Temperatura de degustação: Sete graus Celsius.
Cor: Amarelo palha medianamente turva.
Creme: Excelente formação de creme branco persistente, e que deixa muitas marcas na taça.
Aroma: Casca de laranja, limão siciliano e especiarias, tendo como destaque o coentro e um pouco de pimenta.
Sabor: Predominantemente amargo por todo o gole, com final medianamente seco e persistente. O retrogosto tem muita referência do limão persente no aroma. A presença de especiarias no paladar me pareceu um pouco em excesso, o que diminuiu a drinkability. Ainda assim não deixa de ser uma boa breja.
Algo complexa, gosto evidente de mato, cor de breja de trigo, amarela fosca e densa, algo de casca de laranja ou uma outra coisa cítrica assim, esse “citricismo” é sensível no cheiro, já o mato/coentro fica mais nos goles mesmo e a espuma pouco duradoura e gruda no copo, no geral é complexa e nem parece breja boa pra tomar aos montes (perde na drincabilidade por isso), mas é ótima pra ser bebidas em ocasiões especiais mesmo sem ter aquela elegância toda das brejas chiques de fato.
Gostei!
Ao abri-la exala um aroma floral bem interessante, mas em pouco tempo desaparece, forma uma boa espuma duradoura e densa, tem a coloração dourada e cristalina. No sabor predomina o floral, guarnecido por um leve dulçor e o retrogosto é amargo. É uma cerveja equilibrada agradável mas não emociona...
Então, para estear a bonita taça da 1906, a "breja" escolhida foi a SAISON À TROIS. Cerveja colaborativa da Invicta e da 2 cabeças.
Amarelo palha, turva, boa e persistente espuma, segundo os fabricantes, leva em sua composição maltes de cevada e trigo, levedura belga, lúpulo neozelandês e sementes de coentro.
5,8% de teor alcoólico muito bem colocados, levemente aromática (coentro), muito refrescante e leve. Apresenta amargor bastante equilibrado, sendo de fácil aceitação até para pessoas "mais resistentes" a novas experiências.
Relação custo X benefício razoável, com certeza irá merecer um "repeteco" em outra oportunidade.