Cor de Coca Cola. Aroma com certo dulçor de frutas escuras, esperava mais carbonatação. Boa cerveja, mas traçando paralelo com uma celebrator por exemplo, ficou bem abaixo
Degustação de 2026:
Apresentou coloração marrom escura com espuma bege escuro de média formação e longa persistência. No aroma temos toffee, chocolate, figos secos, malte tostado, nuances de frutas vermelhas, pão preto e açúcar mascavo. Na boca as notas permanecem, complementadas por ameixa seca. Final seco. Tem corpo médio, carbonatação moderada e textura macia. Grande clássico!
Degustação de 2015:
Servida na caneca apresentou coloração marrom escura com espuma bege de média formação e boa persistência. No aroma temos pão preto, caramelo, melaço, uva passa e ameixa em calda. O sabor segue o aroma, complementado por leve torrefação, canela, açúcar mascavo e castanhas caramelizadas.
Liquido com cor de suco de berries, talvez com cor de refrigerante de Cola. Levemente amarga e torrefada na boca, ams ainda muito doce.
As Weihenstephaner irmãzinhas prejudicam a apreciação dessa Doppelbock.
Afinal a breja é muito boa, mas não tem uma performance tão boa dentro do estilo quanto, por exemplo a Vitus no estilo Weizenbock.
Ela é muito mais atraente pelo Rótulo que pelo conteúdo.
A apresentação da Korbinian é magnífica. Um rótulo especialíssimo com referências à Freising e à St Corbinian e seu urso.
Vertida derrama um líquido escuro, cor de mogno, intenso.
No aroma pão preto, café, chocolate e frutas escuras. Um lupulo frutado e notas alcoólicas complementam o conjunto.
O sabor é vigoroso, com muita fruta escura. Também toffee, chocolate, especiarias e um pitada de álcool. O final é levemente amargo. O Aftertaste é deliciosamente picante e adocicado. O conjunto surpreende pela suavidade especialmente tratando-se de uma doppelbock 7,4 ABV.
Corpo sedoso, boa carbonatação e boa drinkability.
Mais um néctar da Weihenstephaner!