Blog do BREJAS

Bolo de chocolate com cerveja Guinness

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Veja a receita completa dessa delícia

Ingredientes (para o bolo):

  • 1 xícara de cerveja Guinness
  • 3 ovos
  • 2 xícaras de farinha
  • 2 xícaras de açúcar
  • 4 colheres de cacau em pó
  • 2 colheres (chá) de fermento em pó
  • 2 colheres de manteiga
  • Confeitos para decorar

Ingredientes (para a cobertura):

  • 1 xícara de cerveja Guinness
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 colheres (sopa) de cacau em pó
  • Chocolate granulado

Modo de preparo

Para o bolo: Bata juntos a cerveja, os ovos (somente as gemas), a farinha, o açúcar, o cacau e a manteiga, até restar uma massa uniforme. Bata as claras dos ovos em neve, juntando-as à massa. Acrescente o fermento. Mexa com suavidade até as claras incorporarem na massa. Despeje numa assadeira de pudim de no mínimo 20cm de fundo, e leve ao forno médio por 40 minutos até crescer.

Para a cobertura: Ferver a cerveja em fogo baixo por aproximadamente 8 minutos. Retire a panela do fogo. Acrescente o leite condensado e o cacau em pó. Mexa bem. Volte a panela no fogo médio e mexa vigorosamente até ficar com consistência cremosa.

Com o bolo pronto e desenformado, cubra-o com o brigadeiro, colocando o restante no furo. Confeite.

Harmonização com cerveja

O Bolo de Chocolate com Guinness é uma deliciosa sobremesa que fica com um irresistível gostinho de malte. Harmoniza perfeitamente com cervejas dos estilos Stout (e seus subestilos), Porter (e seus subestilos), German Dunkel e German Schwarzbier. Tente a sua combinação!

Fabiana Panobianco – Nutricionista e Sommelière de Cervejas

Cerveja na crise: A falsa explosão do mercado de cervejas artesanais

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ExplosaoArtesanais

Abro minha caixa de e-mails e, praticamente todos os dias, a história se repete: sempre tem alguma assessoria de imprensa me convidando para o lançamento de alguma cerveja artesanal brasileira. Quando começamos a fazer o site BREJAS, lá pelos idos de 2007, os lançamentos eram raros, a ponto de polarizar todas as opiniões do “meio cervejeiro” a cada vez que aconteciam. Hoje, eles ocorrem em um ritmo vertiginoso, virtualmente impossível de acompanhar.

A organização do último Concurso Brasileiro de Cervejas, ocorrido em março último, comemorou neste ano recordes de participações: aumento de 74% do número de rótulos inscritos, e assustadores 222% a mais de cervejarias participantes, em relação ao ano passado – incluindo nessa conta as cervejarias “ciganas”, das quais falo a seguir.

Tudo isso dá a falsa impressão de que o mercado de cervejas artesanais no Brasil está explodindo, prenhe de novidades, movimentando bilhões e se sobrepondo à a crise devastadora que assola o país.

Nada mais falso. Senão, vejamos.

Você se lembra do número aproximado de lançamentos de cervejas que aconteceram desde o começo do ano passado? E quantos desses rótulos ainda permanecem nas prateleiras? Não fiz um levantamento, mas chuto dizer que mais da metade dos rótulos de cervejas artesanais brasileiras lançadas hoje não sobrevivem ao teste do tempo e da economia.

Nos últimos meses, mais do que nunca, tem crescido muito o número de pessoas que apostam em “contract brewing”, aquele esquema no qual quem não tem fábrica aluga o espaço-tempo ocioso de quem tem pra produzir comercialmente as cervejas que já fazia em casa – as chamadas produções “ciganas”. Há pessoas de todos os tipos nesse perfil, mas o arquétipo é o do cervejeiro caseiro que quer vender suas crias, junta uma grana e investe numa produção “cigana” a fim de viabilizar o início de um negócio cervejeiro, muitas vezes sonhado durante anos.

Quase toda semana aparece algum amigo no Bar Brejas (do qual sou sócio) pedindo para que vendamos a sua produção cigana. Na maioria dos casos, se trata de uma boa cerveja, correta do ponto de vista estilístico. Quando pergunto o preço e faço um pequeno cálculo mental, concluo que serei obrigado a vendê-la ao meu cliente por um preço que, muitas vezes, tem que ser maior do que muitos rótulos (incluindo importados) já consagrados na cabeça dos consumidores. Eu explico que aqui tem 300 cervejas, a maioria mais barata e conhecida que a dele. Pergunto se ele têm algum argumento a mais de venda, um porta-copo que seja, pra chamar a atenção do cliente. Invariavelmente a resposta é não — na conta, não sobrou nada pra investir em materiais de marketing, nem mesmo um prisma de mesa. Em quase todos os casos, quando mesmo assim compramos a cerveja, ela sobra na prateleira.

Por algum motivo, muitas dessas pessoas acham que o mercado de cervejas artesanais está, sim, explodindo. Todo mundo tem certeza que vai ganhar um bom dinheiro. “Com os constantes aumentos de tributos e custos de produção, os ciganos vêm sendo muito prejudicados”, comenta um empresário do setor, com vários anos de experiência. “Por dia, eu recebo pelo menos três e-mails de pessoas que querem produzir aqui na minha fábrica, no esquema cigano. Aí eu converso, mostro os números e tento de todas as formas tirar da cabeça da pessoa, explicando o tamanho do risco. Está muito difícil entrar no mercado neste momento, até mesmo pra quem já tem uma fábrica montada. Hoje, até mesmo os distribuidores não estão pegando novos rótulos. O momento é de reflexão, não pra colocar a mão no bolso”, crava o profissional.

Não se trata aqui de responsabilizar os ciganos pela falsa impressão de explosão do mercado de cervejas artesanais no Brasil, ainda mais que há inúmeros outros fatores nessa conta, tantos que nem cabe nos alongarmos no assunto. Acontece que são eles, os ciganos, que vêm despontando ultimamente como os criadores da maioria dos rótulos que estamos vendo nascer. Outro ponto a constatar é que inúmeros deles têm obtido bastante sucesso comercial, com rótulos muito bem vendidos e de qualidade indiscutível. O problema é que não são apenas esses casos de sucesso que têm de ser analisados, ainda mais nesse momento.

Um fator crucial a ser considerado é a crescente ameaça dos grandes grupos cervejeiros, os quais têm lançado no mesmo segmento das “verdadeiras” artesanais vários rótulos com apelos gastronômicos diferenciados, em clara disputa de mercado com o setor cervejeiro artesanal. Essa disputa fica injusta quando se constata que as grandes cervejarias têm menos custos de produção em escala, além de contarem com várias benesses (incentivos fiscais e isenções tributárias governamentais) que uma pequena cervejaria ou uma cigana não possuem. Com produtos mais baratos e mais presentes nas prateleiras — graças ao gigantesco sistema de distribuição das “grandes” –, o mercado tem ficado realmente perigoso pra quem se aventura com pouca gordura financeira pra queimar.

Em tempos de crise, durante a qual o desemprego bate níveis históricos, o poder de compra achata a níveis nunca vistos e o consumidor que ainda possui fonte de renda pensa duas vezes antes de pagar mais de R$ 20 numa cerveja, chega o momento ideal para evitar-se aventuras financeiras nesse mercado. Quer investir? Faça contas, muitas. Feitas, refaça-as, minuciosa e insistentemente. Coloque absolutamente todas as variáveis nela, incluindo a talvez inevitável piora do cenário econômico para os próximos dois anos, pelo menos.

Depois de tudo isso feito, ainda quer investir no mercado de cervejas artesanais brasileiras? Boa sorte! Conte aqui com um amigo, que vai sempre torcer a favor.

Cervejaria matogrossense lança cerveja com bactérias vaginais e de barba

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Thigh_Tickler

A recém-inaugurada Cervejaria BeinBier, do Mato Grosso, promete lançar nos próximos dias sua inusitada cerveja de estreia. Feita no estilo kölsch, a The Thigh Tickler blenda bactérias vaginais e bactérias de barba.

“Será a primeira cerveja crossdresser do mundo, mostrando que cerveja é democrática e não levanta bandeira por nenhum gênero”, afirma Cláudio Ranna, mestre-cervejeiro contratado pela BeinBier.

Ranna informa ainda que a ideia partiu de um hangout entre cervejeiros e sommeliers de cervejas, diante de embates recorrentes nas redes sociais envolvendo questões de gênero. “As bactérias foram colhidas da vagina de uma ativista autodeclarada antifeminista, e da barba de um defensor dos direitos das mulheres (conhecido como “feministo”), ambXs muito conhecidXs nas redes sociais ligadas à cerveja. As identidades só serão reveladas após a cerveja estar nas prateleiras”, disse ainda o profissional, que concluiu afirmando que a The Thigh Tickler “por utilizar um fermento típico nas kölsch, terá sabor de cerveja, sem nenhum cheiro ou gosto estranhos”.

A produção inicial será de 20 mil garrafas de 500ml.

ATUALIZAÇÃO EM 2 DE ABRIL DE 2016

Como (quase) todos perceberam, trata-se de uma brincadeira de 1o. de Abril, bolada pelos cervejeiros Paulo Schiaveto, Pablo Carvalho, Fabiana Arreguy e Mauricio Beltramelli, autor desse texto totalmente inverídico. Pedimos desculpas caso tenhamos ofendido alguém.

Bacalhoada com cerveja Stella Artois

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Veja a receita completa dessa delícia

Ingredientes:

  • 800g de bacalhau dessalgado
  • 1 cerveja Stella Artois (275ml)
  • 1 pimentão vermelho picado em tiras
  • 1 pimentão amarelo picado em tiras
  • 3 tomates picados em rodelas
  • 2 cebolas picadas em anéis
  • 2 batatas sem casca picadas em rodelas
  • 5 colheres (café) de sal
  • 1 pimenta dedo-de-moça picadinha em tirinhas
  • Azeitonas pretas a gosto
  • Azeite a gosto

Modo de preparo

Aferventar o bacalhau por 8 minutos. Retire da panela e reserve. Na mesma água do bacalhau, afervente (um ingrediente por vez) os pimentões e as cebolas por 2 minutos, e as batatas por 5 minutos. Reserve. Desfie o bacalhau.

Em um refratário, montar a preparação colocando, nesta ordem: azeite, os tomates, as batatas, o bacalhau desfiado, as cebolas, os pimentões e as azeitonas, regando tudo com a cerveja. Leve ao forno médio por 40 minutos. Sirva com um fio de azeite a gosto.

Harmonização com cerveja

O bacalhau com cerveja Stella Artois harmoniza com cervejas leves, como os estilos Pilsen, Standard Lager, Weiss, Kölsch e outras cervejas suaves. Tente a sua combinação!

Fabiana Panobianco – Nutricionista e Sommelière de Cervejas

Evento une cerveja e gastronomia durante o Festival Brasileiro da Cerveja

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Cartaz_Beer_Pairing_Vila_Germanica

O mercado de cervejas artesanais no Brasil segue em crescimento e com isso um maior número de pessoas demonstra interesse pela interação entre comida e alimento. Poucos sabem, mas a cerveja é um excelente acompanhamento para quase todos os pratos e cozinhas. Não importa se você gosta de comida regional, apimentada, light ou gordurosa. Há uma cerveja para acompanhar qualquer opção.

Pensando nisso o Science of Beer Institute criou o Beer Pairing. Vindo da palavra inglesa pair, o termo significa par/dupla: duas coisas que, quando utilizadas juntas, formam uma unidade. É exatamente este o propósito da harmonização: combinar a cerveja e o alimento de forma que juntos resultem em um novo sabor.

O evento tem uma dinâmica diferente, onde as cervejarias convidadas apresentam dois rótulos que são harmonizados com pratos previamente definidos pelos chefs. Para essa primeira edição Rodrigo Martins e Luiz Kammers irão preparar 7 pratos que serão harmonizados com 14 diferentes estilos. É mais uma opção aos apaixonados por cerveja que estarão em Blumenau para o Festival Brasileiro da Cerveja.

Martins se considera um artesão da gastronomia brasileira. Convive com a cozinha desde menino, participando de mais de 70 empreendimentos gastronômicos ao longo de sua trajetória. Hoje presta consultoria para restaurantes e é sócio do Meatpack House em Curitiba. Kammers é gastrônomo e mestre-pimenteiro na LaBruja Molhos de Pimenta Artesanal. Autodidata, começou a cozinhar durante uma viagem à Espanha e hoje flerta com a chocolateria, padaria e confeitaria.

A ideia é unir cerveja e gastronomia, com pratos elaborados e ingredientes diferenciados, utilizando produtos regionais, como os embutidos e defumados da Olho e os molhos de pimenta da LaBruja. Os pratos serão servidos juntamente com rótulos nacionais e importados da Colorado, Wäls, Bohemia, Franziskaner, Goose Island, Tupiniquim, Barco, Bierland e Bier & Wein. Com isso, o Beer Pairing busca levar uma nova experiência aos participantes.

O evento acontece no dia 11 de março, no Park Blumenau Restaurante, na Vila Germânica, durante o Festival Brasileiro da Cerveja, às 18h. O ingresso custa R$ 89 por pessoa, dá direito a um copo personalizado do evento e acesso livre as harmonizações. Os ingressos podem ser obtidos no www.ticketmais.com.br. Mais informações pelo [email protected] ou pelo (47) 8814-7209.

Fonte: Science of Beer Institute

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