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Oktoberfest de Blumenau: Nova patrocinadora, Eisenbahn quer trazer de volta antigas tradições da festa

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Marca de cerveja da Brasil Kirin apresenta as novidades para a 32ª edição da festa, dando prioridade à cultura alemã

Blumenau, setembro de 2015 – A Eisenbahn, patrocinadora oficial da Oktoberfest 2015, está pronta para celebrar a tradição das colônias germânicas em Blumenau. Para esta edição, a marca preparou um verdadeiro resgate das tradições alemãs, que podem ser observadas em todos os espaços da festa. Um detalhe fascinante está no cenário: foi montada uma vila germânica real, com direito aos famosos jardins cervejeiros (biergartens), cujas mesas comunitárias devem reunir centenas de pessoas para comer, tomar cerveja e ouvir música.

Entre os outros destaques estão a construção de um pavilhão novíssimo para a cidade de Blumenau, a chegada do restaurante Eisenbahn Bierhaus, a história da saga da cerveja, as ações de consumo responsável e etc. Outro trunfo da marca para este ano se dá justamente por meio da inovação. Pela primeira vez na história da Oktoberfest, os visitantes vão brindar a inauguração da festa com os colegas alemães, diretamente de Munique.

Segundo Douglas Costa, Vice-Presidente de Marketing, a presença da Eisenbahn na Oktoberfest tem gosto de sonho realizado. “É com muito orgulho que patrocinamos o maior evento cervejeiro do país, realizado na cidade onde a marca nasceu. Resgatar a cultura alemã sempre foi o objetivo na produção das nossas cervejas, que seguem rigidamente a Reinheitsgebot, Lei Alemã da Pureza. Temos uma importante missão nessa Oktoberfest e vamos cumpri-la com todo rigor”, ressalta o executivo.

Eisenbahn Biergarten

O Eisenbahn Biergarten é o novo pavilhão do Parque Vila Germânica. Foi construído sob responsabilidade da cervejaria oficial da festa. Localizado em Blumenau, o Eisenbahn Biergarten abriga um dos espaços que sediará a Oktoberfest 2015. Sua construção aconteceu em tempo recorde. Foram apenas 161 dias de muito trabalho, com a colaboração de mais de 170 operários. A obra foi desenvolvida de acordo com as mais modernas técnicas de engenharia e arquitetura em estilo alemão. São quatro mil metros de área útil, divididos em dois pavimentos.

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O pavilhão é multifuncional e apresenta ambientes autônomos e climatizados. No térreo, com mais de dois mil m², há três bares, uma cozinha, sanitários, palco modular e área para mesas. No piso superior, com cerca de mil e duzentos m², há dois camarotes, uma cozinha, sanitários e o Gastrobar Eisenbahn Bierhaus, com capacidade aproximada para 200 pessoas. O pavilhão ficará de legado para a cidade e será utilizado para sediar outros eventos ao longo do ano.

Eisenbahn Bierhaus

A “casa da cerveja”, tradução livre para Bierhaus, localizada no pavimento superior do Eisenbahn Biergarten foi criada para ser um gastrobar tão original quanto a marca Eisenbahn. Ela lembra as antigas estações ferroviárias e estradas de ferro, que deram inspiração a criação da marca (nossa fábrica fica situada a beira de uma antiga linha ferroviária em Blumenau/SC), com diversas referências fabris antigas. O uso de peças em aço e em madeira de demolição, bem como os pilares e vigas aparentes, remetem ao passado. Um tanque cervejeiro com acabamento em cobre, foi instalado interligando à área das chopeiras. Todo esse conjunto arquitetônico remete a uma verdadeira atmosfera alemã, incluindo mesas de madeira comunitárias.

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O restaurante contará com Chopp Eisenbahn (Pilsen, Pale Ale, Dunkel e Weizenbier), com versões de Chopp Sazonais e com uma carta completa de cervejas especiais da Brasil Kirin, com destaque para toda família Eisenbahn, premiada e reconhecida internacionalmente, Baden Baden, Devassa, Kirin Ichiban e Schin. Com opções contemporâneas e releituras de clássicos da cozinha alemã e da região de Blumenau, o cardápio disponível leva o cliente a uma experiência cervejeira harmonizada e única. O espaço será aberto ao público diariamente, inclusive após a Oktoberfest.

A partir desta experiência, a Brasil Kirin desenvolverá um modelo de franquia para a marca Eisenbahn, com o objetivo de multiplicar esse contato direto dos consumidores e apaixonados pelo universo cervejeiro com a marca, aliado sempre à tradição alemã, com inovação de rótulos e receitas cervejeiras e, ao mesmo tempo, oferecendo uma gastronomia contemporânea e rica em sabores. A proposta é oferecer o novo conceito ao mercado a partir de 2016, priorizando as capitais do Sul e Sudeste e selecionando grupos de investidores e operadores para que as parcerias sejam concretizadas Brasil a fora.

A Saga da Cerveja

Para traduzir o sentimento de orgulho e resgatar a tradição da festa alemã, a Eisenbahn criou a “Saga da Cerveja”. O objetivo é demonstrar todo o processo produtivo da bebida, do nascimento até sua chegada ao copo. Essa história foi traduzida de forma lúdica, ao longo dos quatro pavilhões da Oktoberfest. O ‘Pavilhão 3’ apresenta o início de tudo. Por meio do tema “Fazenda” representa o nascimento, o plantio e a colheita. Ao entrar nele, o visitante é transportado imediatamente para um ambiente aconchegante com toda a simplicidade que faz as pessoas relaxarem e curtirem a atmosfera campestre.

Com os ingredientes prontos e colhidos é a hora de uni-los para criar a cerveja. Essa outra etapa pode ser vista no ‘Pavilhão 2’: a Fábrica. Ele representa o espaço onde a cerveja toma forma. É o lado técnico do processo. O local onde se segue a Lei da Pureza Alemã e também onde o mestre cervejeiro faz sua mágica. Já o ‘Pavilhão 1’ representa o transporte da cerveja. Nesse espaço da Estação, o bar é um vagão todo ambientado.

O último estágio dessa história tem um objetivo: alegrar as pessoas. Os famosos biergartens, que são os jardins cervejeiros, possuíam esta finalidade. Em mesas comunitárias, as pessoas se reuniam com amigos para comer, tomar cerveja e ouvir música. Inspirada neles, a Eisenbahn criou o seu próprio Biergarten.

Consumo responsável

Responsabilidade está no DNA da Brasil Kirin. A marca, que entende a importância de sua atuação nesse sentido, programou ações de consumo responsável que serão ativadas durante a Oktoberfest. A primeira delas é inédita: na retirada de cada chope e de cada água Schin, serão entregues medalhas adesivas. O consumidor que juntar quatro medalhas de chope e mais uma medalha de água poderá trocá-las por uma caneca personalizada. Além disso, o tradicional Concurso Nacional de Tomadores de Chope em Metro será realizado com a Schin Zero Álcool, permitindo que até o motorista da rodada participe da brincadeira. A disputa ocorre todas as noites, com exceção do primeiro e último dia (7 e 25 de outubro). As inscrições são gratuitas e tanto Blumenauenses quanto os turistas com mais de 18 anos podem participar. O participante que beber um metro de chope (600 ml), em menos tempo, sem babar e tirar a tulipa da boca, vence a competição. Cada noite haverá três vencedores: primeiro, segundo e terceiro lugar. No último dia da festa, será conhecido o tomador de chope que fez o menor tempo em todos os dias de competição, nos dois naipes, masculino e feminino.

Eisenbahn Salute

No último dia da Oktoberfest em Munich, na Alemanha, a Eisenbahn, organiza uma passagem de bastão oficial entre os dois países: o “Eisenbahn Salute”. O evento acontece no dia 4 de outubro, durante o encerramento da festa Alemã. Na ocasião, blumenauenses e visitantes se reúnem no Eisenbahn Biergarten para um grande brinde virtual com os Alemães. A iniciativa comemora o início da Oktoberfest brasileira, que tem abertura prevista para o dia 7 de outubro.

Para realizar o “Eisenbahn Salute”, representantes da marca viajaram para a Alemanha em busca de informações e de experiências sobre a maior festa cervejeira do mundo. Durante a visita foram levantados hábitos e curiosidades do povo germânico, que serão mostrados durante a passagem do bastão no Brasil. Durante o “Eisenbahn Salute”, haverá a apresentação de quatro bandas locais: Vox 3, Banda Society, Banda do Caneco e Banda Bavária. O evento é aberto ao público, com entrada gratuita.

Rótulos

Durante os 19 dias de festa e celebração das tradições alemãs, os turistas e blumenauenses poderão degustar diversos rótulos das principais cervejas da Brasil Kirin, entre eles: Eisenbahn Pilsen, Eisenbahn Oktoberfest, Eisenbahn 5, Eisenbahn Strong Golden Ale, Eisenbahn Dunkel, Eisenbahn Pale Ale, Eisenbahn Weiss, Baden Baden Cristal, Baden Baden IPA, Baden Baden Red Ale, Baden Baden Weiss e Schin.

Fonte: Ketchum

Bares que Amamos: Pub Garagem 23

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Em Av. Presidente Lucena, 3510 (fundos), Ivoti (RS).

Bares existem aos bilhões, mas somente um punhado deles – alguns poucos, eu diria – possuem algo que faz com que a gente se lembre pra toda a vida, mesmo que se vá somente uma vez. Esse “algo” atende pelo nome de alma, mas também pode chamá-lo de atmosfera, bossa, ambiente, escolha aí o nome. Eu prefiro alma mesmo, que é justamente o que o Pub Garagem 23 possui: alma cervejeira, que flutua pelo salão, paira por entre as 800 opções de cervejas e encontra origem na simpatia dos proprietários Beto e Denise (o casal) e Júlia Bondan (a herdeira, por sinal minha aluna do curso de sommelier de cervejas do Science of Beer).

A vida cervejeira prova que essa alma pode ser encontrada nos lugares mais recônditos e insuspeitos. Ou o leitor, à simples olhada, adivinharia que há um reduto cervejeiro aqui?

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Quando cheguei, pensei que meus anfitriões estavam me conduzindo pela porta dos fundos. Ledo engano. Esta é a fachada do 23, que fica no ventre de um posto de combustíveis. Lá dentro, nas mesas e cadeiras de madeira sem frescura, sente-se que cada pedaço de parede conta uma história, a história dos proprietários. Desde o mosaico de latinhas antigas, passando pela coleção de quadros de carros em preto-e-branco, e indo até detalhes de revestimento nas paredes feitos pelas mãos dos donos, o cliente se sente em casa.

A impressionante variedade de cervejas pode assustar aos menos iniciados, mas não se acanhe em pedir pitacos ao boa-praça Beto, que circula pelo salão com a alegria dos realizados na vida. O destaque é para as cervejas artesanais gaúchas, que chegam à mesa fresquinhas, como devem estar. Na visita deste escriba, um bônus épico: no palco, cantava o maluco Wander Wildner, ex-Replicante, lenda gaúcha e o último dos vida-lôka. Surpresa das surpresas, foi ele que quis me conhecer por já ser um cervejeiro de mão cheia (é dele a receita da Coruja Labareda) e leitor deste site, pelo que ficamos o resto da noite entre copos e papos brejeiros.

A alma botequeira do lugar invadiu minhas narinas tal qual quando estive no incrível Bierkeller, a poucos quilômetros de Ivoti. Com a diferença que o Pub Garagem 23 não é tão escondido, e dá pra entrar sem senha.

Por falar em alma, curta um pouco da atmosfera do bar nas imagens abaixo:

Salão da Cerveja é adiado e abrirá o calendário cervejeiro de 2016

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Após um período de indefinição por conta de divergências com o local anteriormente escolhido, o Salão da Cerveja de Campinas, prometido para outubro deste ano, agora acontecerá em fevereiro de 2016 em datas a serem confirmadas. O evento, já considerado o maior encontro do setor de cervejas artesanais do estado de São Paulo, abrirá o calendário cervejeiro nacional do ano que vem e dos próximos.

O novo local escolhido ainda é segredo, conta Norberto Mette, da Sol Eventos: “Queríamos um outro espaço dentro de Campinas, para manter esse evento na cidade. Demos sorte, porque encontramos outro local ainda mais acessível, no coração de Campinas. Estamos finalizando as tratativas, e logo anunciaremos qual será ele”, diz Mette. Com a mudança, será necessária a elaboração de uma nova planta de expositores, bem como algumas adequações técnicas. Estes detalhes serão apresentados ao público em meados de outubro.

“Estamos bastante animados com a mudança de data e local. Conversamos por telefone com todos os expositores e temos certeza que ofereceremos um espetáculo cervejeiro inesquecível para os paulistas e demais brasileiros”, pontua Cristina Miranda, da equipe de organização. Os integrantes da Sol Eventos, empresa sediada em Blumenau (SC), têm know-how de organização de mais de 10 edições da Oktoberfest, Festival Brasileiro da Cerveja e outros eventos de gastronomia e cerveja.

Quando a minha cerveja vai ficar mais barata?

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Essa é a pergunta que não quer calar hoje, um dia depois da aprovação, pela Câmara dos Deputados, do regime tributário do Simples para as cervejarias artesanais. Nada mais justo! Quem doou ao menos um naco do seu tempo mandando e-mails pra os parlamentares quer, ao fim e ao cabo, que a cerveja que toma no bar tenha um preço mais justo, sem detonar tanto o bolso como hoje. Mas a resposta, como a maioria das coisas da vida, e com o perdão do trocadilho, não é tão simples.

Pra começar, a vitória de ontem foi importante posto que, pela primeira vez, o setor se uniu em torno de uma causa. Embora tenha essa importância política, foi apenas a primeira. Ainda há um caminho longo pela frente.

Após a aprovação, o projeto de lei que inclui as cervejarias artesanais no Simples ainda deve se submeter ao crivo do Senado. Passando essa segunda fase, há ainda a terceira, que é a sanção da presidente. Tudo pode acontecer na nossa proa (incluindo alterações no projeto ou o veto da presidência), e temos que continuar mobilizados para que tudo ocorra do jeito que desejamos.

Deu tudo certo? Ótimo? Então a cerveja vai ficar mais barata?

Essa é a ideia, claro. Agora mesmo, os diretores da Abracerva (Associação Brasileira de Cerveja Artesanal) estão quebrando a cabeça entre o texto aprovado ontem em Brasília e uma infinidade de cálculos para tentar determinar de QUANTO será o desconto, digamos, “global”. De posse dessa resposta, outras variáveis aparecem, como a regulamentação final da lei, as questões tributárias específicas de cada Estado e a estratégia fiscal de cada cervejaria. A seu tempo e ao longo dos próximos dias, mais e mais perguntas serão respondidas pela entidade.

Cálculos feitos, é preciso entender ainda que, no mercado, as coisas não acontecem da noite pro dia. Hoje, a esmagadora maioria dos cervejeiros artesanais opera com margens de lucro muito pequenas, e muitas ainda dependem da “vaca leiteira” (outros negócios “principais” que os cervejeiros possuem, mais rentáveis e não relacionados a cerveja) pra operar. Na real, em sua essência, o mercado ainda é uma grande promessa.

Isso porque, com mais impostos, fica mais difícil para produzir cerveja (ou qualquer outra coisa). Fica, por conseguinte, também mais difícil de vender, pra gerar lucro e renda. Com o poder de compra da população já diminuindo por conta da crise, os preços tendem a subir. Se você produz e compra menos, mais caro fica o seu produto, e menor fica a sua arrecadação. Isso é o que vem acontecendo há anos.

Certamente, com menos impostos, a aposta é que as margens de lucro aumentem, o que alavancará mais investimentos no setor. Com mais investimentos, a produção ficará menos onerosa, a concorrência se tornará mais acirrada e, por fim, esse círculo benigno chegará às etiquetas de preços de cada cerveja. Não há mágica.

Isso, de fato, acontecerá?

Essa é a aposta, e este escriba joga suas fichas nesse panorama. Não vejo porque seria diferente.

Mas vai levar tempo? Vai! Após a provável aplicação do regime do Simples às cervejarias artesanais, é o mercado que se acomodará para que esse cenário benigno aconteça. Mas um tempo “esperável”, com certeza! Prevejo que, em questão de alguns meses, se tudo der certo, já teremos anúncios de cervejas mais em conta — ou, pelo menos, sem aumento de preços. Claro que essa realidade depende de inúmeros outros fatores externos, como a inflação ou a taxa de câmbio.

Mas sejamos esperançosos! O que aconteceu ontem na Câmara foi um passo de gigante se comparado com o vazio absoluto do passado. E, mesmo sendo um pequeno passo, ele não foi pequeno.

Cervejarias artesanais: Aprovado na Câmara o regime tributário do Simples

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Simples_Aprovado

BRASÍLIA – Acaba de ser aprovada por unanimidade na Câmara a extensão do regime tributário do Supersimples às cervejarias artesanais. Trata-se do primeiro passo para que o setor alcance um mínimo de justiça tributária, já que, hoje, mais de 60% do preço do produto é composto de impostos. Agora, a matéria segue para o Senado, ainda sem previsão para a votação.

Pela primeira vez desde que nasceu, o setor das microcervejarias conseguiu uma união maciça em torno de um objetivo. A entidade responsável por promover essa união é, inegavelmente, a jovem ABRACERVA – Associação Brasileira de Cerveja Artesanal. Por meio da jovem organização cuja nova diretoria tomou posse em março último, foi promovida pela internet uma grande pressão aos deputados, através de e-mails e outros meios eletrônicos.

E foi lindo! Blogueiros compartilharam publicações e estimularam os entusiastas. Cervejeiros doaram barris aos pontos-de-venda. Estes, por sua vez,  também abriram mão dos seus lucros e revenderam sem margem, a fim de arrecadar recursos para as viagens dos diretores da entidade à Brasília para fazer corpo-a-corpo com políticos.

Nunca, em nenhum momento, o termo cerveja artesanal foi tão falado no centro do poder. Agora, não somos mais invisíveis. Neste dia verdadeiramente histórico, a vitória, mesmo parcial, é de TODOS!

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