La Trappe: " O sabor do silêncio." Está é a frase que vem escrita no kitzinho desta holandesa, realmente é muito reconfortante e restaurador toma-la, e voce sente uma paz íncrivel, mesmo que as coisas não estejam dando muito certo.
Única trapista feita fora da Bélgica, envelhecida em 3 anos, leva um inusitado coentro na receita, desperta curiosidade, tomei a da garaffa de cerâmica.
Coloração marrom clara, mais pro opaco, a espuma se formou lindamente, mas logo se desfez. Aroma adocicado com notas cítricas, lembrando laranja e mel, e bem condimentado, intenso, muito bom, toque de banana também, porém o frutado é mais suave. Paladar complexo, puxa mais pro adocicado, mas logo vem uma avalanche de sensações, especiarias dão um toque diferenciado, o álcool pica levemente o fundo da garganta no final. Retrogosto é bem diferente, meio ácido. Carbonatação alta, corpo médio e altissima drinkability, não senti muito o álcool em nenhum momento. Cerveja muito gostosa, cheia de nuances, digna de uma trapista. Mas sinceramente, de coentro eu não senti nada.
Cerveja de bela coloração alaranjada, com ótima formação e duração de espuma.
Aroma relativamente fraco, mas gostoso, denotando notas frutadas, notavelmente de banana, e alcoolicas, especialmente com o aumento da temperatura.
Sabor acompanha o aroma, percebendo-se toques de especiarias juntamente ao frutado. Retrogosto doce e pouco prolongado, pedindo pelo próximo gole. Carbonatação média-alta.
Por ser meu estilo favorito de cerveja sou suspeito, mas adorei essa versão da La Trappe! Cheers!
E mais uma vez a La Trappe não decepciona.
Tripel com aroma característico, ricamente frutado.
Encorpada e carbonatada, creme rico, com boa duração e consistência.
Sabor frutado, com notas de banana e cravo, final levemente lupulado.