Blog do BREJAS

Pão e Cerveja: Programa 260 – Entrevista com Sean Paxton

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SeanPaxton

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O bate-papo do programa de hoje é com o chef americano Sean Paxton, especialista em harmonização de pratos e cervejas. Ele dá uma verdadeira aula sobre o casamento entre boas brejas e os pratos que desenvolve.

A Copa micou!

Pelo menos para o setor cervejeiro (pra não falar dos demais setores), a Copa nem começou e já deu errado. Na Dica do BREJAS, eu teço algumas opiniões sobre algumas aventuras cervejeiras “micadas” relacionadas ao torneio.

A coluna Pão & Cerveja vai ao ar todas as sextas-feiras às 11:45 da manhã pela rádio CBN de Belo Horizonte (106,1 FM). Ouça ao vivo o programa ou curta os programas anteriores gravados e disponibilizados aqui no blog pelo BREJAS.

Baden Baden lança cerveja com lúpulos plantados no Brasil

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BadenBaden15anos

A Baden Baden, marca de cerveja gourmet da Brasil Kirin nascida em Campos do Jordão em 1999, completa 15 anos de existência com novidades tão especiais quanto a sua história de sucesso, que conta com diversos prêmios internacionais. A primeira novidade é o lançamento de uma cerveja especial para celebrar a data. Já a segunda, é uma plataforma online de harmonização, que ajudará os consumidores a harmonizar pratos da alta gastronomia com a cerveja perfeita, tema trabalhado pela marca em todos esses anos.

O novo rótulo, Baden Baden 15 Anos, é uma cerveja no estilo Heller Bock. É a primeira cerveja da marca feita com lúpulo brasileiro, uma variedade única e exclusiva desenvolvida no Brasil. A Baden Baden 15 Anos é límpida, com coloração dourada e nuances de âmbar claro. Sua espuma é consistente e duradoura, com coloração creme e lacing magnífico. No aroma, notas de malte caramelo, amêndoas e um leve toque de lúpulo floral. O sabor é aveludado, com a presença de malte caramelizado e um leve dulçor, bem equilibrado com o amargor característico do estilo. Ela harmoniza com carne suína, como lombo, Eisbein, panceta, bisteca, salsichas e embutidos, e queijos Gouda, Gruyère, Parmesão e Grana Padano. A temperatura ideal de consumo é de 6°C.

“A Baden Baden 15 Anos é uma cerveja surpreendente, a inovação perfeita para celebrar a história da marca”, afirma Leonardo Gayer, gerente de Marketing de Cervejas Especiais da Brasil Kirin. “Temos certeza de que ela irá agradar aos nossos consumidores mais exigentes, além de despertar em muitas pessoas a curiosidade e o interesse por cervejas diferenciadas.”

Experiência Gourmet

Além do novo rótulo, a Baden Baden traz uma inovação em experiência para seus consumidores. Com lançamento em breve, o site Experiência Gourmet por Baden Baden, desenvolvido com a parceria de um chef especialista e do consultor de cerveja da marca Baden Baden, será uma fonte de referência prática e acessível para quem gosta de descobrir novas possibilidades de harmonização. O usuário poderá explorar receitas sugeridas pela Baden Baden ou criar a sua própria, com os ingredientes que selecionar, e o site indicará a cerveja ideal para acompanhar o prato. O inverso também é possível: o usuário indica a bebida e o site recomenda a receita que harmoniza com ela.

“O site Experiência Gourmet torna ainda mais fácil ao consumidor a oportunidade de explorar novos sabores e combinações gastronômicas, inclusive para quem não tem experiência no assunto”, explica Leonardo Gayer.

Fonte: Assessoria de imprensa da Baden Baden

ATUALIZAÇÃO

Leitores do BREJAS observaram que já houve outra cerveja nacional produzida com lúpulos brasileiros. Trata-se da Seasons Harvest Ale, com lúpulos plantados na região gaúcha de Vacaria. Alguém conhece alguma outra cerveja com lúpulos brasucas?

Refrigerantes entram no Simples, e cerveja continua vilã

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Câmara conclui votação de projeto que amplia o Supersimples: cervejas continuam fora

Notícia veiculada ontem, 03/06, no G1 Economia:

“A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (3) a votação do projeto de lei que prevê a “universalização” do Supersimples, programa de pagamento simplificado de tributos para micro e pequenas empresas.

O texto-base foi aprovado pela Casa em maio, mas os deputados ainda não tinham analisado as 19 emendas (propostas de alteração da matéria). Agora, o projeto segue para análise no Senado antes de ir à sanção presidencial.

A proposta inclui no sistema de tributação simplificada mais de 140 segmentos que antes não eram contemplados, beneficiando, sobretudo, profissionais liberais. Com o projeto, o único critério para aderir ao Supersimples será o faturamento, que pode chegar a R$ 3,6 milhões por ano.

Pelo texto, passarão a ter direito a aderir ao sistema empresas jornalísticas, consultórios médicos e odontológicos e escritórios de advocacia, entre outros. Só não poderão participar do regime de tributação empresas produtoras de bebidas alcoólicas e de tabaco.

Os deputados aprovaram na sessão desta terça a inclusão entre os beneficiários do Supersimples de produtores de água gaseificada, refrigerantes e preparações para elaboração de refrigerantes, o que não estava previsto no texto-base.”

NOTA DO EDITOR: Até quando, na cabeça dos deputados (que, por sinal, são o “espelho” da cabeça dos brasileiros), a cerveja ainda vai ser comparada ao cigarro como uma droga, mesmo a ciência comprovando que existem níveis seguros e até benéficos de consumo? Até quando bancadas religiosas (ou, quem sabe, financiadas por grandes grupos cervejeiros) ainda vão dar as cartas no Congresso? Aí vêm as eleições, e é bom saber dos seus candidatos o que eles pensam a respeito!

Cervejaria Therezópolis usa palavra “proibida” pela Fifa e perde R$ 400 mil

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TherezopolisGold

Um descuido durante o processo de criação custou caro a uma tradicional cervejaria de Teresópolis, cidade que abriga a Granja Comary e recebe a seleção brasileira no período de preparação antes da Copa do Mundo.

Ao não identificar a proibição do uso de marcas registradas pela Fifa para a Copa do Mundo sem prévia autorização, a “Therezópolis” produziu indevidamente a linha especial Therezópolis Gold para o Mundial e acabou tendo um prejuízo de aproximadamente R$ 400 mil. No rótulo das embalagens vendidas a R$ 37 aos comerciantes, a inscrição “Brasil 2014″ causava a polêmica.

O valor elevado do prejuízo corresponde às 10.800 garrafas recolhidas rapidamente dos pontos de comércio assim que o equívoco foi identificado pela empresa.

Alertado por vendedores e consumidores, a cervejaria, além de interromper a produção, teve que correr para retirar a cerveja de circulação e evitar um prejuízo ainda maior na esfera judicial.

Segundo comerciantes ouvidos pela reportagem, as garrafas não chegaram a ficar uma semana expostas na prateleira. A empresa disse que a ação de retirada para evitar danos maiores durou dois dias.

Além da Fifa proibir o uso expressão marcada nas garrafas, a CBF também poderia encrencar com a situação, já que as cinco estrelas da camisa foram igualmente reproduzidas.

Em contato com o UOL Esporte, a cervejaria confirmou o problema na produção, mas minimizou o dinheiro que deixou de ganhar. Segundo a “Therezópolis”, a linha não chegou a ser produzida em grande escala, o que poderia gerar um prejuízo considerável. Além disso, a cervejaria disse que estudava a hipótese de algumas garrafas serem reaproveitadas, trocando-se apenas o rótulo promocional usado de maneira indevida.

Problemas antigos

O problema com cervejarias da região serrana do Rio de Janeiro envolvendo a seleção não é inédito. Em 2010, no período da Copa do Mundo na África do Sul, a CBF acionou judicialmente o grupo Petrópolis por conta de um produto da linha “Crystal” que também utilizava a marca da entidade. Na época, a Justiça determinou que a empresa pagasse uma multa de R$ 10 mil à confederação.

Segundo o departamento jurídico da CBF, o processo está em fase de execução da pena, sendo feito o cálculo de quanto a cervejaria terá que pagar após o fim do imbróglio.

Fonte: UOL Copa

A cerveja da Granja Comary

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GranjaComary

A cerveja “Brahma Seleção Especial” é mesmo feita com cevada plantada na Granja Comary?

Uma das polêmicas de ontem nas mídias sociais foi a nota do jornalista esportivo Juca Kfouri ao afirmar que não havia encontrado a plantação de cevada na Granja Comary a partir da qual, conforme a campanha publicitária, teria sido fabricada a cerveja “Brahma Seleção Especial” (entenda aqui a questão).

Uma análise mais ponderada do caso suscita uma questão: estaria a AmBev mentindo? A cevada utilizada na cerveja veio mesmo do “solo sagrado” da Granja Comary? A partir dessa suspeita, segundo Kfouri, um terremoto estaria a assolar a AmBev nesse momento, com consumidores e donos de supermercados exigindo devoluções de mercadorias e indenizações.

Prontamente brotaram especialistas a tentar esclarecer a questão. Alguns deles chegaram a esquadrinhar a quantidade de cevada plantada em relação ao espaço disponível no terreno do centro de treinamento da Seleção, estimando matematicamente o que poderia ser maltado e efetivamente utilizado numa produção cervejeira, tudo com a intenção de “provar” que a propaganda é um embuste, já que não haveria matéria prima suficiente para uma grande produção. Outros, mais raivosos, têm certeza que, como exposto na matéria de Kfouri, a plantação só foi posta lá pra gravar o comercial, e depois tudo foi pro lixão de Teresópolis.

A pergunta de ouro é: E DAÍ???

Você realmente acredita que aquele desodorante é muito melhor porque tem “partículas de cabra macho”? Você usa aquele outro porque, se usar, “elas avançam”? Costuma comprar o seu sabão em pó só por causa dos nomes mirabolantes — e inventados — dos alegados “princípios ativos”? O seu xampu está na prateleira da sua casa por causa do nome elaborado do tipo “multiqueratine”?

Você acredita, de verdade, uma cerveja cuja cevada foi alegadamente plantada no “solo sagrado da Granja Comary” vai te dar superpoderes? Você crê que será, dessa forma, “abençoado” pelos “nossos craques”, aqueles senhores milionários de camisa amarela que você passou a idolatrar e que, por algum motivo que só você pode explicar, te representam?

A propaganda está aí pra isso mesmo: alardear seus produtos como os melhores do universo. Na propaganda — inclusive política — o proselitismo não é apenas uma alternativa. É quase obrigatório. Não se gastam milhões de reais numa campanha publicitária que induza o consumidor a questionar se o produto é ou não o melhor. A dinheirama é gasta pra fazê-lo ter certeza disso.

“Propaganda enganosa!”, bradarão alguns

De fato, a lei brasileira protege o consumidor de espertinhos que tentam fazê-lo crer que um determinado produto ou serviço tem o que, de fato, não tem. No caso Kfouri-AmBev, apesar da discussão ser inútil, é bem possível que pelo menos uma pequena parte da cevada plantada na Granja Comary tenha sido usada na produção da Brahma Seleção Especial. Nem que tenha sido um grão por garrafa. É imperioso notar que a empresa, em seu comunicado oficial, diz que “o cereal foi beneficiado, transformado em malte e utilizado na produção da cerveja”. Como bem ponderou o leitor de BREJAS Marcio Rossi, a empresa se aproveita publicitariamente de uma informação que não pode ser provada (ou desmentida!). É o mesmo caso daquele refrigerante que diz, no rótulo, que “contém suco natural”. Ninguém, em sã consciência, acredita que a bebida contenha 100% de suco natural. E fica por isso mesmo, sem qualquer indignação.

A revolta dos “Torcedores de Rótulos”

No meu livro “Cervejas, Brejas e Birras”, eu dedico todo um capítulo para esquadrinhar a cabecinha desse espécime de consumidor a quem eu chamo de “Torcedor de Rótulo”. A esse, não há que se discutir a qualidade dos ingredientes da sua “cerveja do coração”, bastando-lhe a embalagem bacana, a musiquinha da campanha na TV, a modelo gostosa ou os jogadores de futebol que aparecem apoiando a marca. E pronto, o consumidor vira um torcedor, um defensor da marca.

A essas pobres almas, e somente a essas, concedo o benefício da revolta. Esse pobre-coitado, a quem a sorte não aquinhoou com inteligência suficiente para questionar a propaganda na TV e entender que se trata de, bem, uma propaganda, e não o Diário Oficial, esse sim tem porque se revoltar. Motivo sim, mas não direito, frise-se! Pois juiz nenhum levará a sério um consumidor que acha que a cevada supostamente plantada com a “bênção” de jogadores de futebol fará a grande diferença do produto!

É de avaliações e escolhas que se faz a vida. Escolha beber a cerveja “abençoada pelos craques”, e espere a retribuição possível. A mesma conta deve ser feita diante, por exemplo, de uma urna eletrônica. Essa sim, uma escolha que fará a diferença.

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