uma mensagem para o e-mail pratosebrejas@bardoitaliano.com.br.

Gostou? Então corra! Os lugares são bastante limitados, em razão da capacidade da cozinha do bar. E não se trata de jogada de marketing, juro…

Nos veremos lá!

Brooklyn Brewery (NY) – Visita à fábrica

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Em 1994, o ex-correspondente da agência de notícias Associated Press Steve Hindy e seu vizinho do andar de baixo Tom Potter, na época funcionário do Chemical Bank, resolveram unir suas experiências como cervejeiros caseiros, dar uma bicuda em seus empregos e fundar a Brooklyn Brewery.

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O início do negócio não foi nada fácil, em razão do domínio financeiro que as grandes cervejarias americanas possuem sobre o mercado. Em 1989, a dupla conseguiu adquirir seu primeiro caminhão, e com ele saíam vendendo suas criações de bar em bar em Nova York.

O grande salto à frente se deu em 1994, quando decidiram-se pela contratação do renomado mestre cervejeiro Garret Oliver, que ajudou-os a bolar a planta de uma nova fábrica, mais espaçosa e funcional. Em 1996, o então prefeito de Nova York Rudolph Giuliani (aquele da Tolerância Zero), juntamente com o grande crítico de cervejas Mickael Jackson, cortou a fita de inauguração da nova Brooklyn Brewery.

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Garret Oliver, Michael Jackson, Tom Potter, Rudolph Giuliani e Steve Hindy, na inauguração da nova fábrica, em 1996.

Garret Oliver, grande personalidade cervejeira mundial e autor do livro The Brewmaster´s Table — obra genial na qual o mestre cervejeiro ensina como ninguém as manhas das harmonizações de pratos com cervejas — ainda continua no posto de gênio criativo da cervejaria. A parceria tem proporcionado brejas brilhantes em criatividade e sabor, ganhadoras de diversos prêmios em concursos dentro e fora dos Estados Unidos.

A Brooklyn, hoje, já exporta suas cervejas a diversos países do mundo, e BREJAS já ouviu alguns rumores dando conta que as “meninas” estariam chegando por aqui em breve. Aguardemos!

A partir deste post, irei contando aos leitores a respeito de algumas brejas da Brooklyn Brewery que andei degustando em minha viagem cervejeira a Nova York. Enquanto isso, clique no vídeo acima e passeie comigo pela cervejaria!

Hair Of The Dog Adam

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Certa vez, a dupla de cervejeiros Alan Sprints e Pat Savage assistia a uma palestra de Fred Eckhardt (escritor, historiador e crítico de cervejas). Em certa altura, Eckhardt discorreu sobre uma certa Adambier, estilo alemão de cervejas do século XIX,  já extinto, originário da cidade de Dortmund. Os dois se empolgaram com o relato e resolveram fundar, em novembro de 1993, a Hair Of The Dog Brewing Company em Portland, Oregon.

A primeira breja a ser produzida foi, claro, a Hair Of The Dog Adam a qual, segundo os cervejeiros, é a recriação da extinta Adambier. Alan e Pat gostam de dizer, cheios de orgulho, que o primeiro comprador da breja foi o próprio Fred Eckhardt, que aprovou com louvor o resultado da química. Hoje, a “Cabelo do Cão”, a despeito do seu nome bizarro e dos seus rótulos curiosos, vem ganhando adeptos dentro e fora dos EUA, e é uma das cervejarias-revelação da nova escola cervejeira americana.

O primeiro fato a mencionar sobre a Hair Of The Dog Adam é que ela é maturada em barris de bourbon. Isso confere indiscutível caráter à breja logo no aroma, que remete a figos em conserva, além de chocolate e torrado. A espuma é maravilhosa: ostenta bolhas pequenas e peroladas. O creme é denso e incrivelmente persistente, coroando o líquido preto aveludado e licoroso. O sabor remete ao aroma, com toques adicionais de frutas vermelhas (framboesa), café, um toque de vinho do Porto e muito malte torrado. O final é extremamente longo, deixando a sensação do amargor (50 IBU) e do vinho do Porto. O álcool (10% ABV), sempre presente, não atrapalha o conjunto e deixa uma sensação quente e reconfortante. Uma breja muito complexa, mais do que perfeita para o inverno (alô, importadoras!).

Segundo a cervejaria, os sabores da Hair Of The Dog Adam mudam com o tempo e ficam ainda melhores se o exemplar for guardado em adega por alguns anos, ao abrigo da luz e das mudanças bruscas de temperatura. Pra tirar a prova, comprei logo dois exemplares. Degustei um e já guardei o outro. Prometo que resistirei aos meus impulsos “brejicidas” e só o abrirei dentro de alguns anos. Daí, passo aqui pra contar.

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Alan Sprints provando a Adam do barril de bourbon onde é maturada.

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