Cerveja de cor marrom bem escuro,espuma cremosa e medianamente presistente, média carbonatação.
No aroma ameixa passa, e algo de vinho amadeirado doce. Pouco lúpulo.
No sabor notas de ameixa como no aroma. O alcool aparece bem inserido, achei que esta cerveja tem um ''que'' de licor no sabor.Muito bom o gosto de lúpulo.Final muito agradavel.Excelente!!!!
Mais intensa que a rouge, com fortes notas de café, frutas vermelhas, maltes tostados e caramelo, licorosa e encorpadaça. O álcool é bastante perceptível, queima a garganta. No entanto, isto não é suficiente para comprometer o conjunto, graças à potência dos sabores que ela apresenta.
Uma coloração marrom escura bem chamativa na taça.
Creme de ótima formação, bem denso, volumoso e duradouro, deixando marcas na taça.
Aroma suave, porém marcante e encantador.
No paladar, uma experiência única que jamais será esquecida: um conjunto formidável, muito encorpada, marcante, com muita, muitaaa personalidade. Malte e lúpulo enquadrados perfeitamente na receita, um toque sútil de frutas com notas modestas de torrefação, adquirindo um sabor forte e bastante complexo.
Álcool bem perceptível, porém, não atrapalha em NADA a drinkability, que por sinal, é perfeita.
Final longo, suave com um amargor discreto.
Um amante de boas cervejas, com certeza ama a Chimay.
Vida longa as monges que produzem essa maravilha.
O que seria do mundo da cerveja sem as mágicas trapistas?
Cerveja peculiar, de sabor e aroma marcantes. Sua complexidade começa na cor, variando entre âmbar e vermelha. O sabor, além do mais, a destaca entre as demais belgas experimentadas: forte, correndo entre o tostado do malte, passando pelo chocolate e finalizando no licor de cereja ("cherry brandy"). Final com bastante lúpulo, cujo amargor combina com o conjunto. Me senti cantando junto aos monges trapistas, que fizeram cerveja muito bem, além de rezar o dia todo. Aliás, o que precisa para ser um monge trapista? Uma cerveja para nunca mais esquecer.