Heineken: Produzida na Holanda, a cerveja Heineken é uma das mais famosas cervejas vendidas no mundo. Aqui no Brasil, a Heineken é produzida e distribuida pela FEMSA, exceto o keg, que é importado.
Muito clara e translúcida. Espuma rasa. No aroma, forte presença da contaminação fotoquímica também conhecida por "skunk" (ou "gambá"), resultado da exposição do líquido através da garrafa esverdeada. A discussão sobre se um defeito pode ser transformado em característica de personalidade (e ganhar pontos por isso) perdeu o sentido com o sucesso da marca e de outras parecidas. Acho que o bebedor pode fazer do incômodo um ponto negativo em sua avaliação, especialmente se levar em conta o estilo proposto. Por outro lado, analisando apenas a sensação do momento específico em que foi tomada, o sabor teve lá seu diferencial e deixou um interessante amargor de lúpulo no final longo e seco. Por esse preço, existem brasileiras menos, digamos, polêmicas.
Incrível nunca ter avaliado essa delícia na versão garrafa ou pressão.
Há um bom tempo sendo feita no Brasil, vale destacar o controle de qualidade que a deixou exatamente a mesma todas as vezes que a tomei regularmente nos últimos dois anos.
Diferente das fabricadas aqui há séculos, que a cada mês vem coisa diferente nos lotes, com raras exceções.
Amarela e translúcida, tem bolhas pequenas que formam creme bonito e de duração média. Nada demais.
Mas é na boca que ela fica delícia, com seus característicos atributos. O amargor bom, equilibrado com leve salgado e levíssimo doce conferem a ela uma enorme drinkability. A carbonatação média resulta em gostosa picância na ponta da língua e refrescância sem fim. O final seco chama um gole atrás do outro.
Malte muito leve, mas lúpulo atuante no aroma e no sabor. Levíssimo levedo, lembrando pão.
Mais do que recomendada.
KEG de 5 litros.
Na minha opinião, é a melhor versão pra se degustar essa breja. O barrilete (KEG) de 5 litros já é show de bola, possibilitando que você mesmo "tire" a sua cerveja, com o creme que desejar.
Uma vez que é importado da Holanda, não sofre a "suavização" de amargor em comparação à garrafa, cujo envase é no Brasil. O resultado é uma Pilsen com bastante aroma e sabor de lúpulo. Esse é mais amargo do que aromático, mas diz a que veio e deixa uma gostosa sensação seca na boca, convidando ao novo gole.
Ideal para o brasileiro, acostumado a brejas "fraquinhas", começar a sentir as delícias do lúpulo.
Dourada brilhante, creme branco, alto e de boa duração. Equilibrada,
combina muito bem o adocicado do malte e o amargor do lúpulo, que é facilmente notado. Esse último, além de amargo, é muito aromático, portanto o perfume desta cerveja é muito interessante, já que assim como o sabor, demonstra claramente o floral/herbal do lúpulo e também a presença do malte.
Não é seca nem deixa amargor na boca, portanto é fácil pedir outra. Uma bela puro malte, facilmente encontrada, e que deve constar sempre nas geladeiras de quem gosta de boas cervejas
Ok, a Heineken é bem no estilo holandês. Cerveja de massa com um bom posicionamento no mercado, seu rótulo é sinônimo de cerveja, "a coca cola de Amsterdam. Dourada clara e creme médio, levemente aromatizada e corpo leve, seguido de tb leve amargor.
Barrilete (Keg), produzido na Holanda. Presença equilibrada de malte e lúpulo, com um final amargo bem agradável e mais ameno que o da versão engarrafada produzida no Brasil. A carbonatação é mais baixa que a versão garrafa, ao passo que a consitência do líquido é mais "cremosa", características comuns dos chopes. Não dá vontade de parar de beber...
Coloração âmbar transparente, creme medianamente denso e mas consistente, deixando marcas no copo durante a degustação. Suave, mas com evidente presença de malte.
Já o lúpulo é bastante perceptível, com notas herbáceas e florais advindas da varietal Hallertauer Tradition. O amargor aparece com moderação, mas assertivamente.
O final, assim, fica mais refrescante do que seco. Extremamente refrescante.
Trata-se de uma excelente alternativa com bom custo/benefício, uma bela opção em premium lager.
Logo de início, algo muito positivo: o lúpulo explode no aroma, o que não é muito comum nesse tipo de cerveja. O sabor segue a mesma linha do aroma, mais lupulado que maltado, mas não tão evidente. O amargor dessa cerveja é agradável, deixando seu conjunto equilibrado. Dentre suas concorrentes, ela é uma das melhores opções.
A Heineken é uma cerveja popular, e à primeira vista, ao observarmos o estilo (Lager), e a famosa garrafa verde-transparente, percebemos sua proposta refrescante.
Nota-se, timidamente, cereais maltados, encobertos pelo lúpulo, o que torna seu sabor seco, com amargor equilibrado, porém muito leve e refrescante. Considero seu corpo como leve, e uma carbonatação mediana.
Uma cerveja que consegue-se tomar durante o dia todo à beira da piscina ou do mar.
Minha opinião é que o creme peca pela falta de densidade, se fosse mas cremosa talvez seria irresistível.
Pelo custo/benefício, é uma das mais recomendadas no Brasil.
Uma boa premium lager, com creme pouco denso.
Aroma com toques cítricos bem fracos, porém agradáveis.
Aparência fraca, cor dourada comum.
Sabor trabalhado em maltes e lúpulo.
Bom custo benefício, e mais vantajosa que muitas outras populares.
Muito agradável.
A melhor PAL das cervejarias de massa, junto com a bavária premium. Cor amarela cristalina, espuma baixa e fugaz. Aroma predominante de malte, assim como o sabor. O lúpulo aparece em segundo plano, final do gole levemente seco. Retrogosto é curto, segue o sabor, maltado e com leve lúpulo.
Aroma não é o ponto forte da Heineken. Senti aroma de pão que se foi rapidamente, e senti um aroma cítrico muitíssimo leve além do malte igualmente levíssimo.
A aparência dela no copo lager estava bonita, líquido de cor dourada média, teve uma boa formação de espuma de média duração.
Quando em contato com a língua, nota-se de cara seu grande destaque, que é a influência do lúpulo no seu sabor, lhe dando aquele característico amargor. Além disto, senti notas maltadas e cítricas muito leves.
Carbonatação alta, ótima para o calor do Nordeste, portanto refrescante. Boa drinkability.
Lúpulo muito pronunciado, achei até um pouco desequilibrado, mas longe de comprometer o bom conjunto.
Evito sempre comprar esta cerveja em garrafa, devido ao "skunk", algumas vezes compromete ela consideravelmente. Já na pressão é uma maravilha, sem dúvida a melhor Premiun Lager comercial que já provei. Ganha muitos pontos por ser a única cerveja produzida em escala industrial com puro malte! O sabor desta breja me agrada muito. Lúpulo marcante e a levedura utilizada fazem um trabalho incrível e a tornam única no estilo.
Melhor opção de Premium Lager do mercado na minha opinião. Custo benefício fantástico. Diferente das tradicionais do mercado, a Heineken consegue trazer o amargor do lúpulo bem evidente, causando uma excelente sensação. Sempre tenho na minha geladeira!!!
Estou redescobrindo a Heineken. Fui um fiel consumidor antes da compra da FEMSA, pois para mim, a Heineken perdeu bastante de sua identidade neste período de transição. Não era mais a mesma, havia sido abrasileirada. Eu nunca gostei das cervejas populares brasileiras ( salvo pela polar na década de 90, kaiser gold de uns anos atrás, e kaiser bock ). Há alguns dias tomei um chopp Heineken em um shopping que estava inexplicável. Estou novamente bebendo heineken e a cada copo é como se fosse uma sensação diferente. Indiscutivelmente a cerveja não é mais a mesma de uns 5 anos atrás, perdeu bastante lúpulo ( estratégia para agradar ao brasieliro que toma água gelada com álcool ), perdeu seu amargor específico, porém está mais leve, mais refrescante, e muito saborosa. É um sabor diferente, porém muitíssimo agradável. Apesar de ter um pouco mais de álcool do que as ditas "pilsen" comuns, eu nunca consegui ficar bêbado tomando heineken, já com as skol e brahmas da vida, basta uns pares de goles. Voltou a ser a minha cerveja top of mind.
Na verdade, essa cerveja já foi degustada em todas as suas versões. De fato, a pressão é a melhor delas (geralmente funciona para todas as cervejas que assim são envasadas). Junto com a Stella Artois, configura-se para mim como a dupla de salvação para cervejeiros poderem beber com amigos resistentes às artesanais. Têm bom preço, são de fato boas, e são achadas em qualquer bodega.
O lúpulo é predominante e agradável.
Aparência típica das comerciais, dá vontade de beber. Dourada clara com creme fino e duradouro. No aroma se sentem o malte e o lúpulo, tendendo um pouco para o primeiro, sensação que se repete no sabor. A carbonatação é a típica do estilo. Alta drinkability, muito refrescante! Apesar de ser uma breja sem novidades ou excepcionalidades, é boa pra se ter na geladeira sempre.