PILSENS BRASILEIRAS – Resultado do “teste cego”

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1º – 2,47 – Backer
2º – 2,37 – Eisenbahn
3º – 2,02 – Bavaria
4º – 2,00 – Bohemia
5º – 1,98 – Sol
6º – 1,93 – Antarctica
7º – 1,92 – Devassa
8º – 1,80 – Original (no desempate teve maior nota única: 2,2 contra 2,1 da Skol)
9º – 1,80 – Skol
10º – 1,78 – Serramalte
11º – 1,62 – Primus
12º – 1,60 – Itaipava
13º – 1,57 – Kaiser
14º – 1,47 – Brahma
15º – 1,45 – Nova Schin
16º – 1,35 – Crystal

As médias são aritméticas. No Ranking do BREJAS, você poderá conferir as notas individuais dadas por cada confrade a cada cerveja.

  • Nota sobre as cervejas artesanais (ou microcervejarias):

Foi intencional a inclusão, no teste, das cervejas Backer, Eisenbahn e Devassa. Tal se deu porque queríamos colocar à prova o mito de que as artesanais são superiores às “de mercado”. Vimos que o mito, em linhas gerais, transformou-se em fato, exceto pela Devassa. Tais cervejas, por outro lado, acabaram servindo também de “controle” para melhor avaliarmos as demais (embora também as tenhamos degustado às cegas).

Convidamos os leitores deste Blog a discutir o resultado através dos comentários deixados no pé deste post, ou na comunidade BREJAS.com.br, no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37713621.

Por hoje, cuidaremos exclusivamente das nossas próprias ressacas…

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Turma do BREJAS (Em pé: Guilherme Scalzilli, Daniel Rolfsen e Mauricio Beltramelli. Agachados: Ricardo Sangion, Daniel C. e Alexandre Menke)

SAIBA MAIS!

– Cervejas em LATA X GARRAFA: Tem diferença? Veja AQUI;

– Teste Cego de cervejas brasileiras PREMIUM. Veja AQUI;

– Acompanhe todos os Testes Cegos feitos pelo BREJAS.

Cursos do BREJAS

Confira o programa de Cursos e Palestras do BREJAS. Para quem quer aprender a fazer sua própria cerveja em casa, confira as novas datas para o Curso de Cerveja Artesanal. Para degustar com conhecimento, o caminho é o Curso de Degustação de Cervejas e Cultura Cervejeira. E, para um evento realmente diferente na sua empresa, com informação cervejeira e também diversão, a Palestra-Apresentação corporativa O Mundo da Cerveja.

Comentários

  1. Rodrigo disse:

    A única colocação que me surpreendeu foi a Bavaria. Se ainda fosse a Bavaria Premium, eu não ficaria surpreso, mas a Bavaria “comum” me surpreendeu muito. Vou tomar umas para ver como ela está atualmente.
    Eu fiz dois testes cegos de pilsens também, há algum tempo, nos mesmos moldes. Depois vou levantar os dados e mandar pra vocês. §11!

  2. feijão disse:

    Serramalte ficar em 10° me surpreendeu.

  3. Marcos disse:

    Esse teste foi uma piada!!!! Quem realmente entende de cerveja, jamais colocaria cervejas como a Bavaria e colocação superior as cervejas premium como Original e Serramalte. Sugiro refazer esse teste com pessoas realmente conceituadas!!!!!!!

  4. Mauricio Beltramelli disse:

    Prezado Marcos,
    Respeitamos a sua opinião, mas você está redondamente equivocado, tanto a nosso respeito quanto à própria cultura cervejeira.
    Inicialmente, Original e Serramalte não são cervejas “premium”, como você acredita. Quanto a questão do “pessoas realmente conceituadas”, procure antes ver o nosso Ranking e constatar que, se experimentar mais de 500 rótulos não nos transforma em especialistas, ao menos nos confere algum “conceito”.
    Ao invés de simplesmente atacar o nosso Teste Cego, procure fazê-lo também, no aconchego do seu lar, tirando suas próprias conclusões. Temos certeza que irá surpreender-se também, igualzinho a nós.
    Um abraço de BREJAS.

  5. FRANCIELE SOUZA disse:

    Estou também muito surpresa com a colocação da Bavaria e da Antactica.

  6. Mauricio disse:

    Francielle,
    Testes cegos causam sempre surpresa, em 100% das vezes.
    Nosso próximo teste cego será com as Weiss nacionais e importadas. Vamos ver no que vai dar…
    Grande abraço,
    Mauricio.

  7. André disse:

    Boa Tarde srs.,

    Permitam discordar do teste. Sei quão inconveniente é ter um mero leigo discordar de quem fez e faz tais testes.

    Eis que já fiz, repetidas vezes, testes cegos, comigo e com amigos, pois soi um tipo de pessoa que não se sente confortável ao beber “rótulos”.

    Quase todas as vezes, me surpreendi com a colocação de cervejas tidas pelo lugar-comum como “ruins”, e igualmente com cervejas tidas como “boas” no imaginário popular.

    De todo modo, nas vezes que fiz, cervejas como Serramalte e Original (as quais tive o prazer de conhecer quando eram fabricadas com metodos quase artesanais) hoje já não conseguem apresentar vantagens realmente significativas junto à cervejas de massa, como Skol, Brahma, Kaiser.

    De mesma monta, cervejas tidas como “ruins”, caso de Nova Schin, Kaiser, etc. estavam na “cola” de marcas líderes, como Skol, Brahma, Antarctica, quando não eram melhores, na minha humilde opinião.

    Trata-se de uma infeliz constatação: o mercado brasileiros de Pilsens de massa está homogeneizado e nivelado por baixo, não tendo mais cabimento beber “rótulos”.

    Creio que, no geral contudo, não discordo do Teste, embora algumas colocações sejam no mínimo estranhas, caso da Bavária (embora eu creia que trate-se da “Premium”), Antarctica, Sol, e da Kaiser, o “Patinho Feio” da Indústria Cervejeira Nacional, mas que na minha opinião é melhor que Skol, Antarctica, Sol.

    De todo modo, parabéns pelo trabalho que fazem.

    Um Forte Abraço,
    André R. Finken Heinle.

  8. Mauricio disse:

    Caro André,
    Suas observações não têm nada de “leigas”.
    Concordo integralmente com você quando disse que o mercado brasileiro de Pilsen está nivelado por baixo. Está mesmo! O pessoal bebe rótulos.
    Prova disso é que, no teste cego, cervejas como Backer e Eisenbahn ficaram muito à frente do “pelotão” das Pilsen de mercado.
    Na geléia geral das “de massa”, particularmente acho que poderia ter ganho qualquer uma… São todas praticamente iguais… A Bavária “ganhou”, mas poderia ter ganho qualquer outra. Talvez a Bavaria estivesse melhor naquele dia…
    Excelente participação, continue nos acessando.
    Grande abraço,
    MAURICIO BELTRAMELLI

  9. Markim (Cheetos) disse:

    Jovens!

    Depois desse final de ano, nunca vou tomar uma cerveja sem pensar em avaliá-la durante o ato… rsss

    Vocês criaram um monstro!

    Ahh… Parabéns pelo site…

    []s
    Markim (Cheetos)

  10. Companheiros de Copo,
    Teste é teste, gosto é gosto. O de vocês tem seu valor como toda comparação feita às cegas. Coincidentemente, no que toca às cervejas nacionais, praticamente bateu com minha escolha. Sou bebedor antigo de Antarctica e não consigo mudar. As opções que existem em minha região são Skol, Brahma, Bohemia, Nova Schin, Sol e Kaiser. Acho quase todas intragáveis. A Skol e a Brahma são ralas e têm odor ruim. As outras, excetuando a Bohemia, não dá nem pra comentar. Como a Bohemia é mais cara e difícil de achar, continuo com meus 30 anos de Anatrctica. Tem uma hstória antiga que diz que pra fazer uma Brahma pega-se 1 garrafa de Antarctica e mistura-se uma garrafa de água; pra fazer uma Skol misturam-se 2 garrafas de água a 1 de Antarctica. É isso aí, gostei do Site(indicado pelo Noblat) e lanço uma dúvida: a mesma cerveja, quando feita em fábricas diferentes, pode ter diferença? A Antarctica que vem do Rio, é consenso entre os bebedores daqui, é muito melhor do que a que vem de São Paulo. Seria realidade ou puro delírio etílico? Um abraço,
    Alexandre Farage – São Vicente de Minas – Sul de M.G

  11. Ricardo Sangion disse:

    Alexandre,

    Realmente as cervejas tem diferencas dependendo da regiao onde foram produzidas, principalmente devido a qualidade da agua, e muitas vezes essas diferencas sao gritantes. Estive em Buzios nesse fim de ano e a Skol em lata me pareceu muito mais saborosa e sem o odor ruim que voce comenta, com o qual concordo. Alem disso, as cervejas pilsen sao pouco tolerantes a calor e luz e tambem tempo de que foram produzidas, influenciando seu sabor.

    Minha fica pra voce eh provar as Pilsens artesanais, como Eisenbahn, Backer e Colorado.

    Abracos!

  12. Egon Carlos Tschope disse:

    Prezados,

    parabéns pelo site. Gostaria que vocês experimentassem as cervejas produzidas pela Cervejaria Premium – Frutal – Minas Gerais (da qual sou Mestre Cervejeiro). As cervejas são a FASS, Bella e Bauhaus. Me envie o endereço e terei o maior prazer de mandar algumas garrafas/latas para avaliação. Tenho certeza de que vocês ficarão surpresos. Além disso, coloco a cervejaria à disposição para uma visita. Não é uma micro cervejaria, a mesma tem capacidade instalada para até 1.000.000 de hls/ano.

    Atenciosamente,

    Egon Carlos Tschope
    Gerente Industrial
    Mestre Cervejeiro

  13. luiz afonso disse:

    Turma do BREJAS, parabéns pelo site e pelos testes de cervejas.Notei que das pilsens brasileiras avaliadas por voces tem 5 em garrafas e 11 em latas.Não gosto de cerveja em lata, me parece que tem sabor diferente(PIOR).Em todo caso valeu pela informação.Um abraço.

  14. Mau disse:

    Prezado Luiz Afonso,
    Realmente, a maioria das cervejas testadas por nós foram em latas. Isso se deveu em função da dificuldade de obter a maioria das marcas em garrafas de 600ml.
    Admitimos que são inúmeros os fatores que podem alterar o sabor das cervejas do tipo Pilsen, que são menos alcoólicas e mais delicadas. Por isso, em breve, repetiremos o teste cego, mudando vários parâmetros, entre eles o envasamento.
    Continue nos acompanhando.
    Um abraço,
    MAURICIO BELTRAMELLI

  15. Elvino Peixoto disse:

    Tomo cerveja desde os meus 15 anos e, confesso que não me surpreendi quando vi nesse site a colocação da BAVARIA PILSEN no teste cego. Hoje tenho 47. Aconteceu comigo o seguinte: numa viagem ao interior do estado, na hora do almoço, pedi uma cerveja bem gelada. Não me preocupei com a marca, já que no local existiam vários cartazes de Brahma e Skol. Quando o garçom trouxe a cerveja perguntei se só tinha aquela e ele disse que não, mas já havia aberto. Então eu disse: “Ah, deixa essa mesma”. Bendito engano. De lá prá cá, a minha preferência é BAVARIA PILSEN. Meus amigos mais chegados já aderiram, mas a maioria (BEBEDORES DE RÓTULO) não. Azar deles, não sabem o que estão perdendo…

    ELVINO PEIXOTO, Maceió/Al

  16. Albert Egan disse:

    Brejas, é com alegria que descubro que outras pessoas pensam e bebem da mesma maneira que eu. Sou ex-funcionário da Ambev, trabalhei lá por 5 anos e nesse período fui degustador de cervejas e refrigerantes, além de degustações de matérias-primas como malte e arroz (sic)…Concordo plenamente com as citações acima de que as cervejas Pilsen nacionais estão niveladas por baixo. Na minha opinião, pura água – TASTELESS. No tempo em que fui funcionário da empresa, por questões éticas (e pressão), evitava consumir produtos da concorrência. Hoje tenho a sorte de poder degustar Heinekens, Warsteiners, Erdingers, Tuborgs, Grolschs, enfim, cervejas de verdade. Chega de água com gás!!!
    Parabéns pelo site. Abraço!

    Albert Egan / Jaguariúna – SP

  17. Elvino,
    Parabéns por admitir “livrar-se” das cervejas “de massa”! É assim mesmo, na base das experiências degustativas empíricas, que apuramos o nosso paladar e aprendemos todos um pouco mais sobre cerveja.
    Agora falta você experimentar algumas artesanais brasileiras e outras importadas…
    Grande abraço.

  18. Eros Pacheco de Macedo disse:

    Inicialmente meus parabéns pelo trabalho de vocês, é contestação e constatação, tem utilidade pública.Afinal aqui se bebe bastante cervejas. Moro em Itaipu-Niterói-R.J., pois bem, nesta região as pessoas bebem Skol e atualmente a tal da Itaipava. O fato é que nos bares tais cervejas são oferecidas, pois os distribuidores oferecem vantagens. Dessa maneira só apresentam tais cervejas aos bebedores,
    que na maioria das vezes não tem o menor conhecimento sobre o assunto e querem é ficar bebum!!!.
    Viajo pelo mundo e no mês de outubro visitei a Bélgica e Bruges, principalmente em Bruges conheci uma
    cerveja chamada Jupiter e dela fiquei sendo um apreciador, vocês já a conhecem com certeza.
    Mas a técnica de vendas das cervejas nos bares me deixa irritado, afinal o que o portuga do bar entende de cervejas, na maioria das vezes nada. Então deixo minha reclamação e o meu elogio à vocês, Eros

  19. Albert,
    É com imensa honra e prazer que recebemos no BREJAS um degustador PROFISSIONAL como você. E ainda mais um ex-“ambeviano”.
    Muito bom constatar que a sua opinião bate com a nossa no tocante às cervejas industriais brasileiras. Isso nos prova que estamos no caminho certo. E nos dá mais alegria.
    Por favor, continue no BREJAS. E não hesite em nos puxar as orelhas quando não concordar com algo. Afinal, você é autoridade no assunto!
    Grande abraço.

  20. Eros,
    Você está coberto de razão!!!
    Estratégias agressivas de marketing existem no mundo todo, mas aqui o consumidor se acostumou DEMAIS com as cervejas de massa. Nas propagandas, o sabor fica lá atrás. O que interessa são os Pagodinhos e as bundas da vida.
    Mas vemos, com esperança, o crescimento da cultura cervejeira no país. Cada vez mais o consumidor está buscando por produtos diferenciados, a exemplo do que ocorreu com os vinhos.
    BREJAS nasceu justamente com a intenção de promover essa diversidade. E, quem sabe um dia, o brasileiro vai deixar de beber RÓTULOS e apreciar CERVEJA.
    Com relação à Jupiler, é uma cerveja bem interessante. Mas não deixe de ler o nosso Blog com dicas de cervejas belgas, para quando for de novo à Bélgica.
    Grande abraço.

  21. Rafaela disse:

    Olá amigos amantes de cerveja.

    Fiz um teste as cegas com quase todas as cervejas aí citadas e o meu resultado foi bem o que eu esperava. Mas queria lembrar que o sabor de cada cerveja varia de cidade para cidade. Eu não seí porque, mas eu e meus amigos sentimos muito esta diferença. Por exemplo, só consigo beber Kaiser em São Paulo e Itaipava no Rio.

    Aí vai meu resultado.

    1- Eisenbahn
    2- Devassa
    3- Bohemia
    4- Original
    5- Itaipava
    6- Antartica
    7- Brahma
    8- Skol
    9- Sol
    10- Kaiser
    11- Primus
    12- Nova Schin
    13- Crystal
    14- Bavaria (essa não é surpresa para mim, já que eu não tolero o gosto dela e sempre passo mal no primeiro gole.)

    Fazer esses testes é uma boa iniciativa, mas temos que levar em consideração o paladar de cada um.

    Abraços,

    Rafaela

  22. Egon Carlos Tschope disse:

    Olá!!!

    E aí, já degustaram as cervejas?

    Cadê os comentários.

    Um forte abraço a todos.

    Egon

  23. Flavio Richeti disse:

    Fizemos um teste cego ,carnaval 2008, num total de 8 pessoas sendo que 6 eram homens e 2 eram mulheres.
    Trata-se apenas da pontuação final, levando em consideração os pesos.
    Nenhuma correlação estatística ainda foi feita.

    Quesito Peso

    Aroma 2
    Cor 1
    Sabor 3
    Amargor 2
    Residual de Sabor 3

    Marca Pontuação

    1 – Bavária 269
    2 – Cintra 253
    3 – Kaiser 246
    4 – Itaipava 242
    5 – Conti 241
    6 – Crystal 238
    7 – Antarctica 229
    8 – Brahma 223
    9 – Skol 222
    10 – Krill 219
    11 – Primus 211
    12 – Sol 204
    13 – NovaSchin 196
    14 – Fass 190
    15 – Bella 173
    16 – Guitts 167

    As cervejas eram todas “PILSEN”, a única cerveja de garrafa era a Bella. Fass e Bella eram cervejas da região de Caconde SP, local onde o teste foi realizado.

    Abraço
    Flavio, Fabio, Kaconde, Renato, Julio, Thomas, Luciana e Debora.(Participantes do teste)
    PS: Danielle, Srta Maia se encarregaram de distribuir as amostras, todas no tradicional copinho americano.
    Renato Rato só observou tomando Vodka!!!

  24. Danilo disse:

    Vocês poderiam informar de onde as cervejas de massa estão vindo, o gosto é extremamente diferente de uma Brahma feita com água de Jacareí e uma de Guarulhos por exemplo, Antártica no interior do país é muito boa, e aqui em São Paulo é uma bela última opção.
    Aqui também são poucas as pessoas que preferem uma Skol a uma Brahma, colocar esta última atrás de outras muito piores é vergonhoso, esse teste foi muito dúvidoso, aonde já se viu Bavaria à cima de Devassa?!

  25. Flávio,
    Recebemos com muito interesse o resultado do seu teste cego, ainda mais em função da Bavaria haver ficado em primeiro, assim como no Teste de BREJAS.
    Portanto, por mais estranho que possa parecer, agora está mais que provado que a colocação da Bavaria não se deu em virtude de falta de conhecimento.
    Parabéns pela iniciativa e um grande abraço de todos os Confrades de BREJAS aos participantes do teste.

  26. Danilo.
    Realmente há diferenças de sabor entre as fábricas da mesma marca. Tal se deve, provavelmente, à qualidade da captação na fábrica. Qualquer dia desses faremos um Teste Cego com, por exemplo, as Brahmas de Jacareí, Agudos e Jaguariúna.
    Com relação à colocação da Brahma, também nos causou surpresa. Convidamos você a repetir o Teste Cego em casa e depois colocar aqui os seus resultados.
    Grande abraço.

  27. Carlos Alberto disse:

    Rapaziada, parabéns pelo ‘trabalho” de vcs. Coloco “trabalho” entre aspas, pq, vamos falar a verdade: beber cerveja não dá trabalho nenhum. Achei este teste cego muito curioso, tanto nos resultados, quanto nas controvérsias.
    Gostaria de dar a minha opinião, não sobre os resultados, mas sobre o teste em si e sobre alguns comentários infelizes. Teste cego sempre provoca controvérsia (hehehe). Vale lembrar que estamos falando de sentidos, de opiniões, de conceitos subjetivos. Claro que a opinião de quem já degustou mais de 500 rótulos é extremamente respeitável. Claro que a opinião de uma maioria q gosta de cerveja também é respeitável. O que não é respeitável é alguém dizer que quem se propõe a expor as próprias opiniões está fazendo uma piada, como sugere o Marcos.
    Por outro lado, fico feliz por perceber que a democracia ainda reina entre as pessoas que verdadeiramente apreciam a cerveja, e entendem que o espírito da coisa não é vestir a camisa desta ou daquela marca. Com algumas pequenas correções, sob o meu ponto de vista pessoal, e de acordo com alguns testes q eu mesmo fiz, a classificação de vcs está bastante correta. Claro q alguém pode discordar desta ou daquela colocação. Porém, cerveja é igual mulher. Uns gostam das mais doces, outros das mais amargas. Uns gostam das mais leves, outros das mais pesadas.
    Pra finalizar, quero manifestar aqui minha grande satisfação pelo nível atingido no Brasil entre os apreciadores da cerveja. Tenho 42 anos e me lembro de um tempo quando “Brahma” era sinônimo de cerveja, assim como Gillete ainda é sinônimo de lâmina de barbear. Felizmente isso mudou bastante e o assunto está recebendo o respeito merecido.

    Sucesso, grande abraço e…SAÚDE!!!

  28. Mauricio Beltramelli (BREJAS) disse:

    Carlos Alberto,
    Seu comentário foi MUITO importante.
    Seria fácil pra qualquer um rasgar o resultado e simplesmente dizer que uma Brahma “ganhou” o teste. Difícil é dar a cara pra bater com uma Bavaria…
    BREJAS preservará sempre a isenção e a independência nos testes e demais degustações, mesmo que os resultados se mostrem “indesejáveis” a uma determinada parcela de consumidores, os quais, ao que parece, mais “torcem” por seus rótulos preferidos do que realmente degustam, desapaixonada e tecnicamente, uma breja.
    Grande abraço.

  29. gabriel disse:

    Muito legal esse teste … principalmente pela diferença de pontos
    acho que o mais importante é isso, e não a colocação

    só acho que um teste cego é sempre complicado por um fato: o gosto na boca
    não sei oq vcs fazem para tira-lo pois eu não sei oq fazer ( nada tras bons resultados)
    talvez eu seja uma anomalia mas é um fato
    o exemplo que tenho é a Bohemia que fica com um gosto de sabão horrivel depois de qq outra cerveja
    de qq modo
    parabéns …o site é ótimo

  30. Mauricio Beltramelli disse:

    Gabriel,
    Você falou algo importante: Não importa a colocação da cerveja (primeiro, segundo ou último lugar), e sim as notas que ela recebeu, que foram puramente técnicas.
    Com relação à limpeza de paladar, dá uma olhada aqui:
    http://www.brejas.com.br/como-limpar-paladar.shtml
    Grande abraço.

  31. Amigos, boa tarde.
    Gostei muito do site e do teste que fizeram. Sempre desejei fazer um teste assim com meus amigos e parentes, com o objetivo de desmistificar esta ou aquela marca como a “melhor”. Observei atentamente todos os comentários e parece que o teste realmente representa o consenso do apreciador comum de cerveja, como eu ou qualquer outro de nós. O grande problema da cerveja nacional é o marketing das empresas que nos empurram seus rótulos goela abaixo, mesmo sabendo que a maioria das nossas pilseners leva em sua composição, além da cevada, milho e arroz, para baratear os custos e padronizar o paladar e teor alcoólico para o levíssimo, evitando, assim, a rejeição pela maioria. Gostaria de saber quais os critérios ou quesitos a avaliar, e qual a maneira que vocês utilizaram para evitar que a última cerveja testada já não esteja prejudicada devido ao consumo das anteriores. Vocês acham que este fato não influencia o resultado final? Vou propor aqui entre meus amigos “conhecedores”, de cerveja, incluindo nossa esposas, este teste cego, e depois, faremos a comparação com o teste de vocês.
    Saudações a todos.
    Antonio Orselli – Santos SP

  32. Daniel Calichio (BREJAS) disse:

    Antonio, inicialmente, agradecemos pela participação! Fico particularmente feliz por você ter questionado algo que ainda ninguém havia questionado: será que as últimas cervejas avaliadas não tiveram o paladar comprometido? Pois bem, essa era uma preocupação minha antes do teste, mas afirmo a você que não houve qualquer prejuízo. Lembro que as três últimas cervejas avaliadas (não me recordo agora de cabeça quais foram) tiveram colocações bem distintas. Exemplo: uma delas parece que ficou em 14º, a outra em 2º e a outra em 8º. Se todas elas tivessem ficado muito bem ou muito mal posicionadas, teríamos ficado preocupados, mas não aconteceu. Pelo contrário, notamos que conseguimos distinguir bem uma da outra mesmo após várias degustadas. Notava-se a cada quesito avaliado diferenças nítidas em relação à(s) cerveja(s) anterior(es). Os critérios usados na degustação encontram-se especificados aqui mesmo no nosso site. Friso também que tomamos cerca de meio copo americano de cada uma delas, de forma que nem deu pra ficarmos bêbados ao final (risos)! Finalizando, lembro que incentivamos a prática de testes cegos entre os nossos leitores. A troca de experiência é fundamental entre todos nós. Parabéns pela dúvida! Espero tê-la esclarecido. Um abraço dos Confrades do Brejas!

  33. Carlos disse:

    Existe algum curso de mestre cervejeiro?

    Se souberem respondam p/ meu e-mail por favor…

    carlosalmeidaden@hotmail.com

  34. Marcos Funaro disse:

    Parabéns pelo site! Uma coisa é clara, muitos comentários mostram a paixão que o brasileiro tem pelas cervejas… tal paixão, é como torcer para um time de futebol! Não tem lógica… Brincadeiras à parte, só quero dizer que vcs estão no caminho certo. Realmente o povo bebe rótulo. E pior, em razão disso, os “botequeiros” ficam nas mãos das grandes cervejarias. Se houvesse um incentivo por parte do governo para que outros tipos de cerveja entrassem no Brasil com preço mais acessível, e esses bebedores de rótulo pudessem experimentar novas cervejas (Guinness, Old Speckle Han, IPA, etc…) tenho certeza que essas cervejarias centenárias passariam a valorizar seus consumidores, e passariam a produzir cervejas de uma qualidade mais elevada. Vcs lembram a evolução que tivemos com os carros? Um abraço à todos…

    Ahh… a Bavária é a melhor mesmo…!!!!

  35. Ze disse:

    A bavaria pagou quanto a voces?

  36. CESAR disse:

    Pessoal, gostei do SITE. Somente para título de informação: a Heineken já é feita aqui, mas não entendi o porquê da não entrada dela na degistação. Aliás, eu a acho um primor, uma cerveja pilsen sem conservantes algum feita de puro malte e com sabor e aroma realçados. Ótima, na minha opinião.
    O que vocês acham dela?
    Outra questão, é se alguém de vocês aí sabem o motivo da retirada do mercado da excelente CARLSBERG.
    Abraços.

  37. Mauricio Beltramelli disse:

    Cesar,

    Neste Teste Cego entraram apenas as cervejas Pilsen brasileiras, excluindo-se as chamadas “Premium”, como é o caso da Heineken — a qual, pra mim, é excelente.

    Quanto a Carlsberg, vou tentar saber o motivo da retirada do mercado e volto aqui pra contar.

    Um abraço,

    Mauricio (BREJAS)

  38. Carlos Duplar disse:

    Prezados, sugiro a inclusão da Therezópolis Gold e da Bavaria Premium no teste cego. Inspirado pelo teste de vocês, comprei uma Bavaria normal (em lata) e uma Itaipava Premium no mês passado, mas nenhuma das duas me atraiu…

    Dica: tive uma excelente surpresa ao comprar a Budweiser argentina em lata na semana passada. Esperava algo insosso e encontrei uma cerveja de sabor muito interessante, não ficando nada a dever às pilsens que freqüentam minha geladeira ultimamente (Bavaria Premium e Heineken).

    As pilsens ‘de linha’ da Ambev estão definitivamente fora de cogitação, especialmente a intragável Skol. Essa eu não bebo nem de graça!

    Abraços

  39. Will disse:

    Meu Deus! Skol melhor que Serramalte!!? De onde tiraram isso? Skol não é cerveja, água. Não é à toa que é patrocinadora de raves e festivas afins, pois o povo dançando freneticamente e suando em bicas precisa se hidratar com… água.

  40. Will disse:

    MEU DEUS (Parte II)! Bavaria melhor que Serramalte???

    Escuta…. acho que isso não foi degustação e sim uma bela festinha regada á cervejas sortida ahn?… vá diz aê! Me convid da próxima vez! MAS SEM BAVÁRIA OU SKOL por favor.

  41. Eduardo disse:

    Caros BREJAS,
    Vcs se surpreenderiam muito se conhecessem a cerveja Cidade Imperial, produzida em petrópolis , seguindo a lei de pureza alemã de 1516.
    No proximo teste vale a pena conferir.
    Se não souberem onde encontrar dou um jeito.
    abs

  42. Julio Cesar disse:

    Senhores, há no Rio Grande Sul a cerveja pilsen POLAR, hoje da AMBEV. Ela é consagrada dentre as cervejas de fabricação em massa. Gostaria de vê-la nos testes! Abraço

  43. alexandre de melo martins disse:

    amigos brejeiros,
    venho aqui enfocar a origem das cervejas.
    aqui em uberaba por exemplo as cervejas inbev vem de brasilia CE,
    sao horriveis, quando vem de agudos AG melhoram um pouco,
    se sao de jaguariuna JA sao bem melhores.
    a bavaria quando era feita pela antartica em jaguariuna era excelente, passou para
    a molson extragou , com a sol melhorou.
    quando a antartica era uma fabrica isolada, a bohemia era faita em petropolis era
    uma coisa ,com a uniao com a brahma , acabou a pilsener chopp vendidas em garrafas
    retornaveis de 300 era a melhor do brasil, acabou a pilsen extra muito alcoolica, e a
    niger escura. a antartica eu nunca gostei, esta tal de original ruim e cara ,foi feita para
    os paulista orfaos da antartica que foi rebaixada a marca de combate pela inbev,
    ia lancaram a original , forte pesada. brahma so o zeca pagodinho pra beber.
    infelismente as industrias nacionais nao conseguem manter um padrao por muito
    tempo, e as cervejas variam muito de sabor . estou gostando da iatipava, gostosa e leve, bavaria premuim ja mudou muito desde que saiu , kaizer gold gostosa mas
    pesada. abracos .
    alexandre

  44. Leonardo disse:

    Olá a todos …. para quem ainda não esperimentou vou dar uma ótima sugestão, e é a BAUHAUS, da Cervejaria Premium. Para quem gosta de sabor, cerveja encorpada, esta á a escolha. Não dá para beber o dia todo em um churrasco com a turma, ela é forte, acho que 5.1%, deliciosa. E legal é beber a Bauhaus e depois uma outra qualquer (Skol ou Itaipava ) dá vontade de chorar.

    Abraço a todos.

  45. Uma vez me perguntaram qual o melhor vinho, e a melhor resposta que acabei concordando foi “AQUELE QUE MAIS TE DA PRAZER” realmente … tem vinhos classificados e com custo acima de US$100, 200 que não me agradam nada, meu paladar não esta apurado para isso. A cerveja é assemelhado, as premiuns são mais fortes, vai mais materia prima, e é apreciada por muitos. As pilsens, são disparado as de maior vendagem, a bavaria premium , para meu gosto perde para bohemia(quando tá boa.. e é de jaguariuna ou lajes) e para brahma extra.. mas depende sempre aonde é fabricada… Vivi uma vida discutindo isso e apesar de dizerem que a agua é a mesma em qualquer lugar, EU DUVIDO , cada lugar tem uma agua diferente e gosto diferente… a materia prima também…. Não tenho o direito de CRITICAR nenhum , o gosto de cada um é o que vale.. a maioria vota e isso vale é a regra… vence o maior numero de votos …. PARA AQUELE MOMENTO. boa cervejada a todos

  46. Preciso conhecer um mestre cervejeiro que tenha trabalhado na budweiser… me contate

  47. Claine disse:

    Achei muito estranho a Brahma em 14º lugar, dentre as populares tipo pilsen a considero a melhor cerveja.

  48. Pessoal,

    Nós, de BREJAS, estamos curtindo demais essa discussão. Pra dizer a verdade, era justamente esse o nosso objetivo.Por isso, entendemos (e respeitamos) as críticas.

    A iniciativa é, antes de tudo, um convite para que os leitores experimentem com mais atenção o que andam tomando.

    Entendamos que é na degustação às cegas, onde o que vale é o que está nos copos e não nos rótulos, na fama do produto ou nas propagandas elaboradas, que a verdade aparece e os mitos são destruídos.

    É um bom exercício, que dá margem à sugestão de BREJAS: Compre as cervejas que gosta, inclua entre elas algumas que acha ruins, cubra as garrafas e prove com os amigos.

    No mínimo, alguma coisa se aprende. E é divertidíssimo…

    Um abraço.

  49. Marco disse:

    1º ORIGINAL
    2ºSERRAMALTE
    3ºBOHEMIA
    4ºBRAHMA
    5ºITAIPAVA
    6ºSKOL
    7ºANTARTICA

    O Gosto vai de cada um, cada um gosta mais de uma. para mim so essas são cervejas, dessas que vcs testaram.

  50. Nik disse:

    Bom, devo dizer que houve vício no teste, vez que algumas cervejas eram de garrafa e outras de lata.
    É evidente que as cervejas de lata levam prejuízo.
    No teste que fiz, 4 anos atrás o resultado foi bem diferente.
    Vou procurar as anotações e posteriormente trarei os meus resultados!

    Mas muito interessante o resultado!!!!

  51. Alexandre disse:

    Olá a todos!

    Achei muito interessante o teste de vcs, mas tenho de discordar….
    Eu já viajei pelo muito pelo Brasil e em cada lugar que eu fui pude (surpreendentemente) descobrir que eu não tenho uma cerveja preferida!
    Durante o tempo em que eu morei no RJ, por exemplo, sempre achei a Brahma a melhor cerveja! Nem mesmo a Bohemia!
    Já em SP, não troco a SerraMalte por nada, mesmo pq, para o MEU paladar, é a cerveja mais saborosa e encorpada do mercado.
    Em MG a Antartica é simplesmente FANTASTICA!
    No nordeste (de modo geral) a Skol é muito boa!

    Porém, independente do lugar a Bavaria Pilsen é uma cerveja que nunca desceu bem! Acho-a muito fraca e sem sabor! Mas, torno a dizer, este é meu gosto!

    Outro detalhe é… A temperatura que as cervejas foram servidas no teste era a mesma para todas as marcas? Para mim, este fator é IMPORTANTISSIMO! Uma cerveja que não esteja BEM gelada nunca vai me agradar!

    Bom, como já vi mais a cima, vcs pretendem fazer um teste com uma mesma marca mas de fábricas diferentes! Acho que este será um teste excelente e eu mesmo vou procurar faze-lo! Coloco os resultados aqui quando tiver!

    Abraços a equipe do Brejas e parabens! O site está muito legal!

  52. Mauricio (BREJAS) disse:

    Alexandre,

    Você tem razão em alguns pontos. As cervejas do tipo Pale Ale, como as testadas, são bastante delicadas, a ponto de haver alteração quando expostas à luz ou ao calor, por exemplo. Mas, na gôndola do supermercado, não dá pra saber como uma cerveja foi transportada, não é mesmo?

    Com relação à sua pergunta sobre a temperatura, sim, todas estavam exatamente na mesma temperatura. Note, porém, que uma cerveja “BEM gelada”, em temperatura inferior a 5 graus Celsius, amortece as papilas gustativas e você acaba não sentindo gosto nenhum. Por isso, pedir cerveja “estupidamente gelada” é um erro freqüente, e costuma disfarçar o gosto ruim de uma determinada cerveja em detrimento a uma pretensa “refrescância”.

    Muito obrigado pela força e continue acompanhando o BREJAS!

  53. Thiago Correa disse:

    Gostaria de saber qual foi a temperatura que foi gelada, quais os lugares que foram fabricadas e como foi feito o teste, intervalo entre as provas
    obrigado

  54. Mauricio (BREJAS) disse:

    Thiago,

    Ajustamos a geladeira com as amostras, e as temperaturas de todas as cervejas estava em 5 graus Celsius, aferida por um termômetro industrial.

    Não nos ativemos ao lugar nos quais as cervejas foram fabricadas, no entendimento que a MARCA é que foi avaliada, não o local de produção.

    Os intervalos entre as provas foram de aproximadamente 10 minutos, tempo necessário para limpar o paladar com água gaseificada e pão, bem como para bater papo a respeito das notas que íamos conferindo.

    Um abraço e continue acessando o BREJAS.

  55. Filipe disse:

    Queria saber duas coisas: Primeiro, de onde (que estado) vocês são. E segundo, se é mito ou realidade o velho papo de botequim que diz que o sabor de uma mesma marca de cerveja pode variar de uma fábrica pra outra. Grande abraço. Filipe.

  56. Mauricio Beltramelli disse:

    Filipe, vamos lá…

    1) Somos de Campinas, Estado de São Paulo, com exceção do Confrade Michel Wagner, que é de Genebra, na Suíça.

    2) Verdade. As cervejas do tipo Standard American Lager (que, no botequim, a gente mais comumente costumou chamar de Pilsen) são muito delicadas e sofrem variações de sabor influenciadas por inúmeros fatores, tais como a água utilizada, a quantidade de ingredientes que pode mudar de fábrica para fábrica e aspectos logísticos, como as condições de armazenagem e transporte inadequadas.

    Um abraço.

  57. Filipe disse:

    Então eu posso supor que o resultado desse teste poderia ser diferente se vocês tivessem usado amostras oriundas de outros estados, certo? Sempre tive essa curiosidade, pois eu viajo muito a trabalho e, embora não tenha o paladar tão delicado a ponto de detectar pequenas diferenças de sabor, vejo que as marcas preferidas pela “comunidade cervejeira” em determinadas épocas variam muito dependendo da região. Isso talvez justifique a indignação de alguns leitores com o resultado do teste, visto que algumas das marcas que ficaram no topo são consideradas de qualidade inferior em alguns estados e vice-versa. Como sou do Rio e creio que a maioria das pilsens nacionais que bebo com freqüência são fabricadas aqui mesmo, acho que o resultado do teste feito com cervejas fabricadas em SP pode não me servir de parâmetro 100% confiável. Grande abraço. Filipe.

  58. José Luís disse:

    Acho que vcs estavam bêbados…só pode…só por isso vou beber mais uma!
    Mas, continuem bebendo e nos informando!

  59. Weslei Bento disse:

    Queria que vocês acrescenta-sem a cerveja Conti Bier, no próximo teste pois aqui em nossa região muitas pessoas que tomavam Skol, que era a marca lider estão tomando Conti Bier, e não é o fator preço, pois a diferença de uma pela outra é de 0,20 centavos em vários bares etc. ASkol está a cada dia se enfraquecendo e isso deve ser consegüência da péssima qualidade que o gripo Ambev, vêm disponibilizando suas marcas ao mercad. Ao pessoal do Brejas, um grande abraço.

  60. Patrick Schafstein disse:

    A Sol é uma das piores, prefiro até mesmo a péssima Glacial…

  61. Ricardo A. Leite disse:

    Caros do brejas.com.br,

    Antes de qualquer coisa, parabéns pelo site!! Espero que continuem com o excelente “trabalho” de colocar à disposição dos internautas brejeiros artigos e os resultados de seus “test drinks”…
    Entretanto, na boa, fiquei estarrecido de vocês terem pontuado melhor a Backer do que a Eisenbahn. Mas, gosto é gosto, né??

    Abraço!

    Ricardo.

  62. Diogo MAncha verde disse:

    tá louco? a bavaria na frente da bohemia??

  63. Miguel Coelho disse:

    Grande parte das mensagens foram enviadas por “bebedores de rótulos”.
    Tipo: “A na frente de B?” ou “Vocês estão loucos” e por aí vai.
    Será que estas pessoas não sabem o que é um TESTE CEGO?
    Ninguém escolheu as cervejas de acordo com suas preferência pessoais, apenas deram notas para uma cerveja de cada vez, sem saberem a marca. É difícil entender isso?
    Os TESTES CEGOS servem exatamente para isso, desbundar os bebedores de rótulos.
    Já fiz um teste deste tipo a un 25 anos atrás e os “bebedores de rótulos ficaram desbundados”.
    Parabéns pelo site e pelos testes.
    E vamos deixar os “bebedores de rótulos” continuarem bebendo seus rótulos enquanto nós vamos experimentando várias marcas e um dia achando esta melhor e no dia seguinte achando aquela melhor.
    Abraços
    Miguel – Copacabana – Rio (aqui na beira do mar todas elas descem bem. risos.

  64. Daniel Calichio (BREJAS) disse:

    Miguel, seu comentário foi PERFEITO. Você expôs exatamente o que é o teste cego. Se não sabemos o que estamos bebendo, é impossível avaliarmos melhor ou pior uma determinada marca a fim de beneficiá-la ou prejudicá-la. Parabéns pela clareza da exposição e continue conosco! Grande abraço.

  65. Ricardo A. Leite disse:

    Miguel, Daniel e demais brejeiros,

    Em tempo: como apreciador e leitor voraz de tudo aquilo que se refere à vinho e cerveja, sei perfeitamente o que é e como é feito um “Teste Cego”. No caso da minha mensagem em particular, só quis dizer que fiquei estarrecido com o resultado do teste ter apontado a Backer como a mais bem pontuada pelos brejeiros em detrimento da Eisenbahn, haja vista que o sabor da Backer, PARA MIM, é inconfundívelmente ruim, sendo, no mínimo, terrivelmente aguada… Em outras palavras: não consigo ME imaginar dando uma pontuação melhor à essa cerveja em relação a Eisenbahn nem se eu fosse cego de verdade…rs.
    Só isso. Mas, sou suspeito: o estilo pilsen ou pilsner não me agrada. Prefiro as de estilo stout, weiss ou ale.

    Abraço!

    Ricardo.

  66. Bom Dia Srs.,

    Sobre o Teste, gostaria de retomar a questão sobre a Bavária Pilsen.

    Surgiu, como seria natural, uma surpresa quanto à ótima colocação da Bavária comum.

    Pois bem, um dia destes, eu e alguns amigos fomos à um Bar, que mais corretamente poderíamos chamar “Bodega”, rsrs, para beber uma cerveja.

    Como eu estava no meio de amigos e bebedores de cervejas baratas, obviamente não vou ser o mala pra ficar falando mal das cervejas dos caras, ao menos não ali.

    Pois bem, eles pediram a Bavária normal, que era a mais barata do local, e fomos beber. Confesso que fiquei impressionado com a qualidade da cerveja, que não têm aquele cheiro horrível das Pilsens tradicionais, e tem até um leve amargor, um “que” de gosto que há muito não se encontra em nossas Pilsens.

    Claro, não digo que seja a melhor cerveja brasileira, pelo contrário, mas fiquei impressionado positivamente, pois achava que encontraria uma cerveja RUIM, e encontrei até uma boa cerveja, pelo custo-benefício.

    Explica-se a colocação dela no Teste do Brejas. Parabéns mais uma vez pelo pioneirismo, e pela coragem de fazer o que outros não fazem, e sobreviver para contar a história, rsrs. Muitos ridicularizaram a posição do Ranking, estamos vendo quem ri por último.

    Abraços,
    E novamente parabéns deste gaúcho que vos fala,
    André R. Finken Heinle

  67. Miguel Coelho disse:

    ISTO tem relação com o que estamos “discutindo”.
    Os RÓTULOS criam uma EXPECTATIVA e isto influencia o PALADAR.

    Notícias

    03 de março de 2006 (UOL)

    Expectativa influencia o paladar

    Não são apenas as papilas gustativas que determinam o sabor dos alimentos. A expectativa também desempenha importante papel na maneira como o sabor é registrado no cérebro

    O neurocientista Jack Nitschke e seus colegas da Universidade de Wisconsin reuniram 30 voluntários em idade universitária para verificar o efeito da expectativa na avaliação do gosto em humanos.

    A equipe preparou cinco bebidas feitas de água e quantidades variáveis de quinino e açúcar, associando-as a cinco símbolos:
    alta concentração de quinino recebeu sinal de menos;
    baixa concentração de quinino, um sinal de menos riscado com “x”;
    água destilada, um zero;
    águas com baixa e alta concentrações de açúcar receberam marcação equivalente à daquelas com quinino, porém com sinal de mais.
    Após três rodadas do experimento, os estudantes fixaram as associações.

    Para a rodada seguinte, os pesquisadores examiranam os cérebros dos voluntários com ressonância magnética funcional (fMRI). Trocaram, porém, os sinais das bebidas. O sinal de menos riscado – que correspondia à bebida com baixa concentração de quinino – precedia então a bebida mais amarga.

    Quando os participantes viam o sinal que indicava a bebida menos amarga, embora estivessem experimentando a mais amarga, ativavam-se em seu cérebro as mesmas regiões que eram ativadas quando eles acreditavam que iriam tomar a bebida mais amarga, porém com menor intensidade. Eles também afirmaram que a bebida parecia menos amarga. A mesma influência da expectativa sobre o paladar ficou evidente quando os participantes receberam água com açúcar.

    “Esses dados mostram que a resposta neural aos sabores, no córtex primário, é modulada por expectativas, e não apenas pela qualidade objetiva do sabor”, escrevem os pesquisadores.
    Em outras palavras, ao menos em parte o sabor é fruto da imaginação.

  68. Rodrigo Campos disse:

    Impressionante!

    Mas já achava que isto poderia ocorrer. Ciência é ciência.
    Isto é tão verdade que quando estamos loucos para tomar uma cerveja específica pela primeira vez, muitas vezes achamos ela ótima. Depois, ao prová-la com mais parcimônia, ela já não mais parece ser tão boa. A expectativa de ser uma boa cerveja faz com que a percebamos de tal maneira.

  69. Caros André, Miguel e Rodrigo,

    Ótimas participações! Vocês já repararam que os comentaristas que ridicularizam o Teste-Cego o fazem utilizando apenas poucas palavras, sem argumentos explicativos de suas opiniões? São os Torcedores de Rótulos. Eles se recusam a fazer o Teste-Cego eles próprios. Têm medo que a sua marca predileta não “ganhe”.

    É na degustação às cegas, onde o que vale é o que está nos copos e não nos rótulos, na fama do produto ou nas propagandas elaboradas, que a verdade aparece e os mitos são destruídos.

    Um grande abraço.

  70. Ricardo A. Leite disse:

    Abaixo, mais uma experiência que, apesar de não ter sido feita com uma breja, indica o poder e influência da “sugestão” ou de ciência de determinado dado não organoléptico (preço) no resultado de provas de sabor e qualidade:

    ————————————-

    BBC Brasil

    “Um mesmo vinho pode ser muito mais agradável ao paladar quando vendido a R$ 200 do que quando seu preço é R$ 10, segundo indica uma pesquisa recém-publicada pelo California Institute of Technology, nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o fator psicológico faz com que o grau de satisfação com o vinho aumente de acordo com o seu preço, tornando-o mais agradável ao paladar.

    Os pesquisadores deram a 20 pessoas duas doses do mesmo vinho, dizendo a eles que a bebida havia custado algum valor entre US$ 5 e US$ 90. A maioria considerou melhores as doses dos vinhos “mais caros”.

    Ressonância magnética

    Os pesquisadores usaram uma técnica de ressonância magnética para observar o comportamento do cérebro dos pesquisados ao saborear cada dose de vinho. Eles observaram as mudanças ocorridas na parte do cérebro conhecida como córtex órbito-frontal médio, que tem um papel importante na sensação de prazer.

    O estudo mostrou que essa região do cérebro ficava mais ativa durante a degustação dos vinhos “mais caros” do que na ingestão dos “mais baratos”. Segundo o coordenador do estudo, Antonio Rangel, o resultado da ressonância magnética mostrou que a diferença na percepção de cada dose de vinho era real, não apenas imaginária.

    De acordo com Rangel, o estudo pode ajudar em outras pesquisas que analisam os efeitos neurológicos do marketing. Um importante crítico de vinhos britânico disse ao jornal The Times que a relação do consumidor com o preço da bebida pode ser comparada à reação de alguém em relação a uma roupa cara de uma marca famosa. Segundo ele, porém, os críticos e consumidores freqüentes de vinho não seriam influenciados pelo preço.”

    ————————————————

    Mais uma vez, a ciência mostrando o quanto nossas percepções da realidade (ou realidades) são subjetivas e influenciáveis. E o quanto é inútil desmerecer o gosto de alguém…

  71. Daniel Calichio (BREJAS) disse:

    A título de curiosidade, informo que já realizamos TRÊS testes-cegos de “pilsen”, mas só publicamos o último (o acima).

    Considerando todos eles e apenas as cervejas produzidas pelas macrocervejarias, tivemos o seguinte resultado:

    a) a Bavaria SEMPRE teve destaque: venceu dois e ficou em quarto no outro;

    b) a Bohêmia venceu um e foi vice em dois. Logo, na média, teve o melhor resultado dentre todas;

    c) a Antárctica SEMPRE esteve no pelotão intermediário (de quarto a sexto);

    d) a Kaiser e a Brahma SEMPRE do meio para o final;

    e) a Nova Schin SEMPRE nas últimas duas posições; e

    f) apenas Skol e Itaipava tiveram consideráveis variações de posição nos testes.

    Minha conclusão sobre tudo isso: matematicamente, num universo de três testes-cegos chegarmos a resultados repetitivos como os acima, demonstra que as cervejas listadas costumam ser boas ou ruins com certa regularidade.

  72. Marcos Hebertt A. Santos disse:

    Uma cerveja que faltou foi a Weiss da Bierland de Blumenau, em poucos anos evoluiu muito, mais até que a da Eisenbahn, em equilíbrio de aromas, principalmente o do cravo, problema que a Eisenbahn posteriormente conseguiu corrijir. Acho que juntas tanto a Eisenbahn como a Bierland weiss são as melhores do Brasil. A Bierland vai começar a produzir garrafas de 500ml já no começo de 2009 e com lançamentos de novas variedades de cervejas seguindo a ltradicional lei alemã 1516.

  73. Eduardo disse:

    Legal o teste. E não me surpreendeu o resultado a não ser pela Devassa. Embora só cosstume beber a devassa escura, a considero uma cerveja bem melhor do que as demais do mercado. Para mim ficariam as cervejas “de massa” todas empatadas.
    Também acho a Brahma uma das piores. E me surpreendo quando me dizem que cervejeiro de verdade só bebe Brahma. Certamente esses nunca beberam uma boa cerveja.
    Atualmente procuro pela Stella Artois quando se trata de cerveja clara, Devassa ou Eisenban quando se trata de cerveja escura. Mais que isso é difíil achar pelos bares do Rio. Na falta dessas vou de Bohemia, Itaipava e Petra.

  74. Sussumu disse:

    Srs., parabéns pelo teste. Gostei tanto que vou tentar repetir com um bando de amigos apreciadores de cerveja. Sou leigo ainda, querendo passar do “mais é melhor” para a qualidade.

  75. LUIZ HENRIQUE BOCCARDO disse:

    bom dia a todos, sou de são manuel , regiao de bauru sp e estou ajudando no bar da minha sogra por motivos de saude, e em agosto aconteceu algo interessante pois 80% sao bebedores de brahma e nao experimentao outra cerveja de jeito nehum, e na nossa regiao tem o mito da agua de agudos que cerveja tem que ser fe agudos , ai aconteceu um problema na linha de produçao de agudos e tá vindo cerveja brahma de jaguariuna , e ficarao duas semanas tomando brahma de jaguariuna sem saber até que um viu o codigo no rótulo ja e nao ag , ai alarmarao para o bar inteiro, e a cerveja brahma passou a ser ruim do dia pra noite eh eh ehe , sao tomadores de rotulo mesmo e de fabrica tbm um abraço a todos e vamos experimentar cerveja sem preconceitos vamos nos surpreender com certeza.

  76. Luiz Henrique,

    PERFEITA a sua contribuição. Prova exatamente o que sempre defendemos: O pessoal bebe rótulo.

    Essa tua história é FANTÁSTICA, e vai direto pro nosso manual… rssss…

    Muito obrigado pela brilhante participação!

  77. Miguel Coelho disse:

    CERVEJA é que nem MULHER.
    Tem que se dar uma bicada em cada uma,
    Pra se surpreender.
    E só depois escolher a que a gente quer.

  78. André disse:

    Equipe Brejas,

    Parabéns pelo teste e ainda mais pela coragem de tentar abrir os olhos dos milhões de tomadores de rotulos e que ainda por cima acham que entendem de cerveja…
    Quanto a Carlsberg ela deixou de ser vendida no Brasil quando a Interbrew comprou a Ambev, pois Interbrew e Carlsberg eram e ainda são são concorrentes lá fora. Realmente acredito que os resultados de vocês estão certos pois quando a Brahma comprou a Antarctica criando a Ambev, jurando que criarima uma multinacional brasileira de cervejas mas depois se vendeu aos gringos, eles passsaram a pensar apenas em maximizar os lucros e para isso pioram a qualidade das cervejas deles a cada dia. Também não foi surpresa a colocação da Bavaria pois a antiga cervejarias Kaiser sempre produziu cervejas muito boas. Aqueles que têm coragem comparem a tão mal falada Kaiser com a Skol, Brahma ou Antarctica em um teste cego e provavelmente vão se surpreender. Isto sem falar na Bavaria Premium, na Gold e na Xingu que também são prodizidas por eles. Mesmo após a compra pelos Mexicanos da Femsa as cervejas continuaram muito boas. Este teste foi perfeito para separar os homens dos meninos. Aqueles que querem tomar uma boa cerveja dos que só sabem bater o pé e tomar sempre a mesma cerveja “estupidamente gelada” de sempre.

    Parabéns e torço para que repitam de tempos em tempos o teste CEGO!

  79. Marcos disse:

    Antes de conhecer brejas, já havia um projeto em andamento; uma choperia. Não será mais! Não digo que brejas foi a única responsável pela mudança de planos, mas contribuiu. Escrevo de uma cidade muito próxima de Campinas e muito bem localizada. O local para tal empreendimento será um casarão do final do séc XIX todo restaurado.

    Fica a pergunta : seguir a linha “não beba rotulo” vai fazer o bar “virar” economicamente?

    Estou acreditando que sim e muito disposto a encarar este desafio, porem, entendo muito pouco da boa cerveja!

    Vejam aí se podem me ajudar nesta empreitada ou indicar quem possa. (consultoria, treinamento, etc) assim, quem sabe muito em breve, teremos mais uma opção para degustação de boas cervejas aqui na região.

    Um abraço

    Marcos

  80. Marcondes Urbano disse:

    Parabéns pelo site, muito útil aos que são apreciadores de “brejas”. Sugiro que nos próximos testes cegos com “pilsens” seja incluída a Polar. Sou paranaense e atualmente moro no Rio Grande do Sul, trata-se de uma cerveja maravilhosa. Aqui ela é muito consumida e apreciada. Inclusive aproveitando o ensejo, gostaria de saber se há alguma explicação para o fato de ela ser vendida somente aqui no Sul. E não posso deixar de demonstrar, como a maioria dos “brejeiros” a minha surpresa com a colocação da Bavaria nos testes.
    Continuem nos trazendo essas informações que valem lúpulo!

  81. Walter Wolf disse:

    teve algumas navalhadas nesse teste
    gostaria que fosse feito novamente de forma que seja consumida apenas uma marca por dia
    e comparassem novamente os resultados

  82. […] München e Scwarzbier. Em garrafas de 330ml, a novidade é a Backer, cuja Pilsen foi a ganhadora do Teste Cego do estilo realizado pelo BREJAS em setembro de 2007. O happy hour turbinado acontece das terças às […]

  83. Rodolfo Augusto disse:

    Na minha opnião o teste não foi 100% válido, porque há diferenças no sabor e aroma de cervejas de lata e em garrafa.

  84. Daniel disse:

    Reiterando o Rodolfo, gostaria de saber se o teste considerou mesma embalagem e data de validade das cervejas?

    Se não, o teste foi completamente viesado e deve ser desconsiderado, já que sabemos que os principais atributos à uma cerveja de mercado (como as quais) são:
    1) Quanto mais próxima da data da fabricação, melhor (portanto, subtraia 6 meses da data de validade e terás a data de fabricação);
    2) Garrafas tendem a ter sabor menos alterado que lata. Garrafas retornáveis (600ml) são mais espessas que descartáveis (Long Neck), e portanto, menor a chance de se alterar o sabor, dado a luminosidade;
    3) Olhar a relação entre a fábrica onde foi produzida a cerveja e a distância da mesma ao local onde foi comprado a cerveja (Supermercado, bar, etc..). Quanto mais distante a fábrica, maior o tempo de transporte, e mais propensa a cerveja a fatores climáticos como luminosidade e calor, e maior o sacolejo do caminhão (em nossas belas estradas), liberando parte do CO2, em troca do oxigênio, iniciando assim um processo de oxidação, que degradará, entre outros, o aroma e sabor da cerveja.

    Somados os fatores básicos, se tal teste não os levou em consideração, viesou a amostra, e tal teste deve ser rejeitado.

  85. Daniel,
    Concordo com as três premissas atributivas que você colocou muito bem.
    Entretanto, discordo que o teste esteja tão prejudicado assim. Isso porque, caso considerássemos local da fábrica, transporte, condições de estocagem, etc, jamais poderíamos realizar qualquer teste-cego.
    Todas as cervejas foram compradas preferentemente em um só estabelecimento comercial. E cuidamos para que todas as amostras estivessem com o prazo de validade mais elástico possível. Melhor que isso, só se todas as fábricas estivessem num só lugar, o que não acontece. Por sinal, todos os testes-cegos são feitos da maneira que o BREJAS fez. E continua fazendo, com as cervejas Weiss, Bock, etc., inclusive importadas.
    Obrigado pelo seu comentário, continue acompanhando o BREJAS.
    Um abração e vamos conversando.

  86. Daniel Calichio (BREJAS) disse:

    Walter, faça você mesmo o teste de acordo com sua própria sugestão e poste o resultado aqui. Ficaremos felizes em debater o resultado. Abraços.

  87. Alex disse:

    Me desculpem mas já vi que a turma não gosta muito de cerveja pilsen, não é possível que uma Bavaria e uma Sol, fiquem a frente da Original, da Skol e da Itaipava que são as cervejas pilsen hoje mais adoradas pelos brasileiros.

  88. Ciro disse:

    Prezados Senhores.
    Eu só acredito em escolha de sabores de cervejas por verdadeiros degustadores, aja vista, que após o 5º copo ingerido por tomadores de cervejas, todas as marcas são iguais.
    Abraço.

  89. Ciro,
    Respeitamos a sua opinião. Mas antes teríamos que fazer a definição do termo “verdadeiros degustadores”.
    Discordo da sua declaração de que “após o 5º copo ingerido por tomadores de cervejas, todas as marcas são iguais”. Como já disse o Confrade Daniel em outro comentário aí em cima, as três últimas cervejas avaliadas tiveram colocações bem distintas. Exemplo: uma delas ficou em 14º, a outra em 2º e a outra em 8º.
    Se todas elas tivessem ficado muito bem ou muito mal posicionadas, teríamos ficado preocupados, mas não aconteceu. Pelo contrário, notamos que conseguimos distinguir bem uma da outra mesmo após várias degustadas. Notava-se a cada quesito avaliado diferenças nítidas em relação à(s) cerveja(s) anterior(es).
    Os critérios usados na degustação encontram-se especificados aqui mesmo no nosso site. Friso também que tomamos cerca de meio copo americano de cada uma delas, de forma que nem deu pra ficarmos bêbados ao final
    Finalizando, lembro que incentivamos a prática de testes cegos entre os nossos leitores. A troca de experiência é fundamental entre todos nós. Faça você também!
    Um abraço dos Confrades do Brejas.

  90. O resultado desse teste foi realmente surpreendente com relação ao “pelotão do meio”, porque sempre considerei a Brahma melhor que a Antarctica (adocicada) e a Bavária (levinha, mas não desagradável; gosto dela, ainda que prefira a Brahma). Realmente, o motivo da diferença pode ser o vasilhame. Talvez seja interessante repetir o teste, incluindo, na próxima edição, a Baden Baden Cristal, que é uma pilsen deliciosa, pelo menos no meu gosto.

  91. Aguardo o novo teste SEM LATAS!!!!!
    O sabor muda muito em se comparando um lata com a mesma cerveja em garrafa de 600 ml. (e na minha opinião se for long neck tb muda).

  92. João disse:

    Senhores, concordo plenamente com um comentário acima, avaliação de produto em lata? todo cervejero experiente sabe que quanto mais “nova” a cerveja maior probabilidade da mesma estar próxima das qualidades organolépticas originais, tabém sabemos que a opção em garraga “gira” mais , logo, que a premissa é alta (e verdadeira) do produto que estar mais se aproximo do original…PQ LATAS????? pode ser que algumas eram mais novas do que outras. OUTRO TÓPICO, PQ não incluíram a WALLS de Belo Hrizonte, é um pilsem bem incorpara com dois tipos de lúpulos, degustei ele no Minas Bier Fest, é simplemente maravilhosa !! tenho certesa que colocaria a Backer no chinelo

  93. É VERDADE!!!

    Aos degustadores de cerveja.
    Sabado eu fiz um teste cego com mais 5 pessoas. Na verdade comprei apenas 4 marcas, e todas em lata como o teste feito pelo BREJAS. Compre Bavaria, Itaipava, Skol e por fim Brahma de Agudos (já que a fábrica de agudos é muito bem conceituada entre a maioria dos bebedores de cerveja).
    O teste não foi tão complexo como o do BREJAS, com tanto intervalo e etc. mas foi surprendente. Ninguém acertou qual era a Bavária. 1 das pessoas falou que jamais tomaria a cerveja 2 (que no caso era a Skol), e a cerveja 3 (Bavária) foi eleita por 3 pessoas como a melhor das 4.
    Foi muito divertido e surpreendente. Sugiro a todos fazerem o mesmo tipo de teste. Eu com certeza vou fazer novamente, da próxima vez com ficha de degustação e de uma maneira um pouco mais “séria”.
    Eu continuo “Clamando” pelo teste cego SEM LATAS.
    Grande abraço a todos.

  94. Daniel Calichio (BREJAS) disse:

    Pablo, viu como o teste-cego revela surpresas?

    Num dos nossos testes-cegos dois confrades chegaram a jogar a Skol na pia dizendo que não tomaria aquilo de jeito nenhum…

    E a Bavaria? Três de vocês, num total de quatro, elegeram ela a melhor. Esses testes são interessantíssimos!

    Abaixo aos torcedores de rótulos!

    Continue fazendo testes como esse. Todos nós ganhamos com isso!

    Abração!

  95. Itamar Regazzo disse:

    A idéia de testes cegos é legal, e concordo com o Maurício quando ele diz que 100% das vezes causam surpresa (e como!!!).
    Para o pessoal que achou absurda a colocação da Sol ou da Bavaria comum, tenham em mente que foi um teste feito tomando pequenas quantidades de cada cerveja, e todos sabemos que cervejas de consumo baratas têm sua verdadeira qualidade avaliada após grande quantidade e no dia seguinte (a famosa ressaca!!!). Eu particularmente sou fã da Original e da Serramalte, já não tenho uma queda tão grande pela Bohemia, que embora não sejam cervejas premium são bem agradáveis.
    Gostaria de saber se vocês pretendem fazer mais testes cegos futuramente e por que cargas da água usaram latinhas? Querem uns cascos emprestados para comprar de garrafa? ahahhaha
    abração pessoal!

  96. Itamar,

    Não usamos todos os rótulos em garrafas em virtude da dificuldade de encontrá-los nessa embalagem.

    Já fizemos outros testes cegos. Verifique na área “categorias”, no menu à direita, no topo da página. E vamos fazer outras…

    Um abração.

  97. […] mais de um ano BREJAS realizou um Teste-Cego de cervejas Pilsen brasileiras (veja o resultado AQUI). As conclusões do Teste são, de longe, o assunto mais comentado deste site desde o seu […]

  98. Mauricio (BREJAS) disse:

    Pessoal,

    Com relação aos questionamentos sobre o envasamento das cervejas testadas (lata X garrafa), por favor acessem:

    http://www.brejas.com.br/blog/01-12-2008/cervejas-em-lata-x-cervejas-em-garrafa-tem-diferenca/

    Um abraço.

  99. Gustavo disse:

    Parabéns pelo teste, é sempre interesante ver um resultado inesperado (Bavária na frente de SerraMalte e Original !?!).
    Entretanto, sem questionar o gosto de cada um de vocês, gostaria de lembrar que vários fatores que não foram considerados podem afetar a nota de cada uma das cervejas. Experimente tomar a sua cerveja preferida depois de escovar os dentes, por exemplo.
    Eu penso que existem falhas metodológicas nessa pesquisa que de certa forma diminuem o valor do seu resultado. Como o paladar do pesquisador no momento que degustou o primeiro e o último copo, por exemplo. Se tudo não passa de uma brincadeira, tudo bem. Eu adoro comparar cervejas, whisky e vinho com amigos que os apreciam. Mas quando isso repercute na mídia, podemos pecar ao condenar cervejas de qualidade mediana (como a Original e a Devassa) ao limbo das produzidas com preocupação apenas em custo reduzido.
    De qualquer forma, gostei muito do teste. Parabéns!

  100. Gustavo disse:

    Além disso…. penso que degustar meio copo é pouco. O real sabor de uma bebida se revela aos poucos, e o impacto inicial de uma cerveja deliciosa pode ser um tanto desagradável, se imediatamente antes estamos degustando uma cerveja de outro tipo. Está para ser desenhado um teste cego IDEAL.

  101. Maurício disse:

    Não fiquei surpreso com a classificação da Bavária. É a minha preferida. Não é muito encorpada e amarga, mas muito refrescante e saborosa. E o melhor de tudo é o seu preço. Espero que o consumo dela não aumente muito e o preço suba. É minha companheira após eu fazer meus treinos de corrida de rua.

  102. André disse:

    Concordo com o Gustavo, em relação a esses fatores que talvez tenham tornado o teste um pouco falho. Além destes citados, pude perceber, pela tabela/ranking, que nem todos provaram todas a brejas. Então, tomando que concerteza, alguns são mais exigentes e os paladares diferentes as médias sofrem alterações.
    No mais, parabéns pela iniciativa. Os resultados nem me surpreenderam tanto, exceto bela bavaria e original.

  103. Italo disse:

    Po mas então tem saido nas revistas por teste cego que a Nova Schin ta bem pra caramba, alias ta em priemiro ai cada teste cego que eu vejo da uma coisa, concordo que os cara majam mais de breja do que eu mas eles não sabem mais meu gosto do que eu, ja fiz teste cego e não gostei da Bavaria por ela ser mais suave, mas até ai é um gosto meu assim como avaliei bem a Itaipava, é um tanto quanto subjetivo

  104. […] tomam coragem, esquecem o torcedor de rótulo que vive em cada um de nós e, inspirados pelo nosso Teste Cego de cervejas pilsen nacionais, resolvem eles mesmos testar seus paladares, desvestidos do apelo da marca e do marketing das […]

  105. Daniel disse:

    Me junto aos dois solitários que indagaram o por quê da não inclusão da cerveja Polar entre as degustadas.
    Aliás, nem no ranking eu encontrei ela. Que coisa…

  106. Nikvga disse:

    Observei que algumas eram de lata e outras de garrafa.
    Ai não dá para ter um resultado confiável.
    A diferença é gritante…

  107. Daniel C. (BREJAS) disse:

    Daniel, a Polar não foi incluída porque na época em que o teste foi realizado (2007) ela não era encontrada com facilidade aqui em Campinas. Agora, pelo menos, ela já está no ranking. Entre lá e a avalie! Abraços.

  108. NIKO disse:

    Não conheço as artesanais, mas entre as chamadas “grandes” dizer que SKOL é melhor que BRAHMA é quase um sacrilégio, em TODOS os bares, botecos e afins que eu vou aqui em Minas Gerais, a opinião é uma só: “Eu quero uma BRAHMA se não tiver pode ser SKOL”.

  109. Márcio Cardoso disse:

    Parabéns pela iniciativa.
    Gostei de saber que a Backer Pilsen ficom em primeiro lugar.
    Experimentei ela no Município de Vassouras/RJ, por ocasião de um passeio que fiz na região, e foi amor ao primeiro gole.
    Um grande abraço.

  110. Jaison disse:

    Parabéns mesmo por vcs terem a oportunidade de degustar todas essas beldades a avalia-las… rsss!
    No mais me deixou super surpreso a Brahma estar atrás da Skol, Sol e Antarctica.Pelo amor de Deus a Skol tem um gosto final muito forte de alcool afff.
    Aqui na minha cidade(Paranaguá-PR) a mais vendida é a Skol seguida pela Brahma já a Antarctica e Nova Schin vem pau a pau atrás,aí na lanterna vem a Kaiser seguida pela Bavaria.
    Eu particularmnete há 8 anos atrás só tomava Skol, mas desde 2006 pra cá adotei a Brahma como a mais pedida e gostosa. Fiz vairos testes cegos aqui,na boa, mas depois de no minimo tomar 6(meia duzia de cervjas em dias alternados)a Skol é a unica cerveja que me diexa ruim(dor de cabeça) e com um gosto horrivel na boca no dia seguinte.

  111. Carlos GN disse:

    ÓItimo site !! Parabéns !
    Sugiro,às futuras participações, que nominem o local/cidade e de onde é a produção , original ,da cerveja ! Há um fator, PREPONDERANTE,acho, que pouco é comentado: a origem da ÁGUA na produção dessa loira !! !
    Logo, teste-cego,com marcas díspares,deveria, sempre, ser regionalizado !
    Abraços ,
    Carlos

  112. John Ditty disse:

    É um fato que latas providenciam mais estabilidade de sabor que garrafas, o inverso de que muitos pensam. A questão de água na fabricação de cerveja já foi muito explorada pelas propagandas, mas uma vez que seja uma água de apenas boa qualidade, não influencia tanto. Este teste tem que ser replicado, de preferência com mais degustadores. Gostaria de ver a Bavaria ganhar das Ambevianas mais uma vez!

  113. geraldo navarro disse:

    Muito interessante o teste e, sem dúvida, polêmico. Não duvido da qualidade e da experiência do júri, porém o resultado é muito restrito em termos territoriais.

    Explico: de onde era a Brahma testada? Jacareí? São José dos Campos? Ou Agudos. Eu sou de Jaú e tomo Brahma de Agudos que é ótima. A de Jacareí (normalmente em pacotes promocionais) é muito ruim. Meus amigos da capital não vêem a hora de vir para Jaú beber Brahma de Agudos.

    Seria interessante saber a origem dos exemplares testados e, talvez, fazer um novo teste com exemplares da mesma marca de origens diferentes.

    Abraços etílicos.

  114. geraldo navarro disse:

    Quando digo que a Brhama de Agudos é ótima, digo num contexto de macrocervejaria, cerveja para o grande público, não pretendo defender que seja melhor que Backer ou Eisenbanh, apenas que seja melhor que Sol, Bavaria, Primus, Schin ou Kaiser, que ficaram em melhor posição.
    Mas aí entra outro porém: eu não gosto de Bavaria, Primus, Schin ou Kaiser distribuídas na minha cidade. Pode ser que vocês tenham degustado um exemplar envasado em outra cidade daquela fornecedora dos produtos distribuídos em Jaú. Neste caso seria interessante saber a origem, para, da próxima vez, eu procurar um exemplar da mesma procedência.
    Abraços etílicos
    geraldo navarro – navarrojahu@yahoo.com.br

  115. Carlos disse:

    Gente, mais uma vez, aqui, eu pergunto: “mas que teste cego é esse ?” No geral, vocês não dizem a procedência da cerveja . Eu, aqui, ,Porto Alegre, muito humildemente, confesso, nunca ouvi falar dessa Backer;e,mais, raro encontrar em gôndolas de supermercados !
    Teste cego, válido, só para “determinadas regiões ” , né ?
    A Brahma, de Porto Alegre, acho ótima …. há, tb,a Polar( que não consta em nenhum ranking mas que em Poa é bem consumida !), ótima; Bohemia, idem ….
    Enfim, é um critério por demais subjetivo analisar uma cerveja …..e,tb, fundamental , o paladar de quem aprecia a loirinha …

  116. Celso Pinheiro disse:

    Parabens pela iniciativa, mais pra mim a mais gostosa é a gelada, mais essa da Bavaria esta no topo da lista é um pouco de mais, como participar do teste?

  117. Marcelo disse:

    Parabéns pelo site, não conhecia

    Ja vi diversos rankings de cerveja, alguns bem diferentes desse, inclusive existe uma diferença enorme na região em que ela é fabricada, concordo com alguns a melhor mesmo é a mais gelada.

  118. Tom disse:

    Acho que esse teste deveria ser refeito, incluindo aí a Bamberg Pilsen! 😀

  119. 1berto disse:

    Teste cego é teste cego, boa e más surpresas.
    Para mim um lugar justo para a Bohemia, para mim pelo
    menos (e suponho para muitos) ela que mostrou que
    há CERVEJAS e cervejas, hoje raramente a tomo, mas
    tdo começou com ela.

  120. 1berto disse:

    Curioso a Antarctica acima da Original, alguns amigos
    meus insistem na original dizem que é melhor que
    Bohemia, o teste bate bem com o que eu acho.
    A única ‘anomalia’ para mim é a Bavaria mesmo, vou
    dar nova chance pra ela.

  121. Francisco Godoy disse:

    Bom dia.
    Eu queria saber a razão da Heineken (nacional) não ter entrado no teste, pois em minha modesta opinião esta é de longe a melhor cerveja comercial do país.
    Agradeço desde já os esclarecimentos.
    Saudações.

    FG

  122. Wallace Holanda disse:

    Este teste é esquisito! Skol ficar na frente da Brahma??? As melhores do Brasil para mim são: Bohemia, Brahma e Devassa. Skol = último lugar!

  123. Marcio Pereira disse:

    Tem algo estranho…..não tem….o gosto é diferente de pessoa para pessoa…..eu particularmente não gosto da cerveja Eisenbahn.
    Prefiro as brejas menos amargas e mais suaves como a Bohemia, Itaipava, Antartica Sub Zero e Original.

  124. Milu disse:

    Meu, se Eisenbhan, uma breja adocicada na qual predomina o malte, é amarga, a Flyind Dog Double Dog é o quê? rsrs
    Legal ver todos os mitos do mundo cervejeiro reunidos aqui nos comentários: a melhor é a mais gelada, bom mesmo é Brahma de Agudos, a água faz muita diferença, tudo depende de paladar, não há critérios objetivos para avaliação de cerveja, é tudo muito subjetivo, etc. Precisamos beer-evangelizar esse povo pra ontem, Mau! hehe

  125. Pois é Milu, ainda temos muito caminho pra trilhar…
    Infelizmente, a paixão por rótulos ainda domina as mentes dos consumidores, dada a propaganda maciça, que jamais fala sobre O PRODUTO, e sim sobre Seleção, mulher e outras coisas não relacionadas à cerveja em si e à qualidade dos seus insumos.
    Pessoal, olhem com mais carinho as cervejas ARTESANAIS brasileiras!!! Sem preconceito (ou torcida pelo seu rótulo), vocês vão se surpreender muito, garanto!

  126. edimilson Braga disse:

    Pelo amor de DEUS, fazer teste cego com latinha!!!
    E aida misturam a einsenbahn e a backer long-neck, covardia.
    Alguns dizem que lata e garrafa não tem diferença.
    Me fala quem é este bobo que disse isto. É nítida a diferença. Ainda mais quando mau armazenada. Hoje em dia com a AmBev todas as cervejas parecem iguais, Skol, Brahma, Antartica. Por Favor, refaçam este teste e se for possível me chamem, será um prazer. Grande abraço….

  127. Ricardo Matos disse:

    Meu Deus!!!!O que foi isto????
    O marketing das “GRANDES” esta fazendo efeito, é realmente uma grande lavagem cerebral, “EU SOU GUERREIRO”rsrsrs, de onde vieram estes seres com estes MITOS,esta faltando cultura cervejeira para os amigos,AMBEV é dona de td, só ela é dona das marcas mais vendidas no pais, e são a mesma cerveja a famosa cerveja “MÃE”, assim sendo são a mesma coisa uma água com milho e arroz que ainda engana muita gente no pais, realmente o Brasil esta engatinhando quando se fala de cervejas…Teste cego é isso mesmo feito pelos brejeiros do brejas, é sempre um resultado inesperado…se vc tentar fazer em casa vai ter uma grande surpresa, e digo mais quando fizer o teste inclua uma cerveja artesanal brasileira, ai vc vai ver o que é superioridade…

  128. BERNARDINO SOARES disse:

    Respeito as pessoas que fizeram o teste. Certamente que cada um tem sua preferencia e divergencias entre quais cervejas são melhores é até normal. Mas este teste tem discrepâncias entre colocação de algumas cervejas, não é possível a antartica ficar acima da original, ou a serramalte atrás da sol, etc.

    Este teste não teve nada de cego, cego é quando não se vê a cerveja que está no copo. Caso contrário, é amadorismo demais, pois com a cerveja no copo, qualquer cervejeiro sabe distinguir pelo menos a cerveja que não é.

  129. Hum, interessante o resultado. Depois de longas (põe longas nisso hehe) deliberações, havia chegado a conclusão de que, dentre as Pilsens “normais”, aquelas encontradas em qqr bar ou boteco, a Brahma era a melhor. Mas é engraçado como tudo é uma questão de gosto. Acho o sabor da Skol insuportável (ao contrário de milhões de pessoas, visto que é o principal rótulo do país), enquanto a Antarctica tem muito gás, apesar de boa. A Itaipava, a mais barata, tem um sabor razoável e é a mais leve de todas, mas implode meu sistema digestório toda vez que bebo (haha). Considero a Bohemia boa, apesar de extremamente amarga e acho que o único resultado inaceitável pra mim e a colocação da Sol, que para o meu paladar é completamente intragável.

  130. Rodrigo Machado disse:

    Só o lugar da Sol que eu achei absurdo. A Sol é MUITO ruim!

  131. GENES disse:

    Skol, Brahma, Nova Schin e Kaiser concorrem hoje, em apertado, pelo posto de PIOR CERVEJA BRASILEIRA. É inacreditável o fato de que existem pessoas, ditas “bebedoras de cerveja”, que não se dão ao trabalho de desembolsar muitas vezes apenas alguns centavos a mais para investir numa cerveja honesta(bohemia, heineken, itaipava, Stella…) e desmistificar esse bando de pilsen aguada que se vende a rodo no Brasil. Ao contrário, o que mais vejo é gente bradando, com orgulho, asneiras do tipo “minha cerveja é Skol, não bebo outra”, com tom de autoridade de quem já experimentou de tudo e, pasmemos, percebeu que a melhor cerveja mesmo é a Skol! Na preparação da confraternização natalina da empresa onde trabalho, só pra ilustrar, cometi o equívoco de sugerir que comprassem Bohemia ao invés de Skol/Nova-Schin (Bohemia não é espetacular, mas é honesta, tem algo a dizer e, ao meu paladar, indubitavelmente à cima da média popular nacional). Sabe o que me disseram? “A maioria do pessoal não gosta de Bohemia, eles preferem Skol”. Claro que esse estranhamento se deve ao preço e, sobretudo, à preguiça de experimentar o novo (acreditem, Bohemia, pra muita gente, representa “o novo”).
    Chame-me de esnobe, pernóstico, metido a besta, o que for, mas se só tiver Skol, Nova Schin, Brahma etc., eu fico na água do coco.
    Pilsen “agrada-massa” brasileira é um INSULTO!

  132. Carlos Neves disse:

    Senhor Genes, infelizmente, há muito de pernóstico e esnobismo nesse teu comentário! O ser humano, Genes, é único nas suas vontades, desejos e, especialmente, nesse caso, nos seus gostos ! Logo, não há como mensurar , em parâmetros lógicos, qual a melhor cerveja ! Ela varia de paladar para paladar, né ?! Será que o senhor tem ele, paladar, mais apurado ?! Duvido! Mas, claro, no quesito “gostos”,o senhor tem ele, gosto, mais apurado do que a média ! Mas, mesmo assim, é , e será sempre, questionável essa tua postura “meio elitista” e fora dos padrões convencionais !
    Abraços, Carlos

  133. rodrigo disse:

    genis meu caro,gostaria de saber quantos anos voçe tem? porque lendo o seu comentario da uma leve impressao que seja um velhinho com a barriga avantajada se dizendo ser experiente,alias esse mito que “bebedor de cerveja” é barrigudo ja é tambem um pouco demode pois ja tem estudos que a cerveja nao aumenta em nada a circunferençia do torax,pelo ao contrario o principal mal que ela faz é diminuir “diminuir sua conta bancaria” se voçe quiser ser elegante e sofisticado beba vinho pois cerveja no brasil e no mundo e bebida da massa mesmo,nem por isso dexa de ser uma delicia e tao consumida no mundo inteiro passando por populações de terceiro mundo como nós ,os mexicanos e tantos outros e chegando ate em paises de ponta como a inglaterra que sao os maiores cindumidores .enfim é isso ai desculpe os erros de gramatica e os vicios de internet.

  134. Luiz Pereira disse:

    Parabéns pels iniciativa e pelo teste, mas permitam-me discordar construtivamente em alguns pontos:
    – É a 1ª vez que vejo alguém colocar a Antartica azul à frente da Original (e lá se vão algumas décadas de opiniões avalisadas a respeito), o que me leva a crer que a amostra de Original estivesse estragada ou – no mínimo – comprometida;
    – Eu faria uma inversão exata entre as classificações da Bavaria e Serramalte;
    – A 5ª posição da Sol me mostra que preciso experimentá-la outras vezes, pois das poucas oportunidades que a bebí aqui no Rio, tive a impressão de que levava mais água que as concorrentes.
    De resto, meus cumprimentos pelo bom gosto e critério apurado.

  135. edmilsom disse:

    não entendo por que a bramha-extra não entrou nesta lista é uma das melhores ,só perdendo para a serramalte e a hainekem´e quanto a skol é melhor beber agua na torneira . um abraço a todos.

  136. Thobias Moraes disse:

    Não sei se estou escrevendo uma asneira, ou se deixei passar despercebido, mas ninguém comentou da Baden Baden Pilsen.

  137. victor disse:

    garotada, não sei se vcs perceberam mas eh um teste-cego de pilsen , não PREMIUM logico que não ia ter brama-extra nem baden-baden.

  138. Anésio disse:

    Pessoal,façam o seguinte:realizem o teste cego,e isso quer dizer “sem ver a marca”,e façam seu ranking.Pronto!
    Parabéns pela Beer-evangelização,Brejas!!!

    abs

  139. Douglas disse:

    Sinceramente. Depois de ver este teste cego, o site caiu no meu conceito, principalmente o hanking, Kiser na frente da brahma… bavaria em terceiro…? ave maria, isso nao é um teste cego é um teste sem paladar. e outra. comparar cerveja em lata com cerveja em garrafa é juvenil hen.

  140. Bruno disse:

    Parabéns. Muito boa a iniciativa.

    Uma das maiores qualidades da cerveja é o poder de sedução que ela tem! DIFERENTE PARA CADA UM!

    Essa resenha de CONCORDO X DISCORDO eu acho muito maneira e sadia. Não sou obrigado a concordar com fulano, nem cicrano, e assim continuamos provando várias delícias por esse mundo.

    Fiquei com muita vontade de fazer um teste cego também. Curiosidade de saber se realemnte a cerveja que mais gosto de pedir é a que mais gosto de beber.

  141. Narsa disse:

    É complicado um teste destes… Depende muito da procedência da cerveja, do prazo de validade…

    Por exemplo, no caso da skol. A skol fabricada em Agudos-SP é muito melhor, por exemplo, que a skol fabricada no Rio de Janeiro. Isso eu pude comparar recentemente. A heineken é uma delícia, mas se estiver com prazo de validade para vencer é choca e com gosto de álcool…

  142. CELSO JOSE SACCHI disse:

    Realmente é dificil entender um “teste” que mistura cervejas em lata e em garrafa, não diz onde(cidade) em que foi realizado,quem foram os “juizes” e, principalmente, a procedencia dos exemplares testados. Se o teste foi realizado no Estado de São Paulo, a cerveja ITAIPAVA foi fabricada em BOITUVA. Se fosse no RIO a ITAIPAVA seria a de PETROPOLIS, isto é, a verdadeira BOHEMIA, com água da serra.As marcas da AMBEV são originadas de diversas fabricas como JAGUARIUNA, JACAREI,AGUDOS,PIRAI(RJ). Aqui no Espirito Santo existem ainda de MONTES CLAROS(MG),SANTA CATARINA,CAMAÇARI(BA). Está claro, portanto que a mesma marca sendo de procedência diferente não terá o mesmo desempenho pois a ÁGUA faz a diferença.Aqui, no Espirito Santo, a melhor cerveja Pilsen é a ITAIPAVA PREMIUM, feita na antiga fábrica da BOEHMIA que a Antartica comprou e fechou.Outra que é muito apreciada é a SKOL, de Nova Iguassú(RJ) No Estado de São Paulo as duas melhores cervejas são a BAVARIA de Ribeirão Preto(antiga NIGER) e a Brahma de Agudos.

  143. Vagão disse:

    E a heineken e a Budweiser (minha preferida das comerciais) ?

  144. CELSO JOSE SACCHI disse:

    AS MARCAS CITADAS ACIMA (VAGÃO) ESTÃO SENDO FABRICADAS, NO BRASIL, PELA KAISER E PELA AMBEV,AMBAS EM JACAREÍ (SP).

  145. edmilsom disse:

    fique ligada ai beberões como eu , uma cerveja que ta girando por ai é estela artois, muito boa ´só é um pouco cara, e outra cerveja gostosa é a zilertal uruguai , muito boa as duas são encontradas no supermercados nacional ou no big. um abraço a todos

  146. Renan O. Ventura disse:

    Não li todos os comentários pra saber se já falaram dela, mas creio que faltou a cerveja Colônia nessa lista!!É uma cerveja barata mas é melhor q muitas das cervejas mais vendidas (na minha humilde opinião!). Fora que apenas ela e a Kaiser possuem o premio ITQI. E recentemente provei a Ecobier, uma cerveja de apelo ecológico, muito boa. Achei que ela tem mais personalidade que muitas das cervejas mais populares e é bem barata. Esta é produzida pela cervejaria Krill!

  147. Edimilson Braga disse:

    Este negócio de água é lenda. Isto era verdade à séculos atrás, mas hoje você produz sua água com a qualidade que você quiser. Agora, falar mal das lagers brasileiras é outra bobagem. tentem beber uma caixa de uma belga qualquer. Cerveja brasileira é para beber de caixas e bem gelada para aguentar este calor. Gosto de Brahma, pode ser psicológico, mas quando bebo Itaipava parece que estou bebendo água de pano de chão. Pronto falei……….
    Edimilson Braga.

  148. CELSO J. SACCHI disse:

    O Edimilson não disse qual é a origem da ITAIPAVA que “parece pano que estou bebendo agua de pano de chão” e chão, como nunca bebi água de pano de chão, não posso opinar.
    Se a ITAIPAVA for de Boituva o gosto é bem diferente da fabricada em Petrópolis.Quanto a “produzir água com a qualidade que se quer”, é o mesmo que produzir “champagne Dom Pèrignon” em Pernambuco , queijo “Grana Padano” em Mato Grosso. Voce NUNCA conseguirá reproduzir todos os componentes necessários. A água,na Alemanha tem excesso de minerais e, por isso precisa sofrer um processo de fervura e decantação antes do preparo. No Brasil a cerveja é feita gelada pois a fermentação é alterada se a temperatura não for adequada.Uma das melhores cervejas do mundo, a boliviana PACEÑA , é produzida com a água das geleiras dos Andes.Por que não usam água de San Mathias,que é muito mais fácil?

  149. Pessoal, apenas para esclarecer e não ajudar a propagar informação errada:
    Depois do advento da química moderna, ficou fácil transformar as propriedades químico-físicas de qualquer tipo de água. Cervejas do mesmo rótulo serem diferenciadas por causa de uma pretensa composição da água em sua fabricação não passa, realmente, de MITO. Hoje, é sabido por todos os profissionais em cervejas que as grandes cervejarias PADRONIZAM a composição químico-física da água. Não importa onde ela é captada, a água só vai entrar no processo cervejeiro após estar estritamente de acordo com os PADRÕES técnicos de cada fábrica.
    A história da diferenciação das cervejas a partir da composição físico-química da água só tinha sentido até o começo do século XIX, quando uma cervejaria, na impossibilidade de alterar à vontade a água, tinha de ser construída sobre fontes de água potável. Lembrando ainda que, graças às composições dos insumos cervejeiros, a cerveja não possui “terroir” como o vinho, o espumante e o Grana Padano, podendo ser reproduzida em qualquer lugar do mundo que contenha os ingredientes e equipamentos necessáriops.
    Já em relação à diferenciação entre cervejas de garrafa e lata, vejam esse post: http://www.brejas.com.br/blog/01-12-2008/cervejas-em-lata-x-cervejas-em-garrafa-tem-diferenca-592/
    Um abraço,
    MAURICIO BELTRAMELLI
    Mestre em estilos e sommelier de cervejas

  150. Geraldo Navarro disse:

    Francamente não tenho embasamento técnico para argumentar quanto a critérios físico-químicos, meu ramo é outro. Mas como bom bebedor de cerveja – não degustador – noto muita diferença entre bebidas de mesmo rótulo envasada em unidades diferentes. Brahma de Agudos (AG) é uma, Brahma de Jacareí(JC) é outra, Brama de Sete Lagoas(NM) é outra, isso é indiscutível. Até o preço é diferente. Fardo promocional com 18 brahmas nunca é de Agudos, só JC.
    Como explicar? É o sol durante o transporte que estraga a cerveja?

  151. Geraldo,
    Para comprovar o que você acha indiscutível, apenas uma recomendação: Faça um teste cego! Testes cegos derrubam preconceitos, mitos e verdades “indiscutíveis”, pode ter certeza.
    Em relação aos preços, muitos comerciantes valem-se do MITO pra lucrar mais. Isso sim, é indiscutível.
    No tocante ao transporte, temos que cervejas delicadas, como as standad lagers, sofrem demais com logística. Luz intensa, variações bruscas de temperatura e até o chacoalhar dos caminhões de entrega influenciam negativamente nas percepções sensoriais do produto. Tudo isso nada tem a ver com a água cervejeira.
    Um abraço.

  152. Marcus Vinicius disse:

    Bavaria em terceiro lugar ?! Vocês beberam demais e perderam a noção…Bavária e Cristal sao horríveis !

  153. CELSO SACCHI disse:

    MARCUS VINICIUS.
    É POR QUE VOCE NUNCA TOMOU UMA BAVÁRIA DE RIBEIRÃO PRETO E NEM A CRISTAL DE PETRÓPOLIS. VOCE É QUE BEBEU ERRADO.
    UM ABRAÇO.

  154. Apenas para nortear quem ainda acredita no MITO da água cervejeira ser “melhor” ou “pior” de fábrica pra fábrica (não voltarei mais a esse assunto neste espaço), recomendo a leitura dos seguintes livros de referência, TODOS afirmando e comprovando cientificamente que a afirmação não passa de bobagem:
    OLIVER, Garret. The Oxford Companion to Beer. New York: Oxford University Press, 2011;
    MOSHER, Randy. Tasting Beer. North Adams: Storey Publishing, 2009;
    MORADO, Ronaldo. Larousse da Cerveja. São Paulo: Larousse do Brasil, 2009;
    JACKSON, Michael. Beer. London: Dorling Kindersley, 2007.
    E muitos outros, basta ESTUDAR ao invés de acreditar em conversa fiada.
    Um abraço e bons estudos!

  155. Anésio disse:

    Caro Mauricio,

    Vocês já fizeram um teste das brejas premiums?

    abs

  156. Halan Waller-Fälsen disse:

    Bavaria, Sol, Antarctica e Devassa na frente da Original?

    Preciso fazer esse teste também pra comprovar se é assim tão fácil ser enganado mesmo…

  157. Larissa - Cuiabá-MT disse:

    olha, o local de fabricação (talvez a água sim!) interfere sim no sabor da cerveja. Faça um teste cego com a Bohemia fabricada em Jaguariúna (JA)- minha preferência – e as de procedência CE e JC. A de procedência JA tem um sabor peculiar, totalmente diferente das demais. Experimente!

  158. CELSO disse:

    Larissa:
    Não estranhe se alguém lhe mandar uma mensagem dizendo que isto é “mito”, que a água é igual. Seja da boca do vulcão, do mangue, do pico nevado ou de estancias hidrominerais,
    os milagrosos “cervejeiros” da INBEV ( ou AMBEV), conseguirão padronizar a água de Jacarei pra que a cerveja seja igual à BUD.
    Os iluminados da Kaiser farão em Jacareí , as mesmas HAINEKEN holandesas e as STELLA ARTOIS da Bégica.

    > Celso – acredita em “mito”,saci,papai noel etc..
    >

  159. PC, O PC disse:

    O que mais interfere no gosto da cerveja é o estágio da borracheira que eu estou no momento do consumo. Quando a borracheira ta consumida, bem ai qualquer Malte Nojenta vira melhor do mundo.. e fui…

  160. marcio borges disse:

    Bavaria nem morto………………………

  161. CELSO disse:

    MARCIO BORGES; O TESTE CEGO QUE VOCE VIU ACIMA É DE 2007 E NINGUÉM EXPLICOU A ORIGEM DAS CERVEJAS.
    EXPERIMENTE A BAVÁRIA DE RIBEIRÃO PRETO OU A DE JACAREI (EM NOVA LATA). VOCE É QUE BEBEU ERRADO.
    UM ABRAÇO.

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